A gincana do caminhoneiro é um evento que ocorre anualmente, testa as habilidades dos caminhoneiros em provas de slalon e premia os participantes com um caminhão VW Constelation 0km. A novidade deste ano é que além da prova real, é possível participar de uma gincana virtual, basta acessar o site www.gincanadocaminhoneiro.com.br, testar suas habilidades e concorrer a vários prêmios.
E os aniversariantes são:
13/05 - CLEIDIOMAR JOSE POLLI, do setor de Pós Vendas;
13/05 - HAMILTON SCARANTE DOS SANTOS, do setor de Chaparia;
14/05 - DONIZETE GOMES DA SILVA, do setor de Manutenção Predial;
14/05 - RAPHAEL THEOPHILO PEREIRA MUNHOZ, do setor de Usinagem;
15/05 - MARCOS ROBERTO HIPOLITO COUTINHO, do setor de Almoxarifado.
Um congestionamento acumula navios na costa do Paraná. Eles aguardam uma vaga para atracar no porto de Paranaguá (a 98 km de Curitiba), principal ponto de embarque e desembarque de grãos da América Latina. A espera vai de 20 a 40 dias. No fim de semana, havia cerca de 50 navios aguardando na fila.
A Appa, autarquia do governo do Estado que administra o terminal, afirma que a combinação entre bons preços no mercado de commodities, dólar valorizado e condições meteorológicas desfavoráveis causam a fila, que “não é habitual”.
Fila de navios é assunto tradicional em Paranaguá”, rebate Nilson Camargo, assessor técnico-econômico e especialista em infraestrutura de transporte para o agronegócio da Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep). “Elas se agravam nessa época de pico na exportação de granéis, mas são comuns o ano todo.”
O resultado da combinação entre alta demanda e infraestrutura deficiente são as filas. “Hoje, um navio espera, em média, 20 dias até haver espaço para atracar. Mas a demora pode chegar a 40 dias”, diz o analista da Faep.
fonte: www.economia.uol.com.br
Pagamento do caminhoneiro autônomo só pode ser feito com depósito direto em sua conta corrente ou por meio de administradora de cartão
A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) prometeu começar a multar quem ainda utiliza carta-frete a partir desta terça-feira (15). A fiscalização deveria ter começado dia 22 de janeiro, mas foi adiada.
A partir de agora, o pagamento do caminhoneiro só pode ser feito com depósito direto em sua conta corrente ou por meio de administradora de cartão homologada pela Agência.
O descumprimento da resolução 3.658 da ANTT pode resultar em multas de R$ 550 a R$ 10.500 tanto para o caminhoneiro como para o contratante do frete.
Fonte: www.guiadotrc.com.br
Cuiabá – “Somos uma empresa e não apenas uma oficina”. Esse é o discurso assumido pelo proprietário da Center Truck de Rondonópolis, Wellington Figueira da Silva, que desde 2008 está mudando não apenas os processos, mas a forma com que os funcionários e clientes percebem a empresa.
A mudança partiu de uma visita dos empresários de Rondonópolis a várias oficinas de São Paulo que possuem o selo IQA (Instituto da Qualidade Automotiva). A viagem, que foi promovida pelo Sebrae em Mato Grosso, mexeu com os empresários. “Desde então, estamos promovendo as mais diversas mudanças em busca da qualidade. Agora faltam poucos meses para podermos, assim como eles, estampar nosso selo IQA”.
A expectativa é partilhada pelo empresário Ronaldo Bruschi, da Roma Vil de Rondonópolis. Há algum tempo ele vem percebendo as mudanças no mercado e o aparecimento de clientes cada vez mais exigentes. “Eles estão comprando carros que são sonhos de consumo e querem que suas máquinas sejam muito bem cuidadas”.diz.
Para atender a demanda, Ronaldo tem focado o trabalho nas ações ambientais. “Já estamos com todo o projeto de destinação de resíduos, agora falta só o licenciamento”. O empreendedor conta que as percebe mudanças na empresa são concretas. “O tempo de trabalho e o desperdício diminuíram e os clientes estão muito mais satisfeitos”.
O IQA é um organismo de certificação do setor automotivo criado e dirigido por entidades como Anfavea, Sindirepa e Sindipeças. Mais de 19 empresas de Rondonópolis estão passando pelos processos de padronização para adquirir o selo. No ano passado, as oficinas receberam a primeira avaliação e desde então tiveram que começar a intensa fase de adaptações.
Parabenizamos a Center Truck, que é uma Assistência Técnica Autorizada PASTRE, pela iniciativa e comprometimento com seus funcionários e clientes, para que possam garantir um ótimo atendimento e serviços de primeira qualidade.
PASTRE, em sintonia.
O mês de abril terminou e o desempenho da produção de caminhões no ano continua a apresentar queda expressiva em comparação com o ano passado. De acordo com os dados da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), as montadoras fabricaram 11.586 veículos no Brasil durante o mês passado, um número 23,4% menor que o registrado no mesmo período de 2011.
Com isso, na somatória do ano, a retração da atividade dessas empresas está 30,3%. Enquanto isso, o numero de licenciamentos de veículos nessa categoria também está em baixa na comparação com o ano passado. Porém, o ritmo de queda é menor, o que indica a continuidade do processo de desestocagem verificado no ano passado.
Somente em abril, foram emplacadas 11.113 unidades, queda de 17,8% e no acumulado de janeiro a abril o recuo é de 8,1%. Se considerar as exportações de caminhões, 1.535 em abril e de 7.325 no ano, o saldo de vendas fica negativo em 1.062 unidades vendidas a mais do que o numero de produzidas. No ano esse número já alcança 13.168 veículos produzidos localmente nos pátios das empresas. Já as importações impactaram de forma nem tão expressiva assim, com 1.989 veículos trazidos de fora do país este ano.
As nove companhias que mantêm produção em território nacional fecharam o primeiro trimestre com 47.605 unidades vendidas, um volume um pouco acima do volume comercializado no primeiro trimestre do ano passado, ou seja, a defasagem de vendas em relação a 2011 está em cerca de 30 dias. No primeiro quadrimestre do ano passado foram licenciados 52.850 caminhões.
O processo de desestocagem no segmento de caminhões deve-se a alta atividade no ano passado inteiro para abastecer o mercado de caminhões Euro 3, pois em janeiro começou a valer as regras para o Euro 5, cerca de 15% mais caro que o anterior, em média, dependendo da marca. O nível de estoques estava 20% mais elevado na virada de 2011 para 2012.
Fonte: www.transportabrasil.com.br
Ontem (10/05) foi o último dia da 16ª Exposafra em Paranaguá-PR. Como postamos anteriormente, a PASTRE participou do evento em parceria com a SINOTRUK, fornecendo implementos para Test Drive.
Durante os quatro dias da feira, observamos um grande movimento no do stand e grande curiosidade dos presentes em conhecer os caminhões e implementos expostos.
Confira abaixo as fotos do último dia de evento:
Apesar de a principal recomendação em casos de forte neblina ou nevoeiro seja mesmo não dirigir, algumas medidas podem ser tomadas para que os riscos diminuam. De acordo com Júlio César Zingalli, instrutor de direção defensiva do Centronor, um centro de treinamento específico para veículos de carga, localizado em Vacaria (RS), “todos os fenômenos climáticos exigem uma maior capacidade visual do condutor, mas, essencialmente, que ele diminua a velocidade”. O ideal, segundo ele, é diminuir o ritmo até metade da velocidade máxima.
Para uma melhor visibilidade, Zingalli recomenda o uso de faróis baixos ou faróis de neblina, nunca faróis altos “que prejudicam o próprio motorista e os outros veículos”. Preocupar-se com os demais é fundamental em casos de baixa visibilidade na rodovia. “É preciso redobrar as atenções quanto ao trajeto por onde andamos com o veículo, respeitando estritamente as margens da pista”, completa.
O coordenador de Treinamento da Fundação Adolpho Bósio de Educação no Transporte (Fabet), Elygerson Alves Alvarez, alerta para o mau uso da sinalização. “Isso pode confundir outros condutores. Caso a neblina esteja muito intensa, é necessário diminuir a velocidade e só ligar o pisca-alerta com o caminhão parado”, explica. Usar esse sinal em movimento pode fazer com que outros motoristas pensem que o veículo está parado.
Embora não seja predominante em muitas regiões do Brasil, o gelo, a geada ou mesmo a neve podem ser responsáveis por graves acidentes com caminhões. As ocorrências são possíveis nos dias mais frios do inverno, principalmente à noite e ao amanhecer, quando as temperaturas são mais baixas.















