Pastre Implementos Rodoviários - Inovação para o TransporteBlog Pastrinho | Inovações para o Transporte

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São Paulo – No mundo da energia eólica, a experiência mostra que, em geral, quanto maior, melhor. Nos últimos 30 anos, as turbinas eólicas e suas hélices mais do que quadruplicaram de tamanho, passando a entregar mais energia limpa e renovável a custos menores. Com uma expansão que não dá sinal de trégua, a indústria eólica se supera novamente.

A fabricante de turbinas offshore Adwen e a fornecedora de hélices LM Wind Power revelaram neste mês a maior pá eólica do mundo: um colosso de 88,4 metros de altura, o equivalente a um prédio de 30 andares. A primeira destas enormes pás foi produzida na fábrica da LM Wind Power na Dinamarca e passará por testes.

Ela foi projetada para os modelos de turbina eólica AD 8-180, da Adwen, uma das maiores do mundo, com 8 MW de capacidade nominal e 180 metros de diâmetro do rotor.

Grosso modo, quanto mais longa a pá, maior o contato com os ventos mais fortes e persistentes que ficam mais alto na atmosfera. E quanto maior a área para o vento “empurrar”, mais força e poder rotacional, e maior geração de energia.

“Quando você está construindo a maior turbina eólica do mundo, quase tudo que você faz é um desafio sem precedentes. Estamos indo aonde ninguém jamais foi antes, empurrando todas as fronteiras conhecidas na indústria”, disse Luis Álvarez, gerente geral da Adwen, em informe da empresa.

É certo que a expansão da energia eólica promete grandes surpresas (literalmente) para o futuro. Mas algumas delas podem revolucionar o setor. A empresa espanhola Vortex Bladeless, por exemplo, está trabalhando com um conceito de um aerogerador que dispensa as gigantes pás, sendo constituído por pilares que se movimentam para a frente e para trás com a passagem do vento.

Tópicos: Energia, Energia eólica, Infraestrutura, Meio ambiente, Sustentabilidade

Fonte: exame.abril.com.br

O presidente interino Michel Temer sancionou a lei que torna obrigatório rodar em estradas com os farol baixo aceso mesmo durante o dia. A mudança no Código Brasileiro de Trânsito (CTB) foi publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira (24) e, segundo o Ministério das Cidades, as multas podem ser aplicadas somente depois de 45 dias da publicação, que é o prazo para os cidadãos se adaptarem a novas regras.

Até então, o uso de farol só era exigido para todos os veículos durante a noite e em túneis, independentemente do horário do dia.
O descumprimento será considerado infração média, com multa de R$ 85,13 e 4 pontos na carteira de habilitação. O valor subirá em novembro deste ano, assim como o de outras multas.
O projeto de lei foi proposto pelo deputado Rubens Bueno (PPS-PR), e relatado por José Medeiros (PSD-MT) no Senado. O parlamentar considerou que a imposição pode “aumentar” a segurança nas estradas. “Trata-se da imposição de um procedimento bastante simples e de baixo custo que poderá aumentar a segurança nas estradas e assim contribuir para a redução da ocorrência de acidentes frontais nas rodovias e, consequentemente, salvar inúmeras vidas”, defendeu Medeiros.

Valor das multas
Antes de ser afastada para o julgamento do impeachment, Dilma Rousseff sancionou, em abril, medidas que endurecem as punições para infrações de trânsito. O valor das multas subirá entre 52% e 66% em novembro deste ano.
Além disso, a punição para o motorista que for flagrado falando ou “manuseando” o telefone passará de média para gravíssima.
Veja os novos valores:
Infração leve
– De R$ 53,20 para R$ 88,38 (aumento de 66%)
Infração média
– De R$ 85,13 para R$ 130,16 (aumento de 52%)
Infração grave
– De R$ 127,69 para R$ 195,23 (aumento de 52%)
Infração gravíssima
– De R$ 191,54 para R$ 293,47 (aumento de 53%)

Fonte: g1.globo.com

As vendas de implementos rodoviários no Brasil recuaram 31% no acumulado do ano até abril ao computar um total de 21.018 unidades, entre leves e pesados, na comparação com iguais meses do ano passado, quando a indústria entregou 30.499 unidades, de acordo com dados divulgados na sexta-feira, 6, pela Anfir, associação das fabricantes.

No segmento de pesados – reboques e semirreboques – a queda de 12,8% no mesmo comparativo anual, para 8.144 unidades fez deste o pior quadrimestre desde 2004. A categoria de leves – carrocerias sobre chassis – também registrou o pior quadrimestre desde 2008 com o volume de 12.874 unidades, representando queda de 39,1% sobre mesmo período do ano passado, quando o setor vendeu 21.158 implementos.

“A falta de perspectiva de retomada do mercado agrava ainda mais a situação criando um círculo vicioso onde o desempenho negativo cresce ainda mais”, afirma Alcides Braga, presidente da Anfir.

“Os únicos modelos [pesados] que registraram volume de emplacamentos acima do primeiro quadrimestre de 2015 são aqueles ligados a atividade agrícola como graneleiro e canavieiro”, aponta Mario Rinaldi, diretor executivo da entidade. “Nos demais há retração”, completa.

Na contramão do mercado interno, as exportações do setor de implementos tiveram crescimento de 41,7% de janeiro a abril contra iguais meses de 2015, passando de 563 há um ano para 798 unidades embarcadas neste ano.

REFINANCIAMENTO DE DÍVIDAS

O BNDES – Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social estendeu para os implementos rodoviários as medidas para o refinanciamento de dívidas dentro do PSI-Programa de Sustentação do Investimento. “Os empresários estão com dificuldades para honrar seus compromissos e por isso essa medida vem em boa hora”, explica o presidente da Anfir.

O refinanciamento tem custo da TJLP (Taxas de Juros de Longo Prazo) atualmente em 7,5% ao ano, acrescido de 1,6% de remuneração do BNDES e até 6% de remuneração do agente financeiro. “Dessa forma o BNDES ajuda as empresas nesse momento difícil e ainda limpa seu balanço transformando o crédito de difícil recebimento em dívida equacionada”, complementa Braga.

Fonte: http://www.automotivebusiness.com.br

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pastre-blog-2015-agronegocioJá começou a valer em todo o Brasil a Lei Federal 13.103 e a Deliberação 145 do Conselho Nacional de Transito (Contran), que altera a Resolução 425 do mesmo órgão e determina que todos os condutores habilitados nas categorias C, D e E, bem como os candidatos a obtenção dessas categorias, devem realizar exame toxicológico para renovação ou alteração da carteira de habilitação.

Como muitos motoristas ainda têm dúvidas sobre o teste e como proceder nestes casos, o Departamento de Trânsito do Paraná (Detran) preparou um passo a passo com as etapas essenciais do processo e reforça que vai cumprir a legislação nacional.

Passo a passo:

1 – Antes de fazer o requerimento de renovação, reabilitação, adição e mudança para qualquer uma das três categorias (C, D e E) no Detran, o motorista deve se encaminhar para um dos pontos habilitados para fazer a coleta de material para o exame toxicológico. Ou seja, a escolha do laboratório e o agendamento do exame é feita diretamente pelo motorista, sendo que o Detran não interfere no processo, no prazo, nem na relação comercial estabelecida entre as partes.

2 – De posse do laudo contendo o resultado do toxicológico, o motorista deve agendar o exame de aptidão física e mental – etapa já realizada normalmente nos processos de habilitação. O laudo é valido por 60 dias e caso não seja apresentado, o médico credenciado deve considerar o condutor como inapto temporário até a obtenção do laudo, com o agendamento e pagamento de nova avaliação.

O resultado do exame toxicológico é lançado pelo laboratório diretamente na base de dados do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) e só é aberto pelo médico credenciado no momento da avaliação física e mental. O Detran, portanto, não tem acesso a este laudo.

3 – Se o resultado do toxicológico for negativo e o motorista considerado apto, basta aguardar a entrega da CNH pelos Correios no prazo de 10 dias úteis.

4 – Se o resultado for positivo e o motorista considerado inapto, o condutor pode optar pelo rebaixamento da categoria da CNH, ou cumprir o prazo de inaptidão temporária de 3 meses, devendo então realizar novo exame toxicológico e passar por nova avaliação médica. Vale lembrar que, enquanto o motorista estiver com o exame toxicológico com resultado positivo, ele fica impedido de dirigir qualquer tipo de veículo.

IMPORTANTE – O Exame toxicológico não é impeditivo para a montagem de processo ou agendamento dos exames para motoristas profissionais, cuja habilitação tem indicativo do exercício de atividade remunerada (EAR). A orientação do Detran Paraná é para evitar que o usuário precise ir mais do que uma vez às unidades da autarquia.

Os condutores que já deram entrada no requerimento para esses processos, mas que ainda não realizaram os exames médicos de aptidão física e mental, deverão, primeiramente, se submeter ao exame toxicológico.

No Paraná, 1.265.250 motoristas estão registrados nas categorias pesadas que estão sujeitas aos exames. São elas:

CATEGORIA C – Se aplica a condutores de veículos motorizados utilizados em transporte de carga, cujo peso bruto total exceda a 3.500 kg, como caminhões.

CATEGORIA D – Se aplica a condutores no transporte de passageiros, cujo lotação exceda a oito lugares, excluído o motorista, como ônibus, micro-ônibus e vans.

CATEGORIA E – Se aplica a condutores de combinação de veículos em que a unidade tratora se enquadre nas categorias B, C ou D e cuja unidade acoplada, reboque, semirreboque, trailer ou articulada tenha 6.000 kg ou mais de peso bruto total, ou cuja lotação exceda a oito lugares. Também vale para condutores de combinação de veículos com mais de uma unidade tracionada, independentemente da capacidade de tração ou do peso bruto total, como veículos com dois reboques acoplados

Fonte: www.parana-online.com.br

dupA duplicação da BR-163, entre Cascavel e o distrito de Marmelândia, que pertence ao município de Realeza, começou a sair do papel 14 meses após a assinatura da ordem de serviço. O primeiro trecho a ser duplicado será entre a BR-277, em Cascavel, e o distrito de Santa Maria, em Santa Tereza do Oeste, o que corresponde a uma extensão de 14,5 quilômetros. A previsão é de que os 73,4 quilômetros de duplicação sejam concluídos em 2018.

Segundo o Dnit, no momento são executados trabalhos de remoção da camada vegetal, que seria um preparativo para a implantação de reforço do subleito e terraplenagem. Em alguns pontos, já foram colocadas as pedras britas graduadas que servem de base. Os trabalhos serão desenvolvidos de acordo com os recursos disponibilizados pelo governo federal e podem seguir o mesmo sentido da via ou ainda pode ocorrer a abertura diferentes frentes de trabalho.

A duplicação é executada pelo consórcio composto pelas empresas Sanches Tripoloni, de São Paulo, e Maia Melo, que tem sede em Recife. As empresas venceram a licitação com a promessa de executar as obras pelo valor global de R$ 579 milhões.

Os trechos mais “complicados” do empreendimento são os perímetros urbanos dos distritos de Santa Maria e dos municípios de Lindoeste, Santa Lúcia e Capitão Leônidas Marques. Haverá a necessidade de desapropriações e a questão deve ganhar discussões acaloradas. Em 2014, o assunto começou a ser discutido em audiência pública realizada na Casa da Cultura de Capitão Leônidas Marques. Na época, o Dnit apresentou à população local o anteprojeto da obra, esclarecendo os principais aspectos do empreendimento.

O Dnit informou que, assim que as obras chegarem aos perímetros urbanos, fará uma sinalização prévia para interagir com as lideranças locais preparando o início dos trabalhos para que ocorram de forma segura e organizada.

Além do trecho entre Cascavel e Marmelândia, serão duplicados 38,9 quilômetros entre Toledo e Marechal Rondon, na mesma rodovia. Neste caso, a obra será executada por um consórcio formado pelas empresas Técnica Viária e Castilho, ambas de Curitiba, além da Urbaniza de São Paulo. O custo será de R$ 306,5 milhões. Juntos, os dois trechos custarão R$ 885,5 milhões.

As obras estão sendo executadas na modalidade Regime Diferenciado de Contratações (RDC). A modalidade foi criada para acelerar as obras da Copa do Mundo e dos Jogos Olímpicos de 2016 e o orçamento é temporariamente sigiloso. As empresas vencedoras da licitação só ficam sabendo do valor global após apresentarem suas propostas. O regime diferenciado passou a ser usado pelo governo federal praticamente em todos os empreendimentos da segunda fase do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

Fonte: www.gazetadopovo.com.br

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A Autopista Régis Bittencourt comunicou nessa sexta-feira (dia 12) a liberação ao tráfego da ponte sobre a represa Capivari, localizada no km 42+300 da pista Norte (sentido São Paulo) da rodovia Régis Bittencourt, na região de Campina Grande do Sul (PR), na Região Metropolitana de Curitiba. Uma das pontes sobre o Rio Capivari estava interditada há 3 anos.

A ponte passou por importantes obras de recuperação e reforço nas fundações de alguns pilares, contando também com a construção de uma estrutura de suporte ao tabuleiro existente, usando como método construtivo o estaiamento – este método faz a utilização de cabos de aço ligados ao mastro para sustentação da ponte.

A liberação do tráfego aconteceu na tarde de hoje (12), por volta das 16 horas, quando o trânsito foi reestabelecido pela pista sentido São Paulo, sendo que a pista sul voltou a operar normalmente, para os usuários que seguem no sentido Curitiba. A obra custou R$ 40 milhões.

Fonte: www.bemparana.com.br

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Santa Catarina terá o primeiro ponto de parada e descanso voltado especialmente para caminhoneiros do Brasil. A ideia é oferecer diversos serviços aos motoristas, principalmente àqueles que transportam cargas perigosas.

A parada será construída no km 145 da BR-116 em Santa Cecília, no Oeste. O projeto foi apresentado na sede da Agência Nacional de Transportes Terrestre (ANTT) na quarta-feira (28).

A área para a parada já está escolhida e a obra deve começar em 120 dias. O presidente da Federação das Empresas de Transportes de Cargas e Logística no Estado de Santa Catarina (Fetrances) acredita que tudo esteja pronto em novembro de 2016.

Objetivo é oferecer aos caminhoneiros serviços como odontologia, fisioterapia, atendimento nutricional, palestras, local de descanso e espaço para refeição, informou o presidente da (Fetrancesc).

Também haverá vagas para 120 caminhões e a possibilidade de se fazer a troca de carga de materiais perigosos.

O projeto é pioneiro, segundo o governo. “Marca o primeiro evento concreto nesse processo de pontos de parada no Brasil”, disse o secretário de Política Nacional de Transportes do Ministério dos Transportes, Herbert Drummond.

Origem da ideia:

A ideia da parada exclusiva surgiu há cinco anos em uma parceria entre a Fetrancesc e a concessionário da BR-116. “Surgiu pela necessidade”, disse o presidente da federação. No mês passado, uma série de reportagens mostrou que a pressão por cumprimento de prazos leva muitos caminhoneiros a usarem drogas.

Segundo a ANTT, um dos objetivos do projeto também é atender a lei nº 13.103/2015, conhecida como lei dos caminhoneiros, que trata da jornada de trabalho e o descanso do motorista de caminhão.

O diretor-geral da ANTT, Jorge Bastos, disse que o projeto é um ponto de partida: “Daqui para frente os projetos que a ANTT vai aprovar nas concessionárias deverão seguir esse padrão”.

Fonte: www.midiatruckbrasil.com

greve-caminhoneirosUm protesto de caminhoneiros bloqueia nesta segunda-feira (9) trechos de várias estradas do país, segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF). Os atos acontecem em BA, ES, GO, MG, PR, RJ, RN, RS, SC, SP e TO.

O grupo que participa do movimento foi convocado pelo Comando Nacional do Transporte. Os manifestantes são autônomos e se declaram independentes de sindicatos. Eles são contra o governo Dilma Rousseff, pedem o aumento do valor do frete, reclamam da alta de impostos e da elevação nos preços de combustíveis, entre várias outras questões.

O movimento não tem adesão total dos caminhoneiros. A Confederação Nacional dos Transportes Autônomos afirmou, em nota, que não concorda com a mobilização, já que a pauta não tem relação com os problemas específicos da categoria. A União Nacional dos Caminhoneiros também informou que discorda dos bloqueios.

Em entrevista coletiva na manhã desta segunda, o ministro da Comunicação Social, Edinho Silva, afirmou que o movimento tem como objetivo desgastar o governo politicamente.

Fonte: g1.globo.com

 

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No próximo dia 12 de novembro a Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística – NTC&Logística, organiza o Prêmio NTC Fornecedores do Transporte, cujo objetivo é o de estimular o aperfeiçoamento permanente do mercado fornecedor e a PASTRE foi uma das avaliadas na categoria Carrocerias ou Implementos” sendo, portanto, concorrente ao Prêmio.

O Prêmio foi instituído em 1998, e tem como objetivo premiar os melhores fornecedores de transporte de cargas do ano. A premiação é concedida a partir de uma pesquisa, realizada por instituto especializado e auditado, que atesta a seriedade do Prêmio. Este ano, a cerimônia integrará as comemorações pelo cinquentenário da entidade.

desenho pneusSegundo a Nota Técnica Conjunta DTF06/2015 da DPRF, fica suspensa toda fiscalização punitiva quanto à exigência de regularidade do desenho ou dos sulcos da banda de rodagem dos pneumáticos dos veículos automotores nas áreas de competência da PRF.

Não está excluída a fiscalização quanto ao quesito que envolva a segurança viária, ou seja, a profundidade do sulco quando este estiver com medida inferior ao TWI permitido para o modelo de pneu.

Apesar de anterior ao atual CTB, a Resolução CONTRAN no 558/1980 é  a norma que estabelece atualmente os requisitos técnicos de fabricação e reforma de pneumáticos, com indicadores de profundidade.

A Resolução determina ainda que os veículos automotores só podem circular em via pública quando equipados com rodas, aros e pneus novos ou reformados que satisfaçam a determinadas exigências.

O artigo 3º da Resolução 558/1980 diz que todo pneu deverá ser fabricado ou reformado com indicadores de desgaste, com indicação de capacidade de carga, com exceções nela previstas.

O artigo 4º da mesma Resolução diz que fica proibida a circulação de veículo automotor equipado com pneu cujo desgaste da banda de rodagem tenha atingido os indicadores, ou cuja profundidade  seja inferior a 1,6 mm.

O parágrafo 2º do artigo 4º afirma que:

Quando no mesmo eixo e simetricamente montados, os pneus devem ser de idêntica construção, mesmo tamanho, mesma carga e serem montados em aros de dimensões iguais, permitindo-se a assimetria quando originada pela troca de uma roda de reserva, nos casos de emergência.

Em razão da literalidade da expressão “idêntica construção”, surgiram duas correntes dentro da doutrina do trânsito. A primeira corrente considera que, além das demais especificações dos pneus, tais como tamanho, capacidade de carga, simetria dos aros e das dimensões, seria igualmente necessária a simetria em relação aos desenhos das bandas de rodagem dos pneus de um mesmo eixo.

Alegam que esta condição se refere às características construtivas dos pneumáticos que tais desenhos definem a área de contato do pneu com o pavimento e, consequentemente, o grau de aderência e de tração, capacidade de remoção de água pelos sulcos, o nível de ruído, a durabilidade do conjunto, o grau de aquecimento e desempenho, com diversas implicações na dirigibilidade do veículo.

A segunda corrente, por sua vez, entende que, quando a norma fala em “idêntica construção”, está se referindo à estrutura dos pneus (radial, diagonal ou diagonal cintado, tamanho, carga e aro).

Alega ainda que o desenho da banda de rodagem é um conceito citado nas normas técnicas, mas que não foi explicitado pela Resolução CONTRAN no 558/1980; de modo que não haveria norma proibitiva para os veículos circularem com bandas de rodagem diferentes, mas simetricamente em um mesmo eixo. Bastaria, para tanto, ter idêntica construção: radial, diagonal, diagonal cintado, mesmo tamanho, mesma carga  e meso aro.

Diante de tais circunstâncias, a Divisão de Fiscalização de Trânsito da DPRF entende que existe dúvida razoável na aplicação desta norma, de modo que seria necessário encaminhar a questão ao CONTRAN, órgão ao qual compete não só zelar pela uniformidade da aplicação das normas de trânsito, como também apreciar os recursos interpostos por instâncias inferiores.

Fica, portanto, suspensa toda fiscalização punitiva quanto à exigência de regularidade do desenho ou dos sulcos da banda de rodagem dos pneumáticos dos veículos automotores nas áreas de competência da PRF.

www.guiadotrc.com.br