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Inovações para o Transporte

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Com atraso de 18 anos, o Contran acaba de publicar a resolução 552 de 2015, que regulamenta a amarração e contenção de cargas em caminhões. Essa lei está no código de trânsito desde 1997, mas faltava a regulamentação. As normas passam a valer a partir de 1º de Janeiro de 2017, para veículos novos, que deverão ter na sua estrutura os dispositivos obrigatórios para contenção da carga. Para caminhões fabricados antes de 2017, as normas passarão a vigorar a partir de 2018.

Dentro das normas, as que mais se destacam são a proibição de amarração de carga diretamente nas travessas de madeira da carroceria, sendo obrigatória a amarração em ganchos fixados no chassi. Também ficará proibida a amarração com cordas, sendo permitidas apenas as cintas, correntes ou cabos de aço.

O painel frontal da carroceria também deverá ser mais alto que a carga, quando as cargas transportadas possam deslizar uma sobre a outra, como no caso de tubos e chapas de metal e outros. Os reboques sider deverão ter dispositivos de amarração internos, pois a lona lateral não será mais considerada dispositivo de contenção de carga.

Veja a resolução na íntegra, CLICANDO AQUI.

Fonte: Blogdocaminhoneiro

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Desenvolvida com a opção da tampa tesoura, exclusivamente para o cliente .

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Sua Caixa de Carga possui assoalho em madeira de lei, construída em chapa de aço ESTRUTURAL em perfil “U” com a porta traseira com abertura em duas folhas.

Dimensões que variam de 11.6 m (até 992 botijões – 04 fileiras) até 15.15 m (até 1.640 botijões – 05 fileiras).

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A partir de setembro, a Agência Nacional de Transportes Terrestres, a ANTT, pretende iniciar o recadastramento com a instalação de chips na frota de caminhões brasileira. Um dos objetivos é ajudar a combater o roubo de cargas.

A Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos – CNTA destaca a medida como uma importante aliada na fiscalização de alguns direitos dos caminhoneiros autônomos, como o pagamento do vale-pedágio.

“Esse sistema de rastreamento eletrônico poderá integrar outros sistemas importantes para atividade do caminhoneiro autônomo que hoje dificilmente são fiscalizados. Sempre lutamos pela maior formalização do setor e isso, muitas vezes, era incompreendido pelo próprio caminhoneiro por achar que uma maior fiscalização visava sempre penalizá-lo”, observou Diumar Bueno, presidente da entidade.

Um chip que será fixado no para-brisas do veículo será lido, e as informações, comparadas com um banco de dados toda vez que um caminhão passar por um ponto da ANTT. Aí, já estará sendo feita a fiscalização, sem que seja preciso parar o caminhão. O ponto de fiscalização é parecido com os radares. Em cinco anos, serão instalados 53. A meta é cobrir 75% das estradas mais importantes ao custo de quase R$8 milhões.

“Só o fato de o caminhoneiro não precisar ser parado nos postos de fiscalização já é um ganho, pois era ele que sempre acabava penalizado aumentando o tempo da viagem”, comentou Bueno.

O presidente da CNTA acrescenta que com sistemas integrados, direitos – que muitas vezes não são respeitados pelos embarcadores – passarão a ser cumpridos. Ele cita, como exemplo, uma ação movida pela entidade e já sentenciada pela Justiça Federal que dá prazo de 6o dias para que a ANTT apresente um plano que inclua a fiscalização do vale-pedágio no Pagamento Eletrônico de Frete – PEF e também no código de identificação de operação de transporte – CIOT. O prazo vence dia 28 de julho.

O recadastramento obrigatório começa em setembro, e deve durar um ano e meio. O último recadastramento obrigatório pela ANTT foi realizado em 2009 após publicação de nova resolução e teria validade até maio de 2014. Desde essa data, a validade dos registros obrigatórios vem sendo sistematicamente prorrogada.

Roubo

Foi criado um grupo de trabalho que terá 60 dias para regulamentar o Sistema Nacional de Prevenção, Fiscalização e Repressão ao Furto e Roubo de Veículos e Cargas.

Os dados também serão repassados para a polícia. Assim, vai ser possível saber que o caminhão procurado está cruzando aquele trecho da rodovia. O chip será fixado no para-brisas. E vai substituir o adesivo atual, colado na carroceria.

A intenção do governo é promover a integração entre as polícias Federal, Civil, Militar e Rodoviária, utilizando a estrutura criada no ano passado durante a Copa nas 12 cidades-sede, os Centros Integrados de Comando e Controle.

Fonte: Blog do Caminhoneiro

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O Ministério dos Transportes divulgou na última sexta-feira (26) o balanço de 2014, no qual mostra os principais resultados de investimentos púbicos e privados feitos em rodovias, ferrovias, hidrovias, além do desempenho do Fundo de Marinha Mercante (FMM) e demais ações da Pasta e das instituições vinculadas.

Com relação ao transporte rodoviário, o governo diz que estão sendo investidos recursos na ampliação da malha rodoviária, objetivando o escoamento daprodução nacional, a ampliação da fronteira agrícola e a segurança no transporte de bens e passageiros, por meio das ações do Programa de Aceleração do Crescimento – PAC.

Em 2014, 516 km de rodovias federais foram construídos, duplicados ou pavimentados. Desde 2011, foram construídos um total de 1.749 km de estradas, além da pavimentação de 597 km e a adequação de mais outros 435 km de rodovias.

Malha ferroviária

O transporte ferroviário tem importância estratégica para o país. As ferrovias possibilitam a movimentação de grandes quantidades de carga por longas distâncias, com fretes competitivos e baixo índice de emissões de poluentes.

Segundo o relatório apresentado pelo ministério, foram concluídos 913,7 km de ferrovias, entre 2011 e 2014, com destaque para a Ferrovia Norte-Sul: trecho Palmas/TO – Anápolis/GO (855 km);  o rebaixamento da Linha Férrea de Maringá (13,2 km); a construção do Contorno Ferroviário de Araraquara/SP e pátio de Tutóia (35,5 km); e a construção do Contorno Ferroviário de Três Lagoas (10 km).

Hidrovias

De acordo com o Ministério, em mais de 6.000 km de hidrovias foram executadas ações para garantir a navegabilidade. Dentre as intervenções, o governo destacou as obras de adequação e melhoria nos corredores dos rios Madeira, Paraná, Paraguai e São Francisco, com destaque para as dragagens de manutenção. Também foi destacado o apoio dado pelo governo federal aos melhoramentos na Hidrovia do Tietê, em São Paulo, com início de obras de dragagem do canal de Anhembi e de ampliação do vão da ponte ferroviária Ayrosa Galvão.

Fonte: Portogente

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Mesmo com o recuo nas cotações das commodities, o governo espera elevar em 6,2% as exportações nacionais de grãos neste ano. Isso porque a desvalorização de 18% no preço da soja é parcialmente compensada pela alta de 15% na cotação do dólar, explicou ontem a ministra da Agricultura, Kátia Abreu. “Não tenho preocupação em relação ao comércio exterior”, garantiu.

Kátia Abreu e os ministros dos Portos, Edinho Araújo, e dos Transportes, Antônio Carlos Rodrigues, anunciaram ontem (13) medidas para evitar que o escoamento da nova safra seja marcado por filas de caminhões nos portos de Santos (SP) e Paranaguá (PR). Mesmo não sendo a opção mais econômica, as duas instalações ainda são as mais utilizadas para a exportação de grãos no País.

Para esses dois terminais, o governo promete aperfeiçoar o sistema de agendamento que, no ano passado, ajudou a reduzir o custo do frete em 7%, segundo cálculos oficiais. De manual, o sistema passará a ser eletrônico. O governo também promete credenciar mais um pátio para que os caminhões aguardem autorização até ingressar nos terminais. “Essa iniciativa lançada no ano passado deu resultados positivos”, disse Edinho Araújo. A ministra Kátia Abreu estimou uma economia de 70% na taxa paga às embarcações pela demora no carregamento.

Nos portos do Norte, o problema é acesso aos terminais. Uma das principais vias, a BR-163, ainda não está totalmente asfaltada até o porto fluvial de Miritituba (PA). O asfaltamento dessa rodovia se arrasta há 40 anos, como reconheceu o secretário executivo dos Transportes, Anivaldo Vale. As obras de pavimentação estão contratadas, mas estima-se que só estejam concluídas no fim de 2016. Por ora, o governo lançará mão de soluções paliativas, como o cascalhamento da via e a oferta de tratores para desencalhar caminhões.

O governo deverá também ampliar as áreas disponíveis no porto de Vila do Conde (PA), próximo de Belém, para a construção de novos terminais privados. Está na Casa Civil da Presidência uma minuta de decreto presidencial modificando a demarcação de área (chamada “poligonal”), de forma que poderão ser implantados mais três ou quatro terminais privados na área.

O plano do governo prevê ações integradas das três pastas para enfrentar o desafio de exportar parte das 202 milhões de toneladas de grãos previstas para a safra 2014/2015. A estimativa é de que apenas o complexo soja seja responsável pelo embarque de 64,2 milhões de toneladas de grão e farelo neste ano.

Entre as ações anunciadas pelos ministros está a utilização de 426 embarcações nas hidrovias Madeira e Tapajós. As barcaças compõem o sistema de transporte do chamado Arco Norte, corredor logístico que o governo tenta fomentar na região para reduzir a pressão sobre os portos de Santos e Paranaguá.

Fonte: Frotacia

Durante os meses de novembro e dezembro de 2014 a Pastre desenvolveu e implantou, através do seu departamento de Engenharia de Processos, um grandioso projeto de melhoria contínua na linha de produção do Semirreboque Transporte de Pás Eólicas. O ganho de produtividade foi significativo, com a redução em 40% do tempo de produção de cada semirreboque.

Um grupo formado por cerca de dez colaboradores dos setores de Engenharia de Processos, Controle da Qualidade, Segurança do Trabalho, Logística, Manutenção Industrial e Produção, são os responsáveis pelo projeto, que foi estruturado seguindo a metodologia Gemba Kaizen, desenvolvida no Japão e muito utilizada em diversas empresas pelo mundo. Os métodos de Gemba Kaizen para melhoramento contínuo têm por finalidade desenvolver um trabalho em grupo para identificar os problemas e suas causas raízes utilizando ferramentas adequadas, propor soluções, aplicar as melhorias, padronizar os processos e acompanhar os resultados para garantir as metas estabelecidas.

Os desafios deste grupo eram muitos, como: melhorar a produtividade, reduzir desperdícios, baixar custos e melhorar o ambiente de trabalho, tudo isso em um curto prazo e com baixo investimento. “Não inventamos nada, apenas ajustamos uma metodologia já existente para os padrões da Pastre” relata Moisés Santos, um dos colaboradores responsáveis pelo projeto. “Mostramos que a melhoria contínua é necessária e que pode funcionar em qualquer departamento da empresa. Desenvolvemos algo com base nas ferramentas utilizadas em multinacionais, testamos na linha de produção do Semirreboque Transporte de Pás Eólicas e o desafio agora é expandir para os demais setores”, projeta Moisés.

Ao todo foram 38 dias de muito trabalho, com readequações de processos e layout, construção de mais de vinte dispositivos e gabaritos para chegar à um resultado satisfatório, que não poderia ser melhor. Foram registrados diversos ganhos em padronização, qualidade, segurança e produtividade. O número que mais chama atenção é a redução em 40% do tempo de produção de cada semirreboque, o que possibilita a Pastre aumentar ainda mais sua participação em um mercado onde já é líder no Brasil, o de Semirreboques para Transporte de Pás Eólicas.

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SOBRE O SEMIRREBOQUE

Sempre atenta às novas tendências e também preocupada com a geração de energia através de fontes limpas e renováveis, a Pastre desenvolveu um semirreboque exclusivo para atender o mercado de energia eólica. Produzido com tecnologia de ponta 100% brasileira, oferece uma solução inteligente e inovadora para o transporte das gigantescas pás, que podem ultrapassar os 60 metros de comprimento.

Com grande investimento em pesquisa e desenvolvimento, a Pastre passou mais de dois anos estudando este cenário a fim de oferecer uma solução que supra as necessidades de toda cadeia produtiva, desde os fabricantes de aero geradores até os transportadores de pás. Já reconhecida no mercado como uma empresa com espírito inovador (responsável pela introdução das chapas de aço de alta resistência no Brasil, além de diversos modelos de carretas até então desconhecidos no país), a Pastre resolveu surpreender mais uma vez.

O Semirreboque Extensível dedicado para transporte de pás eólicas, é um implemento rodoviário desenvolvido exclusivamente para este tipo de transporte, também confeccionado com chapas de aço de alta resistência e muita tecnologia embarcada. Trata-se de uma carreta telescópica com 23,5 metros “fechada” e 50 metros “aberta” em sua totalidade. Possui três eixos distanciados e direcionais, dispostos de maneira ainda não utilizada no Brasil, que permitem manobras mais precisas em pátios onde anteriormente estes implementos nem entrariam.

Este é um projeto bastante ousado, mas que conta com um grande esforço e investimento por parte de engenharia, para colocar no mercado um implemento que tem tudo para ser mais um grande sucesso de vendas e satisfação dos clientes Pastre. A expectativa é de que a partir de agora, o transportador brasileiro não tenha mais que recorrer somente aos produtos importados, fortalecendo a indústria nacional e gerando riquezas e mais empregos para o Brasil. Além de poder contar com total suporte da Pastre, uma fabricante nacional que está com sua rede de representantes comerciais e casas de assistência técnica em acelerada expansão em todas as regiões do país.

Imagem de Amostra do You Tube

O mês de maio tende a ser muito mais movimentado que o usual para as empresas de logística – elas estão antecipando a distribuição de produtos que normalmente seria feita em junho e julho por causa da Copa do Mundo. Em muitas cidades, será feriado nos dias de jogos, o que tende a prejudicar a entrega das mercadorias.

O varejo de bens duráveis também trabalha com a possibilidade de protestos em ruas e rodovias, dificultando o acesso a pontos de venda, armazéns e à residência do cliente. Como a área de estoque nas lojas diminuiu nos últimos anos – para reduzir custos -, as entregas são feitas a partir de centros de distribuição até a casa do consumidor.

Valor apurou que grandes varejistas de eletrônicos já levantaram dados sobre as áreas de atuação de suas lojas nas cidades que terão jogos e também dos locais onde têm ocorrido manifestações contra a Copa do Mundo. Com esse mapeamento, querem contornar possíveis dificuldades nessas regiões. Além disso, o tráfego nas proximidades dos estádios deverá sofrer alterações nos dias de jogos para facilitar o acesso dos torcedores.

A preocupação com a possibilidade de atrasos e impedimentos ao transporte de produtos é maior em segmentos que não podem correr o risco de escassez ou redução da oferta, como, por exemplo, a entrega de medicamentos a hospitais. Especializada nesse segmento, a Atlas Logística programou a antecipação das entregas, particularmente daquelas previstas para semanas em que haverá jogos, disse Lauro Megale, presidente da companhia. O mesmo acontece com as empresas que transportam produtos de maior demanda durante a Copa – como bebidas, que devem ter o consumo elevado em junho e julho.

O Mundial também deve alterar o calendário de produção de alguns setores, mas varejo e indústria não acreditam que o evento terá impacto relevante sobre a atividade no segundo trimestre. Para grande parte das empresas e associações industriais ouvidas pelo Valor, abril foi morno – ainda que em alguns casos um pouco melhor do que março – e maio não deve mostrar reação expressiva, como indica o ritmo de encomendas observado até agora.

Fonte: Valor Econômico

A movimentação de cargas pelos portos de Paranaguá e Antonina atingiu a marca das 11 milhões de toneladas neste primeiro trimestre de 2014. O volume é 15% maior do que o registrado no mesmo período de 2013.

Entre os destaques está a exportação de soja, que já é 157% superior à verificada nos três primeiros meses de 2013, totalizando 2,7 milhões de toneladas exportadas. A exportação de farelo de soja apresentou alta de 8%, com 883,7 mil toneladas.

A exportação de açúcar também registrou crescimento, com 1 milhão de toneladas de janeiro a março deste ano, o que representou alta de 19% em relação ao primeiro trimestre de 2013.

Outro número que chamou a atenção no fechamento do trimestre foi o da exportação de veículos, que em 2014 está 115% maior do que o registrado em 2013. Até agora, foram exportados 14,8 mil unidades de veículos, contra 6,9 mil no mesmo período de 2013. Na importação, a alta dos veículos foi de 3%, totalizando 16,3 mil unidades importadas.

Ainda entre os produtos importados, outro destaque foi o fertilizante – 2,2 milhões de toneladas até agora, o que representa alta de 8%.

Para o superintendente dos portos paranaenses, Luiz Henrique Dividino, os números expressivos registrados pela movimentação dos portos de Paranaguá e Antonina reforçam a necessidade de agilidade nos processos de concessão nos portos do Paraná. “Estamos realizando melhorias operacionais, mas que são limitadas. Para continuarmos atendendo a contento a demanda nacional é preciso aumentar a capacidade operacional do porto”, avalia.

O secretário de Infraestrutura e Logística do Paraná, José Richa Filho, acredita que a demora do Governo Federal em promover as novas concessões para novos terminais portuários coloca todo o setor produtivo em alerta. “Com o contínuo crescimento da produção agrícola no Sul do país, precisamos de providencias urgentes do Governo Federal no sentido de estabelecermos condições para o escoamento dos produtos do nosso Estado”, afirma.

Fonte: Na Boléia