Especiais Archives - Blog PastrinhoBlog Pastrinho

Inovações para o Transporte

Blog Pastrinho


Arquivo
Especiais

DSC_0035

A Caçamba Basculante Meia-Cana já é um produto consagrado de nossa linha desde o ano de 2006, desenvolvida especialmente para a Votorantim é considerada uma “caçamba conceito”. Resume-se em uma caçamba com diversos itens opcionais customizados especialmente para este nosso parceiro, visando maiores produtividade, resistência e segurança durante a operação.

Todo o nosso know how no mercado de mineração nos permitiu desenvolver este projeto único, que mostra nossa capacidade em atender não somente grandes volumes, mas também, demandas específicas de cada cliente, com níveis de exigência e qualidade altos.

DSC_0064

Sempre à procura de novas tendências e preocupada com a geração de energia através de fontes limpas e renováveis, a PASTRE desenvolveu um semirreboque exclusivo para atender o mercado de energia eólica.

Produzido com tecnologia de ponta 100% brasileira, oferece uma solução inteligente e inovadora para o transporte das pás de todos os tamanhos.

1544956_801156296605654_8172904385723436910_n

A resolução Contran Nº 520, de 29 de janeiro de 2015 que revoga a Resolução 603/82 e estabelece os requisitos mínimos para a circulação de veículos com dimensões excedentes aos limites estabelecidos pelo departamento, o que inclui desde CVC’s (rodotrem, bitrem, treminhão, etc) até os veículos usados no transporte de cargas indivisíveis excedentes em peso e/ou dimensões.

A principal novidade trazida por essa resolução é a possibilidade do uso de placas de sinalização de advertência bi-partida, que, aliás, trata-se de um pleito encaminhado ao Denatran pelo Sindipesa.

Essa era uma reclamação permanente de muitas transportadoras que sofriam com uma interpretação equivocada da legislação, principalmente por agentes da PRF, lembra João Batista Dominici, vice-presidente executivo do Sindipesa.

Clique aqui e confira a Resolução 520/2015 na íntegra.

Fonte: Frota&Cia

Durante os meses de novembro e dezembro de 2014 a Pastre desenvolveu e implantou, através do seu departamento de Engenharia de Processos, um grandioso projeto de melhoria contínua na linha de produção do Semirreboque Transporte de Pás Eólicas. O ganho de produtividade foi significativo, com a redução em 40% do tempo de produção de cada semirreboque.

Um grupo formado por cerca de dez colaboradores dos setores de Engenharia de Processos, Controle da Qualidade, Segurança do Trabalho, Logística, Manutenção Industrial e Produção, são os responsáveis pelo projeto, que foi estruturado seguindo a metodologia Gemba Kaizen, desenvolvida no Japão e muito utilizada em diversas empresas pelo mundo. Os métodos de Gemba Kaizen para melhoramento contínuo têm por finalidade desenvolver um trabalho em grupo para identificar os problemas e suas causas raízes utilizando ferramentas adequadas, propor soluções, aplicar as melhorias, padronizar os processos e acompanhar os resultados para garantir as metas estabelecidas.

Os desafios deste grupo eram muitos, como: melhorar a produtividade, reduzir desperdícios, baixar custos e melhorar o ambiente de trabalho, tudo isso em um curto prazo e com baixo investimento. “Não inventamos nada, apenas ajustamos uma metodologia já existente para os padrões da Pastre” relata Moisés Santos, um dos colaboradores responsáveis pelo projeto. “Mostramos que a melhoria contínua é necessária e que pode funcionar em qualquer departamento da empresa. Desenvolvemos algo com base nas ferramentas utilizadas em multinacionais, testamos na linha de produção do Semirreboque Transporte de Pás Eólicas e o desafio agora é expandir para os demais setores”, projeta Moisés.

Ao todo foram 38 dias de muito trabalho, com readequações de processos e layout, construção de mais de vinte dispositivos e gabaritos para chegar à um resultado satisfatório, que não poderia ser melhor. Foram registrados diversos ganhos em padronização, qualidade, segurança e produtividade. O número que mais chama atenção é a redução em 40% do tempo de produção de cada semirreboque, o que possibilita a Pastre aumentar ainda mais sua participação em um mercado onde já é líder no Brasil, o de Semirreboques para Transporte de Pás Eólicas.

Transporte de Pás Eólicas - PASTRE 1 Transporte de Pás Eólicas - PASTRE 2 Transporte de Pás Eólicas - PASTRE 3 Transporte de Pás Eólicas - PASTRE 4 Transporte de Pás Eólicas - PASTRE 5

SOBRE O SEMIRREBOQUE

Sempre atenta às novas tendências e também preocupada com a geração de energia através de fontes limpas e renováveis, a Pastre desenvolveu um semirreboque exclusivo para atender o mercado de energia eólica. Produzido com tecnologia de ponta 100% brasileira, oferece uma solução inteligente e inovadora para o transporte das gigantescas pás, que podem ultrapassar os 60 metros de comprimento.

Com grande investimento em pesquisa e desenvolvimento, a Pastre passou mais de dois anos estudando este cenário a fim de oferecer uma solução que supra as necessidades de toda cadeia produtiva, desde os fabricantes de aero geradores até os transportadores de pás. Já reconhecida no mercado como uma empresa com espírito inovador (responsável pela introdução das chapas de aço de alta resistência no Brasil, além de diversos modelos de carretas até então desconhecidos no país), a Pastre resolveu surpreender mais uma vez.

O Semirreboque Extensível dedicado para transporte de pás eólicas, é um implemento rodoviário desenvolvido exclusivamente para este tipo de transporte, também confeccionado com chapas de aço de alta resistência e muita tecnologia embarcada. Trata-se de uma carreta telescópica com 23,5 metros “fechada” e 50 metros “aberta” em sua totalidade. Possui três eixos distanciados e direcionais, dispostos de maneira ainda não utilizada no Brasil, que permitem manobras mais precisas em pátios onde anteriormente estes implementos nem entrariam.

Este é um projeto bastante ousado, mas que conta com um grande esforço e investimento por parte de engenharia, para colocar no mercado um implemento que tem tudo para ser mais um grande sucesso de vendas e satisfação dos clientes Pastre. A expectativa é de que a partir de agora, o transportador brasileiro não tenha mais que recorrer somente aos produtos importados, fortalecendo a indústria nacional e gerando riquezas e mais empregos para o Brasil. Além de poder contar com total suporte da Pastre, uma fabricante nacional que está com sua rede de representantes comerciais e casas de assistência técnica em acelerada expansão em todas as regiões do país.

Imagem de Amostra do You Tube
 Semirreboque Extensível Pastre

Semirreboque Extensível Pastre

Começou a funcionar o primeiro parque eólico de um fabricante de veículos no Brasil. A aposta é que a força dos ventos de Xangri-lá (RS), que no verão costuma incomodar os turistas em férias no litoral gaúcho, seja suficiente para suprir com folga todo o consumo de energia elétrica de 70 mil megawatts por ano da fábrica de automóveis da Honda em Sumaré (SP). “Este investimento (de R$ 100 milhões) vai reduzir em 30% as emissões de CO2 da nossa planta e evitar a emissão de 2,2 milhões de toneladas por ano”, explica Carlos Eigi, presidente da Honda Energy, subsidiária criada especialmente para administrar o novo negócio, único da companhia em todo o mundo.

“Nosso foco não é financeiro, mas atender nossas metas de sustentabilidade (de reduzir em 30% das emissões globais de CO2 no período de 2000 a 2020 em todas as operações do grupo)”, destacou Eigi durante a inauguração do primeiro parque eólico da Honda no mundo, na quarta-feira, 26.

Mesmo que a intenção não seja essa, a geração eólica parece ser um bom negócio também. O executivo não revela o custo da energia gerada em Xangri-lá, mas admite que o preço do megawatt “é de 40% a 45% mais barato do que a energia comprada hoje da CPFL para Sumaré”. Segundo ele, o investimento deverá ser pago em sete anos. Como Xangri-lá tem capacidade para gerar 95 mil MW por ano e Sumaré consome 70 mil, se os ventos gaúchos forem favoráveis podem ainda sobrar 25 mil MW/ano que entram como crédito na conta de luz da Honda.

“Há cerca de dois anos começamos a estudar formas de mudar nossa matriz energética para fontes mais limpas nas operações no Brasil e chegamos à conclusão que a geração eólica era o melhor caminho”, explica o presidente da Honda Energy. Ele cita que essa fonte tem pouco impacto ambiental e está entre as mais baratas, além de gerar menos emissões de gases de efeito estufa. “Enquanto um parque eólico emite apena 7 kg de CO2 por MW gerado, uma hidrelétrica gera 24 kg e uma usina térmica a diesel chega a 180 kg”, explica. A energia solar também foi considerada, “mas é muito cara e menos eficiente, emite 36 kg por MW”.

Xangri-lá foi o local escolhido pela constância dos ventos na região e a proximidade com a rede elétrica, o que reduziu os custos de transmissão. Toda a energia gerada percorre uma linha de 1,2 km até a estação Atlantida 2 da Eletrosul, a companhia de eletricidade do Rio Grande do Sul, e de lá é injetada no Sistema Interligado Nacional (SIN), com crédito para a Honda. A capacidade máxima do parque eólico é de 27 MW/hora (95 mil megawatts por ano), com nove geradores eólicos de 3 MW/hora cada um trabalhando em tempo integral. Tudo depende da intensidade dos ventos, mas é energia suficiente para sustentar o consumo de uma cidade de 35 mil habitantes.

Cada aerogerador comprado da dinamarquesa Vestas custou perto de R$ 9 milhões. “O equipamento consumiu 75% do investimento”, diz Eigi. A instalação das turbinas levou 10 meses para ser concluída dentro do terreno de 3,27 milhões de metros quadrados, que foi arrendado por 20 anos com extensão de mais 10 anos de um proprietário particular – que vai continuar plantando arroz ao redor das torres. A área construída do parque eólico ocupa apenas 55 mil metros quadrados – além das nove turbinas há uma pequena estação de controle e uma subestação que transforma os 34,5 mil Volts gerados em 65 mil para a transmissão até a Eletrosul.

Todo o equipamento é importado: as torres de 94 metros de altura vieram da China, as hélices de três pás, com 55 metros de diâmetro e 15 toneladas, foram compradas nos Estados Unidos e os nove aerogeradores, cada um do tamanho de um ônibus, foram embarcados diretamente da Vestas na Dinamarca. O conjunto tem 150 metros de altura no total e foi assentado sobre uma fundação com 18 estacas que, dependendo do solo, têm de 10 a 18 metros de profundidade e consumiu 40 caminhões de concreto e 33 toneladas de aço para manter a enorme estrutura de pé diante da força dos ventos.

EXPANSÃO

A Honda já estuda a expansão do negócio para fornecer energia limpa a outras operações no Brasil, a fábrica de motos de Manaus (AM), que deverá ser integrada ao SIN em futuro próximo, e a nova planta de automóveis no interior paulista, em Itirapina, que começa a produzir até o fim de 2015. “Itirapina tem a mesma capacidade de Sumaré, em torno de 120 mil carros/ano em dois turnos, portanto precisaríamos de mais um parque igual a este de Xangri-lá. Já para Manaus seria necessário quase o dobro disso, entre 18 e 20 geradores”, prevê Eigi.

O executivo admite a intenção da Honda em ampliar sua geração eólica, mas não confirma quando isso pode acontecer. Ele avalia que não seria possível colocar mais turbinas no mesmo terreno de Xangri-lá: “É necessária distância mínima entre as torres de mil metros, porque se colocar uma muito perto da outra gera turbulência e perde eficiência de geração”, explica. “Por isso provavelmente teremos de procurar outros lugares para instalar um novo parque.”

A eletricidade gerada pela força dos ventos passa por momento de forte expansão, segundo informa Elbia Melo, presidente da Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeólica): “O Brasil é o terceiro país que mais investiu em geração eólica em 2014, atrás só da China e Alemanha. É o segundo país mais atrativo em regime de ventos para este tipo de energia. Com os investimentos feitos este ano passaremos do 13º para o 10º lugar no mundo em capacidade eólica instalada, são 15 gigawatts por ano, o suficiente para abastecer uma capital como Porto Alegre. A perspectiva é de grande crescimento. Em breve essa será a segunda maior fonte de eletricidade no mercado brasileiro”, afirma.

“A Honda é a primeira autoprodutora de energia eólica no Brasil e esse exemplo pioneiro deverá ser seguido por outras empresas”, acredita a presidente da Abeólica. “O vento nordeste que chega a incomodar os turistas aqui agora trabalha para gerar energia limpa. Outros com certeza verão essa oportunidade”, comemora Cilon Rodrigues, prefeito de Xangri-lá, que agora vê fonte de renda para o município onde antes só havia arroz, brejos e ventania.

Fonte: Automotive Business

No dia 19/09 a Nova Equipamentos, representante Pastre na região de Campinas – SP, organizou um jantar com clientes da região. Durante o evento foi entregue uma placa de homenagem ao cliente E. R. G. Garbuio, por ter sido o primeiro transportador no Brasil a realizar o test drive em nosso maior lançamento, o Semirreboque Live Bottom.

A Pastre se sente honrada também em poder contar com grandes parceiros nesse tipo de ação, trabalharemos fortemente para que essa parceria se estenda por longos anos.”

blog-pastre-transfer-dump-race-

Nessa competição o vencedor é aquele que descarrega as duas caixas em menos tempo. O interessante é a forma que a segunda caixa é descarregada.

Assista o vídeo abaixo:

Imagem de Amostra do You Tube

pastre-blog-transporte-melhor-caminhao-do-mundo

A linha de caminhões 797 da Caterpillar é famosa por oferecer alguns dos maiores veículos terrestres do planeta. Esses gigantes de mais de 7 metros de altura e quase 15 metros de comprimento são usados na mineração, sendo extremamente importantes para o transporte de cargas que variam de 360 a 400 toneladas.

Somando essa carga com seu peso estrutural, os caminhões 797 podem chegar a pesar quase 624 toneladas. Em contrapartida, eles não são nada velozes, atingindo velocidades máximas que giram em torno de 65 km/h.

Mas você já parou para pensar como esses enormes veículos chegam até as áreas de mineração? Como você deve imaginar, todo esse peso pode ser muito prejudicial para as estradas convencionais. Assim, a circulação desse tipo de caminhão é proibida em muitos países fora das regiões de escavação.

A saída de transporte do Caterpillar 797 foi evidenciada por um vídeo divulgado no YouTube em 2010, mas que ainda se faz atual. Outros caminhões convencionais são utilizados para distribuir de maneira mais eficiente o peso desse veículo monstruoso, evitando que o asfalto seja danificado.

Fonte: Tecmundo

27211187

Uma resolução do Contran – Conselho Nacional de Trânsito – publicada no Diário Oficial desta terça-feira (2), adia a obrigatoriedade do enlonamento dos caminhões canavieiros para o dia 1º de setembro de 2016. A decisão do Contran leva em conta pleito do setor através do Fórum Nacional Sucroenergético, organismo que reúne os sindicatos e entidades representativas do setor da bioenergia, dentre elas a UDOP.

A resolução, de número 449 e datada de 28 de agosto de 2014, altera a resolução 441, de 28 de maio de 2013, que dispõe sobre o transporte de cargas de sólidos a granel nas vias abertas à circulação pública em todo o território nacional, concedendo prazo para exigência de lona ou dispositivo similar no transporte de cana-de-açúcar.

Com isto, os caminhões canavieiros passam a ser autorizados a circular pelas rodovias municipal, estaduais e federais, sem o uso obrigatório da lona.

Fonte: MidiaNews

blog-pastre-transpes-volvo-fh16-brasil

A Volvo iniciou esta semana as entregas das primeiras unidades dos caminhões FH16, orçados em cerca de R$ 1 milhão e considerados os mais potentes do mundo, com 750 cavalos, para os clientes brasileiros. O modelo, importado da Suécia, tem aplicação no transporte de cargas indivisíveis e operações que exigem alto desempenho da máquina.

De acordo com o diretor de Caminhões da Volvo, Bernardo Fedalto, este modelo é indicado para projetos especiais de transporte. “Estes caminhões vão transportar máquinas, equipamentos e componentes com grandes dimensões e peso, como grupo geradores, transportadores, pás eólicas, vigas, pré-moldados, entre outras, normalmente utilizadas nas indústrias ou em obras de infraestrutura”, explica o executivo.

As empresas compradoras do FH16 estiveram em Curitiba (PR), na fábrica da Volvo, para receber os novos caminhões e, entre elas, estavam a Transpes, de Belo Horizonte (MG), a Transdata, de São Paulo, o Grupo Santin, de Araraquara (SP), a Transportes Pesados Blumenau, de Blumenau (SC), a Transportes Gilson, também de Blumenau e a Opencargo, de Porto Alegre (RS).

Os super caminhões são equipados com motor D16G de 16 litros, capaz de desenvolver 750 cavalos de potência e 2800Nm de torque a uma rotação de 900 rpm. A configuração de eixos do modelo é 8×4. “Estamos trazendo da Europa o mais potente e mais avançado caminhão do mundo para atender uma demanda específica do mercado brasileiro de transportes. Os transportadores de cargas especiais têm agora a oportunidade de adquirir um caminhão com capacidade de tração de até 250 toneladas, motor de 750 cv de potência, torque de 3550 Nm, freio motor VEB mais retarder com potência de frenagem de até 1180cv, e uma caixa de câmbio inteligente I-Shift, entre outros importantes atributos”, complementa Alexander Boni, gerente comercial de caminhões da linha F.

Para o cliente, a aquisição se traduz e aumento de capacidade operacional para o transporte de cargas especiais. O diretor de Logística e Infraestrutura da Transpes, empresa compradora de 8 unidades do FH16, o caminhão de 750 cavalos vai permitir aumento de 20% na capacidade de tração de sua frota. “Teremos mais segurança nas viagens por conta da potência de frenagem auxiliar de mais de 1 mil cavalos de potência”, comenta Alfonso Gonzalez, da Transpes, empresa que roda mais de 30 milhões de quilômetros por ano carregando 1,1 mil toneladas em projetos especiais.

10338568_682178651836753_2058849382510115770_o

A Transpes é um cliente Pastre há muitos anos e também nesse momento estamos realizando uma das maiores entregas de 22 Semirreboque Carrega-Tudo, com 6 modelos diferentes. Sendo:

+ Semirreboque Carrega-Tudo 3 Eixos Plano;

+ Semirreboque Carrega-Tudo 3 Eixos Rebaixado;

+ Semirreboque Carrega-Tudo 4 Eixos Plano;

+ Semirreboque Carrega-Tudo 4 Eixos Extensível;

+ Semirreboque Carrega-Tudo 5 Eixos Extensível;

+ Semirreboque Carrega-Tudo 6 Eixos Plano.

Ficamos muito felizes em fazer parte desta história de sucesso que é a Transpes e também a Opencargo. E parabenizamos as empresas, que assim como nós, contribuem nas Inovações para o Transporte.

Fonte: Transporta Brasil