Mineração Archives - Blog PastrinhoBlog Pastrinho

Inovações para o Transporte

Blog Pastrinho


Arquivo
Mineração

DSC_0005

DSC_0011

 

DSC_0002

Durante os dias 5 e 8 de agosto, a Pastre esteve na feira de mineração Equipomining, que ocorreu em Santa Luzia – MG, apresentando ao mercado dois produtos de sua linha: a Caçamba Basculante Meia Cana e o seu mais recente lançamento, o Semirreboque Live Bottom.

Veja as fotos logo abaixo:

A CAÇAMBA BASCULANTE MEIA CANA já é um produto consagrado de nossa linha desde o ano de 2006 e é um produto constante no evento. Nesta edição da Equipomining, apresentaremos uma “caçamba conceito”, um projeto patenteado desenvolvido em parceria com a Votorantim Cimentos. Resume-se em uma caçamba com diversos itens opcionais customizados especialmente para este nosso parceiro, visando maiores produtividade, resistência e segurança durante a operação. Todo o nosso know how no mercado de mineração nos permitiu desenvolver este projeto único, que mostra nossa capacidade em atender não somente grandes volumes, mas também, demandas específicas de cada cliente, com níveis de exigência e qualidade altos.

O mais recente e talvez mais importante lançamento da Pastre nos últimos meses foi o SEMIRREBOQUE LIVE BOTTOM, um implemento rodoviário que promete revolucionar o mercado de transportes cargas de granéis no Brasil.

O Live Bottom foi projetado como uma alternativa aos semirreboques basculantes, principalmente do modelo “Vanderléia” (com três eixos distanciados). Com o aumento expressivo da aquisição das Vanderléias nos últimos anos, surgiram diversas variações deste modelo de basculante no mercado. Algumas fabricantes fazendo uso do oportunismo, lançaram seus modelos, muitas vezes sem contar com um estudo bem estruturado de engenharia. O resultado foram diversos acidentes com tombamentos, em todas as regiões do Brasil e, em algumas regiões, diversos embarcadores proibiram o uso das Vanderléias Basculantes, independentemente da marca.

Sempre atenta às necessidades de seus clientes, a Pastre estudou este cenário por mais de um ano até chegar à uma solução viável. Diferentemente dos Semirreboques Basculantes, o Live Bottom não faz uso do cilindro hidráulico de elevação da caixa para que ocorra o escoamento da carga, ao contrário disso, dispõe de uma correia em seu assoalho que “empurra” toda a carga para fora do implemento. Uma solução aparentemente simples, mas que, demandou um grande investimento em P&D para adaptar este implemento muito utilizado na América do Norte, às condições e necessidades do transportador brasileiro.

Como não há elevação da caixa de carga, o índice de tombamento durante a operação é reduzido a zero. Neste momento a segurança do operador é colocada em primeiro plano e resolve-se assim as proibições impostas às Vanderléias Basculantes. Bastante versátil, o Live Bottom pode ser utilizado no transporte de grãos, areia, brita, minério de ferro, calcário, entre outros. Contando com dois motores hidráulicos de baixa pressão e redutores planetários que aumentam a tração na correia transportadora, o implemento não fica devendo nada quando se fala em agilidade na descarga, que em média dura cinco minutos. Este sistema permite a utilização do comando hidráulico do caminhão trator comum aos semirreboques basculantes, ou seja, não há necessidade de nenhuma adaptação específica.

Lançado durante a Fenatran 2013 (19º Salão Internacional do Transporte), o Semirreboque Live Bottom causou um grande impacto no público presente, em toda feira não havia outro implemento rodoviário tão inovador. Porém, como é natural do ser humano, tudo que é muito diferente causa desconfiança num primeiro momento. Como a Pastre acredita muito no sucesso de seu Live Bottom – inclusive Live Bottom é hoje uma marca registrada da Pastre no Brasil – disponibilizou desde o início de 2014 duas unidades deste semirreboque para test drive. A intenção é de que os interessados na aquisição do produto sanem todas as suas dúvidas com relação ao seu funcionamento e adequação aos mais diversos tipos de transporte.

Mais uma vez a Pastre comprova sua vocação de empresa inovadora, mostrando ao mercado soluções inteligentes e acima de tudo, viáveis para o transportador rodoviário de cargas. Sem nunca perder o foco no seu cliente, mas, visando sempre a segurança e rentabilidade do negócio.

Emkt_equipomining_2

A Caçamba Basculante Meia-Cana já é um produto consagrado de nossa linha desde o ano de 2006 e é um produto constante no evento. Nesta edição da Equipomining, apresentaremos uma “caçamba conceito”, um projeto patenteado desenvolvido em parceria com a Votorantim Cimentos. Resume-se em uma caçamba com diversos itens opcionais customizados especialmente para este nosso parceiro, visando maiores produtividade, resistência e segurança durante a operação. Todo o nosso know how no mercado de mineração nos permitiu desenvolver este projeto único, que mostra nossa capacidade em atender não somente grandes volumes, mas também, demandas específicas de cada cliente, com níveis de exigência e qualidade altos.

CAÇAMBA MEIA CANA - PASTRE_VOTORANTIM

O mais recente e talvez mais importante lançamento da Pastre nos últimos meses foi o Semirreboque Live Bottom, um implemento rodoviário que promete revolucionar o mercado de transportes cargas de granéis no Brasil.

O Live Bottom foi projetado como uma alternativa aos semirreboques basculantes, principalmente do modelo “Vanderléia” (com três eixos distanciados). Com o aumento expressivo da aquisição das Vanderléias nos últimos anos, surgiram diversas variações deste modelo de basculante no mercado. Algumas fabricantes fazendo uso do oportunismo, lançaram seus modelos, muitas vezes sem contar com um estudo bem estruturado de engenharia. O resultado foram diversos acidentes com tombamentos, em todas as regiões do Brasil e, em algumas regiões, diversos embarcadores proibiram o uso das Vanderléias Basculantes, independentemente da marca.

live-bottom-pastre

Sempre atenta às necessidades de seus clientes, a Pastre estudou este cenário por mais de um ano até chegar à uma solução viável. Diferentemente dos Semirreboques Basculantes, o Live Bottom não faz uso do cilindro hidráulico de elevação da caixa para que ocorra o escoamento da carga, ao contrário disso, dispõe de uma correia em seu assoalho que “empurra” toda a carga para fora do implemento. Uma solução aparentemente simples, mas que, demandou um grande investimento em P&D para adaptar este implemento muito utilizado na América do Norte, às condições e necessidades do transportador brasileiro.

Como não há elevação da caixa de carga, o índice de tombamento durante a operação é reduzido a zero. Neste momento a segurança do operador é colocada em primeiro plano e resolve-se assim as proibições impostas às Vanderléias Basculantes. Bastante versátil, o Live Bottom pode ser utilizado no transporte de grãos, areia, brita, minério de ferro, calcário, entre outros. Contando com dois motores hidráulicos de baixa pressão e redutores planetários que aumentam a tração na correia transportadora, o implemento não fica devendo nada quando se fala em agilidade na descarga, que em média dura cinco minutos. Este sistema permite a utilização do comando hidráulico do caminhão trator comum aos semirreboques basculantes, ou seja, não há necessidade de nenhuma adaptação específica.

Lançado durante a Fenatran 2013 (19º Salão Internacional do Transporte), o Semirreboque Live Bottom causou um grande impacto no público presente, em toda feira não havia outro implemento rodoviário tão inovador. Porém, como é natural do ser humano, tudo que é muito diferente causa desconfiança num primeiro momento. Como a Pastre acredita muito no sucesso de seu Live Bottom – inclusive Live Bottom é hoje uma marca registrada da Pastre no Brasil – disponibilizou desde o início de 2014 duas unidades deste semirreboque para test drive. A intenção é de que os interessados na aquisição do produto sanem todas as suas dúvidas com relação ao seu funcionamento e adequação aos mais diversos tipos de transporte.

Mais uma vez a Pastre comprova sua vocação de empresa inovadora, mostrando ao mercado soluções inteligentes e acima de tudo, viáveis para o transportador rodoviário de cargas. Sem nunca perder o foco no seu cliente, mas, visando sempre a segurança e rentabilidade do negócio.

Robin Young, da Amur Minerals Corp., quer extrair níquel e cobre da Sibéria, onde o inverno proibitivo e as estradas precárias tornam o transporte difícil. Sua melhor opção: fazê-lo pelo ar, por meio de zeppelins.

Do contrário, a exploradora com sede em Londres teria que investir cerca de US$ 150 milhões para construir uma estrada de 350 quilômetros para o transporte de maquinários pesados de construção, disse o CEO Young em uma entrevista. Peter Hambro, presidente executivo da produtora de ouro Petropavlovsk Plc, disse que investiu em uma fabricante de aeronaves e prevê que a indústria de mineração as adotará.

“Construir uma ponte para que passe um Toyota Land Cruiser não é tão caro”, disse Hambro. “Construir uma ponte para que passe uma Caterpillar 777 é muito, muito caro”, disse ele, referindo-se ao caminhão basculante de 87 toneladas usado em minas.

Os fabricantes de zeppelins e dirigíveis (que, diferentemente dos primeiros, não têm uma estrutura interna) precisam dos contratos de mineração para voltarem à vida, 76 anos depois que o Hindenburg pegou fogo e caiu em Nova Jersey, extinguindo o interesse da maioria dos compradores por décadas.
Com designs melhores e um gás flutuante não inflamável, fabricantes como a Worldwide Aeros Corp. e a Hybrid Air Vehicles, do Reino Unido, dizem que estão negociando suas primeiras vendas para a indústria da mineração, de US$ 960 bilhões, para complementar o transporte por caminhões e trens.

A Polyus Gold International Ltd., maior produtora de ouro russa, estudou usar os zeppelins como uma opção para entregar equipamentos pesados em seu projeto Natalka, no extremo leste do país, disse o porta-voz Sergey Lavrinenko. “Ele foi rejeitado, no entanto, porque naquela época não pudemos encontrar uma oferta compatível com o mercado”.

A Hybrid Air, de Cranfield, Inglaterra, está em negociações com duas empresas que fornecem serviços de transporte para empresas mineradoras no Canadá e espera receber pedidos nos próximos dois meses para entrega até 2016, disse o porta-voz da empresa, Chris Daniels. A aeronave terá uma rígida estrutura sob o material inflado para carregar 48 passageiros e a carga, disse ele.

Para os investidores, a opção de uma exploradora como a Amur que use uma aeronave, em vez do levantamento de fundo para financiar uma estrada antes de começar a produção, é atrativa, disse John Meyer, analista da SP Angel Corporate Finance LLP em Londres.

A Worldwide Aeros está construindo aeronaves com cerca de 150 metros de comprimento, com uma estrutura rígida desenhada para transportar cargas de até 250 toneladas a velocidades de mais de 160 quilômetros por hora, segundo o CEO Igor Pasternak.

A empresa está planejando construir frotas de 24 zeppelins para servir setores que necessitam transportar mercadorias, incluindo o de mineração, disse Pasternak. A firma está negociando com potenciais clientes e selando compromissos para o uso do serviço, disse ele.

“Qualquer coisa que nos permita transportar cargas pesadas em terrenos difíceis sem grandes gastos de dinheiro em infraestrutura é atrativa”, disse Hambro, da Petropavlovsk.

Fonte: Exame