Sustentabilidade Archives - Blog PastrinhoBlog Pastrinho

Inovações para o Transporte

Blog Pastrinho


Arquivo
Sustentabilidade

anttmaquete

Santa Catarina terá o primeiro ponto de parada e descanso voltado especialmente para caminhoneiros do Brasil. A ideia é oferecer diversos serviços aos motoristas, principalmente àqueles que transportam cargas perigosas.

A parada será construída no km 145 da BR-116 em Santa Cecília, no Oeste. O projeto foi apresentado na sede da Agência Nacional de Transportes Terrestre (ANTT) na quarta-feira (28).

A área para a parada já está escolhida e a obra deve começar em 120 dias. O presidente da Federação das Empresas de Transportes de Cargas e Logística no Estado de Santa Catarina (Fetrances) acredita que tudo esteja pronto em novembro de 2016.

Objetivo é oferecer aos caminhoneiros serviços como odontologia, fisioterapia, atendimento nutricional, palestras, local de descanso e espaço para refeição, informou o presidente da (Fetrancesc).

Também haverá vagas para 120 caminhões e a possibilidade de se fazer a troca de carga de materiais perigosos.

O projeto é pioneiro, segundo o governo. “Marca o primeiro evento concreto nesse processo de pontos de parada no Brasil”, disse o secretário de Política Nacional de Transportes do Ministério dos Transportes, Herbert Drummond.

Origem da ideia:

A ideia da parada exclusiva surgiu há cinco anos em uma parceria entre a Fetrancesc e a concessionário da BR-116. “Surgiu pela necessidade”, disse o presidente da federação. No mês passado, uma série de reportagens mostrou que a pressão por cumprimento de prazos leva muitos caminhoneiros a usarem drogas.

Segundo a ANTT, um dos objetivos do projeto também é atender a lei nº 13.103/2015, conhecida como lei dos caminhoneiros, que trata da jornada de trabalho e o descanso do motorista de caminhão.

O diretor-geral da ANTT, Jorge Bastos, disse que o projeto é um ponto de partida: “Daqui para frente os projetos que a ANTT vai aprovar nas concessionárias deverão seguir esse padrão”.

Fonte: www.midiatruckbrasil.com

blog-pastre-rodovias-antt

O Ministério dos Transportes divulgou na última sexta-feira (26) o balanço de 2014, no qual mostra os principais resultados de investimentos púbicos e privados feitos em rodovias, ferrovias, hidrovias, além do desempenho do Fundo de Marinha Mercante (FMM) e demais ações da Pasta e das instituições vinculadas.

Com relação ao transporte rodoviário, o governo diz que estão sendo investidos recursos na ampliação da malha rodoviária, objetivando o escoamento daprodução nacional, a ampliação da fronteira agrícola e a segurança no transporte de bens e passageiros, por meio das ações do Programa de Aceleração do Crescimento – PAC.

Em 2014, 516 km de rodovias federais foram construídos, duplicados ou pavimentados. Desde 2011, foram construídos um total de 1.749 km de estradas, além da pavimentação de 597 km e a adequação de mais outros 435 km de rodovias.

Malha ferroviária

O transporte ferroviário tem importância estratégica para o país. As ferrovias possibilitam a movimentação de grandes quantidades de carga por longas distâncias, com fretes competitivos e baixo índice de emissões de poluentes.

Segundo o relatório apresentado pelo ministério, foram concluídos 913,7 km de ferrovias, entre 2011 e 2014, com destaque para a Ferrovia Norte-Sul: trecho Palmas/TO – Anápolis/GO (855 km);  o rebaixamento da Linha Férrea de Maringá (13,2 km); a construção do Contorno Ferroviário de Araraquara/SP e pátio de Tutóia (35,5 km); e a construção do Contorno Ferroviário de Três Lagoas (10 km).

Hidrovias

De acordo com o Ministério, em mais de 6.000 km de hidrovias foram executadas ações para garantir a navegabilidade. Dentre as intervenções, o governo destacou as obras de adequação e melhoria nos corredores dos rios Madeira, Paraná, Paraguai e São Francisco, com destaque para as dragagens de manutenção. Também foi destacado o apoio dado pelo governo federal aos melhoramentos na Hidrovia do Tietê, em São Paulo, com início de obras de dragagem do canal de Anhembi e de ampliação do vão da ponte ferroviária Ayrosa Galvão.

Fonte: Portogente

pastre-daniel-gabardo-implementos-pas-eolicas

A fabricante de implementos rodoviários Pastre, de Quatro Barras (Região Metropolitana de Curitiba), conta com a força dos ventos para se recuperar da forte retração que sofreu no ano passado. Um dos trunfos para voltar a crescer em 2015 é o semirreboque para transporte de pás eólicas, equipamento que a empresa passou a produzir em escala comercial no ano passado e que, logo de saída, respondeu por quase 10% de seu faturamento e a colocou na liderança desse mercado.

INFOGRÁFICO: Veja os índices da indústria brasileira de implementos rodoviários

Reboque abre e fecha

O semirreboque eólico da Pastre é extensível e, portanto, se adapta ao tamanho da pá que será carregada. Fechada, a carreta tem 23,5 metros de comprimento; na abertura máxima, chega a 50 metros. Para facilitar manobras, os eixos são direcionais: eles viram para os lados, obedecendo aos sinais enviados por um componente eletrônico instalado no “pino-rei”, a peça que liga o implemento ao caminhão.

Essas pás, que podem passar de 60 metros de comprimento e pesar mais de 10 toneladas, compõem os “cataventos” gigantes usados na geração de energia eólica. Até pouco tempo atrás, as poucas empresas brasileiras especializadas no transporte dessas peças não tinham alternativa a não ser importar semirreboques da Europa.

A Pastre começou a desenvolver sua “carreta eólica” em 2010 e, dois anos depois, iniciou os testes, em parceria com duas transportadoras. Em 2014, fabricou 35 unidades do produto. “O ano foi difícil para o setor e para a nossa empresa. Mas foi excelente para a área de semirreboques especiais, como o eólico”, diz Daniel Ayres Gabardo, gerente comercial da Pastre.

A meta para este ano é produzir 50 unidades. Mercado existe, e de sobra. A fonte eólica é a que mais cresce na matriz elétrica brasileira: o número de parques em funcionamento no país saltou de 50 para 231 nos últimos quatro anos, e há outros 128 em construção, além de 284 aprovados, segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Cada parque pode abrigar dezenas de aerogeradores, cada um com três pás, o que dá uma dimensão da demanda doméstica por esse tipo de produto. O mercado externo também é relevante: o Brasil abriga a segunda maior fabricante de pás eólicas do mundo, a Tecsis, de Sorocaba (SP), que exporta para vários países.

Apenas a transportadora Irmãos Shinozaki – que leva as pás da Tecsis até o Porto de Santos – planeja comprar mais de 70 carretas eólicas neste ano, da Pastre e de outros fornecedores.

Contenção

O que impede a empresa paranaense de ampliar mais rapidamente a produção é a contenção de investimentos imposta pela crise do setor de implementos. Os principais avanços vêm de ganhos de produtividade: nos últimos dois meses de 2014, um programa desenvolvido pela área de engenharia de processos reduziu o tempo de produção de cada semirreboque em 40%.

Resultados

Empresa prevê reação após queda de 13%

O ano que passou foi o mais difícil desde 2009 para a indústria de implementos rodoviários. Na soma de mercado doméstico e exportações, as vendas caíram 11%, segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Implementos Rodoviários (Anfir).

A Pastre não passou incólume. Em volume, suas vendas caíram cerca de 30%. Mas, como ela se saiu bem em segmentos de preço mais alto, a queda das receitas foi mais suave, de 13%. Ainda assim, um baque para quem vinha de um crescimento de 9% no ano anterior. A retração fez a empresa cortar gastos e demitir cerca de 140 funcionários– hoje emprega 430 pessoas.

Segundo o gerente comercial Daniel Ayres Gabardo, duas das três linhas de produtos da Pastre tiveram bom desempenho em 2014: a de especiais, responsável por 26% do faturamento, e a de caçambas, com 21%. O problema foi o tombo da área de basculantes, origem de 53% das receitas e muito sensível ao desempenho do agronegócio. “Com a queda das cotações dos grãos, os produtores seguraram produto. Sem escoamento, a demanda por implementos caiu”, explica.

Projeção

Para 2015, a Pastre trabalha com três cenários possíveis, do mais favorável ao mais pessimista. O quadro intermediário, que a empresa vê como mais provável, soa otimista: com base na expectativa de retomada das vendas ao setor agrícola, ela projeta uma alta de 30% no faturamento anual, mesmo admitindo que o 1.º trimestre será um dos piores dos últimos tempos.

Há pelo menos dois grandes obstáculos à frente: a lentidão em obras de infraestrutura e construção civil, que tende a afetar as vendas de caçambas, e as novas regras da linha de crédito Finame, do BNDES. Além de pagar juros mais altos, quem for comprar caminhões e implementos não poderá mais financiar 100% do bem.

pastre-blog-2015-energia-agropecuaria-rodotrem

O Brasil terá que prestar atenção nos setores de energia e agropecuária para reduzir a emissão de gases que causam o efeito estufa, afirmam especialistas. Os dois são responsáveis pelo crescimento da quantidade destes poluentes no ar e, para que haja mudança significativa, deverão ser priorizados, segundo o compromisso do país diante da Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP-20), que ocorreu mês passado em Lima, capital do Peru.

“A redução do desmatamento foi muito significativa nos últimos dez anos. O problema deixa de ser este e passa a ser agricultura e energia. O Brasil terá que pensar nisso”, afirmou à Agência Brasil o secretário executivo do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas e diretor da Coppe-UFRJ, Luiz Pinguelli Rosa.


No ano passado, o Brasil emitiu 1,5 milhão de toneladas de dióxido de carbono, das quais 27% foram do setor agropecuário

Situação piorou

No ano passado, o Brasil emitiu cerca de 1,5 milhão de toneladas de dióxido de carbono equivalente, o que representa aumento de 7,8% em relação a 2012 e o maior valor registrado desde 2008. O setor de mudança de uso do solo corresponde a 35% do total das emissões. O setor de energia responde por 30%, seguido pelo agropecuário (27%), o industrial (6%) e o de resíduos (3%). Os números são do Sistema de Estimativa de Emissões de Gases do Efeito Estufa (SEEG), iniciativa do Observatório do Clima.

O SEEG aponta o incremento no uso de energia termoelétrica de fontes fósseis e do consumo de gasolina e diesel como alguns dos principais responsáveis pela reversão da tendência da última década. Para o coordenador de mudanças climáticas e energia da organização não governamental WWF-Brasil, André Nahur, a questão é preocupante por serem estas formas de geração de energia algumas das principais plataformas de desenvolvimento adotadas pelo país. “Para que mudanças sejam implementadas é preciso vontade política de explorar energia eólica, solar. O que tem é um entrave político de resoluções que criam dificuldade para que esse tipo de energia consiga crescer bastante”, disse à Agência Brasil.


A redução do desmatamento foi muito significativa nos últimos dez anos, segundo especialistas.

Longo caminho a percorrer

A COP-20 aprovou o rascunho de acordo para reduzir a poluição, base para pacto global esperado para o ano que vem, em Paris. Delegados de 195 países trabalharam no projeto e vão anunciar nos próximos meses seus compromissos para diminuir as emissões entre 40% e 70% até 2050, com a necessidade de limitar o aumento da temperatura global a 2 graus.

Para especialistas como Pinguelli e Nahur, o documento aprovado é um avanço, mas com lacunas. Os planos de redução serão diferenciados, já que os países desenvolvidos têm responsabilidade histórica pela poluição. No entanto, a questão do financiamento dos países mais ricos para ajudar os países em desenvolvimento deixou a desejar. No relatório final, consta que o montante a ser destinado é facultativo.

“Um dos princípios da convenção é que os países desenvolvidos têm responsabilidade histórica e, portanto, devem ajudar financeiramente os países em desenvolvimento a reduzir as emissões e se adaptarem às mudanças climáticas. É um tema importante que acabou não sendo contemplado plenamente no documento final”, explica André Nahur, da WWF.

Fonte: O Dia

blog-pastre-energia-solar

A presidente Dilma Rousseff afirmou em entrevista coletiva nesta terça-feira (23), durante a Cúpula do Clima, em Nova Iorque, que o Brasil terá a segunda maior expansão em energia solar do mundo no ano que vem, se os demais países mantiverem a expansão atual. Em 2014 a produção de energia solar brasileira era 4.557 megawatts e a projeção para 2015 é de 10.473 megawatts.

Segundo ela, esse avanço é muito significativo, porque que marca a presença de uma fonte alternativa importante, que está estabilizando o seu custo. “Está reduzindo seu custo de kilowatt instalado e também aumentando seu grau de eficiência, que antes era baixo”, comentou.

Ela explicou que, geralmente, as fontes de energia alternativas têm grau de eficiência baixo. Ou seja, a diferença entre a capacidade instalada e o que é efetivamente produzido, é menor do que nas hidrelétricas, por exemplo. Já as térmicas têm aproveitamento ainda maior, mas são mais caras e mais poluentes.

Ela lembrou que o Brasil é um dos poucos países do mundo, ao lado do Canadá, a ter uma forte presença de energia renovável em sua matriz energética, a maior parte dela produzida por hidrelétricas. “Nós, hoje, temos 79% da matriz elétrica brasileira sendo fornecida por fontes renováveis”, disse. E lembrou que essa é uma energia de base, enquanto a energia eólica e solar são complementares da matriz.

Fonte: Blog Planalto
blog-pastre-copadomundo-etanol-brasil-fifa
Durante a Copa do Mundo 2014, veículos da frota de apoio da FIFA, entidade máxima do futebol, serão abastecidos com etanol, combustível feito com cana-de-açúcar.
Segundo a União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica), os carros flex da Hyundai, modelo HB20 Edição Copa do Mundo da FIFA™, já estão utilizando o etanol durante as viagens pelo Brasil.  A montadora coreana é a patrocinadora oficial do evento.
A FIFA, que já tem um programa ambiental para reduzir as emissões de Dióxido de Carbono (CO2) na atmosfera, está usando o combustível justamente para diminuir o impacto poluente de suas atividades.
Para o consultor em Emissões e Tecnologia da Unica, Alfred Szwarc, a iniciativa da entidade é extremamente adequada, pois o etanol de cana, quando comparado com a gasolina, reduz em até 90% as emissões de gases causadores das mudanças climáticas.
“De março de 2003, quando os veículos bicombustíveis foram introduzidos no Brasil, até março de 2014, o uso do etanol nos veículos flex da frota brasileira já evitou a emissão de aproximadamente 240 milhões de toneladas de CO2, o que corresponde a três anos de emissão deste gás por um país do porte do Chile. Já que o aquecimento global é um dos pontos de atenção do ‘Football for the Planet,’ nada melhor do que abastecer os carros com o biocombustível brasileiro.
Fonte: ABCT

cuidar-meio-ambiente

No dia 05 de junho comemora-se o Dia do Meio Ambiente.

A criação da data foi em 1972, em virtude de um encontro promovido pela ONU (Organização das Nações Unidas), a fim de tratar de assuntos ambientais, que englobam o planeta, mais conhecido como conferência das Nações Unidas.

A conferência reuniu 113 países, além de 250 organizações não governamentais, em que a pauta principal abordava a degradação que o homem tem causado ao meio ambiente e os riscos para sua sobrevivência, de tal modo que a diversidade biológica deveria ser preservada acima de qualquer possibilidade.

Nessa reunião, criaram-se vários documentos relacionados às questões ambientais, bem como um plano para traçar as ações da humanidade e dos governantes diante do problema.

A importância da data está relacionada às discussões que se abrem sobre a poluição do ar, do solo e da água; desmatamento; diminuição da biodiversidade e da água potável ao consumo humano, destruição da camada de ozônio, destruição das espécies vegetais e das florestas, extinção de animais, dentre outros.

A partir de 1974, o Brasil iniciou um trabalho de preservação ambiental, através da Secretaria Especial do Meio Ambiente, para levar à população informações acerca das responsabilidades de cada um diante da natureza.

Mas em face da vida moderna, os prejuízos ainda estão maiores. Uma enorme quantidade de lixos é descartada todos os dias, como sacos, copos e garrafas de plástico, latas de alumínio, vidros em geral, papéis e papelões, causando a destruição da natureza e a morte de várias espécies de animais.

A política de reaproveitamento do lixo ainda é muito fraca, em várias localidades ainda não há coleta seletiva; o que aumenta a poluição, pois vários tipos de lixos tóxicos, como pilhas e baterias são descartados de qualquer forma, levando a absorção dos mesmos pelo solo e a contaminação dos lençóis subterrâneos de água.

É importante que a população seja conscientizada dos males causados pela poluição do meio ambiente, assim como de políticas que revertam tal situação.

E cada um pode cumprir com o seu papel de cidadão, não jogando lixo nas ruas, usando menos produtos descartáveis e evitando sair de carro todos os dias. Se cada um fizer a sua parte, o mundo será transformado e as gerações futuras viverão sem riscos.

Fonte: Brasil Escola

blog-pastre-rio-asfalto-borracha

O DER-RJ (Departamento de Estradas de Rodagem) está ampliando a utilização da tecnologia doasfalto borracha na pavimentação de estradas Fluminenses. A previsão é de que mais de 235 quilômetros de rodovias sejam atendidos com o material, que é mais resistente, econômico e, principalmente, menos agressivo ao meio ambiente. Diversas cidades das regiões Norte, Noroeste e Sul Fluminense serão beneficiadas com o asfalto ecológico. O Governo do Estado investe R$ 658 milhões na aplicação da tecnologia.

– Fomos pioneiros no Brasil na utilização de um novo material em termos de pavimentação de rodovias. É o resultado de um grande trabalho de pesquisa e desenvolvimento de tecnologias por parte dos engenheiros do DER. Fomos, inclusive, premiados e reconhecidos internacionalmente por este projeto inovador e sustentável – afirmou o presidente do departamento, Henrique Ribeiro.

Pioneiro no estado, o asfalto borracha foi usado na pavimentação dos 36 quilômetros da RJ-122, entre Guapimirim e Cachoeiras de Macacu. A técnica também foi aplicada nos 5,3 quilômetros da RJ-151, em Mauá-Maringá, distritos dos municípios de Resende e Itatiaia, respectivamente.

No Sul Fluminense, três estradas foram contempladas com este tipo de pavimentação. Entre elas, a RJ-145, rodovia que liga as cidades de Rio Claro e Rio das Flores. A via tem 108 quilômetros de extensão e passa pela intervenção no trecho de 28 quilômetros entre Barra do Piraí e Valença. O Estado vai investir R$ 94,7 milhões na execução da obra, que tem conclusão prevista para outubro.

Outra via beneficiada é a RJ-151. A estrada é uma das responsáveis pela ligação dos estados do Rio e de Minas Gerais. Com 180 quilômetros de extensão, a RJ-151 receberá o asfalto borracha no trecho entre a RJ-147, em Parapeúna, e o entroncamento com a RJ-137 (Divisa Rio-Minas), no município de Valença. Na intervenção, serão aplicados R$ 97,5 milhões, com previsão de término em julho de 2015.

A RJ-125 é o principal elo de ligação da Via Dutra com os municípios de Japeri, Miguel Pereira, Paty do Alferes e Vassouras. A rodovia possui 85 quilômetros de extensão e passa por obras de restauração do pavimento com asfalto borracha, fresagem, drenagem, terraplenagem, contenção e alargamento de ponte no trecho entre Miguel Pereira e Japeri. A recuperação da RJ-125 está recebendo recursos que totalizam R$ 85,7 milhões. A previsão de conclusão das melhorias é dezembro deste ano.

Fonte: Correio do Brasil

blog-pastre-energia-eolica-solar-renovavel-sustentavel

A Bahia será o primeiro estado do país a receber um complexo híbrido de geração de energia eólica e solar, que será construído pela Renova Energia em Caetité, no Sudoeste baiano.

Com investimentos de R$ 130 milhões, o empreendimento terá capacidade instalada de 26,4 megawatts (MW), sendo 21,6 MW de eólicas e 4,8 MWpico de energia solar.

A Renova já recebeu a primeira parcela de R$ 6 milhões do financiamento de R$ 108 milhões firmado com a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) para iniciar a construção da usina, que está prevista para entrar em operação no início de 2016.

O complexo prevê a instalação de cerca de 20 mil placas fotovoltáicas, que serão ligadas a quatro inversores e, em seguida, a uma subestação. A estação também receberá a energia que será produzida pelos parques eólicos. Segundo o presidente da Renova Energia, Mathias Becker, o objetivo é encontrar uma forma economicamente viável de explorar a energia solar no Brasil.

 “Na região de Caetité, as duas fontes são complementares. Na prática, a produção de energia eólica é maior no período noturno, quando a geração de energia solar é praticamente nula. A combinação das duas fontes garante o fornecimento contínuo de energia do projeto e reduz o custo da fonte solar, que separadamente ainda é elevado”, afirmou Becker.

O secretário da Indústria, Comércio e Mineração, James Correia, comemora o pioneirismo. “Nossas jazidas de vento do semiárido baiano agora serão também solares. A Bahia é o único Estado a ter comercializado energia em todos os leilões com contratações realizadas para a fonte eólica, com investimentos de R$ 12 bilhões”.

Correia lembra ainda que o projeto híbrido da Renova além de usar as fontes naturais de forma sustentável, faz com que elas se tornem competitivas em termos de custo. O fornecimento de energia firme do complexo, de 12 MW médios (o equivalente ao consumo de uma cidade com 130 mil pessoas), foi comercializado por meio de um contrato de 20 anos de duração no mercado livre.

Segundo a Renova, a empresa deverá incluir projetos de fonte solar e eólica no leilão de energia do tipo “A-5” (que negocia contratos com início de fornecimento em cinco anos), marcado para 12 de setembro, e no leilão de energia de reserva, ainda em estudo pelo governo. No ano passado, a empresa cadastrou 200 MW de fonte solar no leilão “A-5”.

Fonte: Tribuna da Bahia

pastre-blog-pastrinho-estradas-que-geram-energia-conheca-projeto-solar-roadways

Anos atrás, quando a expressão “aquecimento global”começou a ganhar popularidade, o casal de americanos Julie e Scott Brusaw teve a ideia de substituir o asfalto e superfícies de concreto por painéis fotovoltaicos para gerar energia solar no próprio meio urbano.

Nascia assim o projeto Solar Roadways, painéis rodoviários solares que podem ser instalados em estradas, estacionamentos, calçadas, ciclovias, parques infantis ou em qualquer superfície onde incida sol.

A fim de chegar às vias comerciais, o projeto busca apoio no site de financiamento coletivo Indiegogo para angariar US$ 1 milhão até o final do mês.

O casal afirma que, se todas as rodovias dos EUA fossem cobertas por esses painéis, seria possível gerar três vezes mais energia do que o país consome hoje. Em 2009, a dupla assinou um contrato com a Administração Rodoviária Federal dos EUA para construir o primeiro protótipo, que deu origem a um estacionamento solar, forte o suficiente para aguentar veículos pesados.

Segundo a descrição do projeto, a estrutura serve a outros propósitos além de gerar energia solar.

Em dias de neve, é capaz de aquecer para evitar o acúmulo de gelo, tem ainda LEDs para criar linhas e sinalização rodoviária, e um corredor adjunto para armazenar e tratar águas pluviais.

Fonte: Planeta Sustentável