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Inovações para o Transporte

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A Caçamba Basculante Meia-Cana já é um produto consagrado de nossa linha desde o ano de 2006, desenvolvida especialmente para a Votorantim é considerada uma “caçamba conceito”. Resume-se em uma caçamba com diversos itens opcionais customizados especialmente para este nosso parceiro, visando maiores produtividade, resistência e segurança durante a operação.

Todo o nosso know how no mercado de mineração nos permitiu desenvolver este projeto único, que mostra nossa capacidade em atender não somente grandes volumes, mas também, demandas específicas de cada cliente, com níveis de exigência e qualidade altos.

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Sua Caixa de Carga possui assoalho em madeira de lei, construída em chapa de aço ESTRUTURAL em perfil “U” com a porta traseira com abertura em duas folhas.

Dimensões que variam de 11.6 m (até 992 botijões – 04 fileiras) até 15.15 m (até 1.640 botijões – 05 fileiras).

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O BNDES autorizou os bancos a realizarem o Refinanciamento de operações contratadas no âmbito do Programa BNDES de Financiamento a Caminhoneiros (BNDES Procaminhoneiro) e do Subprograma Bens de Capital do Programa BNDES de Sustentação do Investimento (BNDES PSI), por meio da Circular nº 26/2015. Empresários do setor do transporte de cargas e caminhoneiros possuem até dezembro para fazer a solicitação. A prorrogação foi um dos pedidos da categoria durante as greves realizada entre fevereiro e abril.

De acordo com a circular do BNDES, as operações são destinadas contratos até 31 de dezembro de 2014 para aqueles que financiaram caminhões, chassis, caminhões-tratores, carretas, cavalos-mecânicos, reboques, semirreboques, incluídos os tipos dolly, tanques e afins, carrocerias para caminhões, novos ou usados, sistemas de rastreamento novos, seguro do bem e seguro prestamista.

A medida é valida para aqueles que possuem Receita Operacional Bruta anual ou anualizada até R$ 2,4 milhões, ou seja, empresários individuais, empresas individuais de responsabilidade limitada, sociedades, associações e fundações do segmento de transporte rodoviário.

Como acordado entre a categoria e o governo federal, as condições de refinanciamento tem como objeto de renegociação as 12 primeiras parcelas de amortização com vencimento a partir da formalização da operação pelo BNDES. A circular desta ainda que “Será concedida uma nova carência de 12 (doze) meses a partir da formalização da operação de refinanciamento”.

Apenas uma renegociação poderá ser realizada por operação.

Confira aqui a Circular nº 26/2015 do BNDES.

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Linhas Arredondadas / Menos Dobras / Mais Suave / Mais Resistente

Algumas melhorias estéticas foram adotadas como a coluna do pára-choque com acabamento arredondado (evita o acúmulo de materiais), eixo de articulação da caixa redondo, redução de matéria-prima excedente em algumas situações e otimização de posicionamento de costelas.

A tampa traseira, agora articulada, recebeu um rolete para que deslize sobre o Dolly sem ter que haver o desengate para o basculamento, um grande benefício principalmente para o basculamento em moegas.

Também notamos um novo design da tampa que ficou mais harmonioso, suave e moderno, aliado a redução de peso e um ganho no tempo da produção e aplicação do novo modelo de faixa.

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O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) divulgou circulares comunicando aos agentes financeiros regras e alterações no Programa de Sustentação do Investimento (PSI) e do Programa de Financiamento a Caminhoneiros (Procaminhoneiro). Nos documentos, o BNDES informa a alteração nos programas para possibilitar, nos financiamentos a ônibus, caminhões e carretas, entre outros, a ampliação da participação máxima do banco de fomento para até 90%. Antes, o limite era de até 50% para grandes companhias e de até 70% para micro e pequenas empresas e caminhoneiros.

A diferença agora é que a parcela que exceder os 50% ou os 70%, que pagam as taxas normais do PSI e do Procaminhoneiro, terá incidência de uma taxa “fixa” de juros, a ser divulgada periodicamente pelo BNDES. A taxa “fixa” que vigorará entre 5 e 28 de fevereiro será de 17,24% ao ano, para os beneficiários que tenham renda anual inferior ou igual a R$ 90 milhões, e de 15,74%, para aquelas cuja receita bruta anualizada supera R$ 90 milhões.

Na circular que trata especificamente do Procaminhoneiro, o BNDES também divulga outras alterações no programa. Entre elas, a alteração do prazo total dos financiamentos para 96 meses, incluindo o prazo de carência de até 6 meses, e a alteração da dotação de financiamentos com taxa de juro fixa para o equivalente a R$ 1,4 bilhão.

Setor comemora

A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) comemorou as circulares divulgadas. Para o presidente da entidade, Luiz Moan, a divulgação deve aquecer as vendas de caminhões, que encerraram janeiro com quedas de 44% ante dezembro e de 28,8% em relação ao mesmo mês do ano passado.

Isso porque as instituições financeiras só podem começar a operar as regras dos programas a partir da divulgação desses comunicados. O atraso na publicação dessas regras praticamente paralisou as vendas de caminhões, o que levou algumas empresas a começarem a lançar, nos últimos dias, pacotes próprios de financiamentos às vendas por meio de seus bancos.

Fonte: Paraná Online

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No apagar das luzes de 2014 o governo finalmente apresentou as novas condições para 2015 do PSI, linha de crédito para investimentos do BNDES que no Brasil é responsável por financiar de 70% a 80% das compras de caminhões e ônibus. Apesar de ser uma resposta aos sucessivos apelos dos fabricantes, que aguardavam as novas regras para poder planejar o ano, as notícias não são boas: as taxas de juros subiram substancialmente, os prazos foram reduzidos e, mais importante, o banco de fomento não irá mais financiar 100% do bem, como vinha ocorrendo. Apesar de os juros ainda serem atraentes, a necessidade de entradas de 30% (pequenas e médias empresas) ou 50% (grandes empresas) deve inviabilizar parte importante dos negócios, com potencial para provocar nova queda no mercado de caminhões, que este ano já recua 12%.

As regras do PSI em 2014, que terminou na primeira semana de dezembro, liberavam financiamentos de 100% do valor do bem para compra de caminhões e ônibus, com taxa de 6% ao ano. Em reunião extraordinária na sexta-feira, 19, o Conselho Monetário Nacional (CMN) aumentou o juro da linha para 10% ao ano no caso de grandes empresas, 9.5% aa para pequenas e médias empresas e 9% aa na modalidade Pró-Caminhoneiro, destinada a autônomos.

O porcentual máximo financiável não foi expresso na resolução do CMN, mas segundo informações do Ministério da Fazenda confirmadas pelo BNDES na terça-feira, 23, o crédito via PSI passou a ser de apenas 50% do valor do bem para corporações de grande porte, e de 70% para as pequeno e médio portes. O prazo máximo, que era de 120 meses, caiu para 72 meses (seis anos), com seis meses de carência para iniciar os pagamentos. No caso do Pró-Caminhoneiro, são 96 meses (oito anos), com carência de 24 meses (dois anos).

RETRAÇÃO

Embora o PSI ainda represente a linha mais barata possível para compra de caminhões e ônibus no País, as novas regras vão contra o que vinha sendo pleiteado pelos fabricantes, que avaliam ser fundamental o financiamento de 100% do bem, pois sem isso o negócio requer o desembolso de recursos que a maioria das empresas de transporte não têm. Muitos diziam também que qualquer taxa acima de 7,5% a 8% também poderia afugentar compradores. Para piorar, a redução do prazo do financiamento eleva expressivamente o valor das mensalidades.

Em nota à imprensa, a Associação Nacional dos Fabricantes de Implementos Rodoviários (Anfir), cujos associados também dependem em grande medida das vendas financiadas pela linha do BNDES, avalia que as condições divulgadas do PSI em 2015 devem reduzir as vendas da linha pesada (reboques e semirreboques) do setor no primeiro trimestre do ano – a linha leve, de carrocerias montadas sobre chassis, não deverá sofrer o mesmo impacto, pois segundo a entidade não tem tanta dependência do PSI para vender.

A entidade destaca o impacto da redução da parte financiável pelo PSI. “Se isso acontecer, a indústria espera que os bancos comerciais entrem firmes no complemento do valor dos bens, com taxas competitivas, para motivar os clientes a fazer aquisições sem desembolso de capital de giro, pois 2014 não foi bom para a maioria dos negócios e por isso as empresas terão dificuldades em adquirir novos produtos ou mesmo renovar suas frotas”, diz na nota Alcides Braga, presidente da Anfir.

O dirigente acrescenta, contudo, que outras medidas de reaquecimento da economia ainda podem ser tomadas pelo governo para compensar o provável recuo das vendas no primeiro trimestre, permitindo a recuperação ao longo do ano.

ANO DE AJUSTE FISCAL

Os recursos do PSI destinados a financiar caminhões e ônibus em 2015 somam R$ 16,8 bilhões, mais R$ 1,4 bilhão para o Pró-Caminhoneiro.

Segundo explicou o Ministério da Fazenda, com a necessidade de fazer ajustes fiscais e cortar gastos, o Tesouro Nacional não irá mais subsidiar os empréstimos do BNDES em 2015, o que tornou necessário aumentar as taxas cobradas pela instituição. Nesse sentido, também foi elevada a Taxa de Juro de Longo Prazo (TJLP) de 5% para 5,5% ao ano, que é usada como base para diversas linhas de financiamento do BNDES, inclusive o Finame destinado à compra de caminhões e ônibus, que com as tarifas de retorno e remuneração dos agentes financeiros deverá ter custo total ao tomador de 12% a 13% ao ano em 2015.

Fonte: Automotive Business