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Sua Caixa de Carga possui assoalho em madeira de lei, construída em chapa de aço ESTRUTURAL em perfil “U” com a porta traseira com abertura em duas folhas.

Dimensões que variam de 11.6 m (até 992 botijões – 04 fileiras) até 15.15 m (até 1.640 botijões – 05 fileiras).

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Apesar da queda de 14,4% nas vendas de caminhões no acumulado de janeiro a abril ante igual período de 2014, a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) se diz confiante em medidas adotadas pelo governo que facilitarão a venda de veículos pesados.

A entidade tratou como “divisores de águas” do ano a liberação do Finame PSI simplificado, que colaborou com o crescimento de 17,8% de abril sobre maio, e duas outras medidas que vão gerar impacto positivo a partir deste mês. 

No fim de abril, o BNDES enviou circular aos bancos comunicando que passa a financiar 90%, e não mais 80%, dos veículos comprados pela linha, o que na prática reduz a entrada de 20% para 10%. A instituição também aboliu o limite de crédito de R$ 200 milhões por grupo econômico, o que beneficia diretamente os grandes frotistas, justamente os maiores compradores e usuários do PSI Finame. 

Com isso, representantes dos fabricantes de pesados da Anfavea esperam a recuperação do mercado de caminhões. 

MERCADO INTERNO

Durante o mês de abril foram emplacados 10,9 mil caminhões, alta de 17,8% sobre março, quando ocorreu o carnaval, mas abril também foi afetado por causa da Páscoa, emendada com o feriado de Tiradentes. A alta acentuada sobre o mês anterior se explica pela liberação do Finame PSI simplificado.

As maiores altas mensais ocorreram para os caminhões de maior porte. A venda de pesados somou 4.175 unidades, acréscimo de 26,1% sobre março; a de semipesados atingiu 3.703 emplacamentos, evolução de 20,3%.

RECUO NA PRODUÇÃO

De janeiro a abril de 2014 foram montados no Brasil 55,1 mil caminhões, resultando em queda de 9,8% no confronto com o mesmo período do ano passado. Chama a atenção a redução de 18,9% no volume dos semipesados. No segmento de maior volume, o de pesados, houve discreta alta de 0,5%.

No mês de abril, a produção de todos os segmentos de caminhões totalizou 12,3 mil unidades, queda de 11% ante março justificada pelos estoques elevados. 

EXPORTAÇÕES DE PESADOS CAEM 19,1%

No acumulado até abril, o envio de caminhões ao exterior totalizou 1,8 mil unidades, resultando em alta de 5,9% ante igual período do ano passado. Quando olhado isoladamente, no entanto, o segmento pesado teve importante queda de 19,1%. No período foram produzidas 2,1 mil unidades, ante 2,6 mil nos mesmos meses de 2014. 

RETRAÇÃO TAMBÉM PARA ÔNIBUS 

De janeiro a abril de 2014 foram licenciados 9,2 mil ônibus, volume 11,7% menor que em igual período de 2013. O recuo é menor que o registrado para os caminhões no período, mas os emplacamentos desses veículos também caíram em abril na comparação com março. 

A produção no acumulado até abril teve queda de 2,1%. Foram fabricadas no período 13,3 mil unidades, dos quais 11,2 mil eram urbanos e 2,2, rodoviários. As exportações do setor atingiram 2.076 unidades, resultando em queda de 13,5%. 

– Veja aqui os dados completos da Anfavea.

Fonte: Automotive Business

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Latinhas de alumínio e garrafas PET são os produtos mais comuns no mundo da reciclagem, mas muitos outros artigos – inclusive de grande porte – podem ter um destino mais adequado que o aterro sanitário mais próximo. Na lista desses produtos que podem ser reaproveitados estão itens como caminhões.

VÍDEO: Veja como funciona a reciclagem de caminhões

Em Curitiba, carcaças de veículos acidentados, que ganharam o selo de “perda total” das seguradoras, são reaproveitadas. É o que ocorre na Dex, empresa ligada à montadora Volvo. Ao serem levados para o local, primeiramente os caminhões são classificados em dois grupos: recuperáveis e irrecuperáveis. Para os que não têm mais conserto, o trabalho é de separação das peças por tipo de material e de envio para empresas que vão usar os metais, plásticos, vidros e até a borracha para fabricar outras mercadorias. Cada cabine tem aproximadamente 200 quilos de metais, que são enviados para a Gerdau e se transformam em ferro para a construção civil. Os plásticos viram sacos de lixo. Mesmo materiais contaminantes, como óleos, vão para caldeiras de indústrias.

Recuperáveis

Os veículos que ainda têm salvação, por sua vez, também passam por um processo de separação das peças. Por motivo de segurança, cabine e pneus novos, preservando itens numerados, como chassi e motor. João Domingos Milano, gerente de usados da Volvo, conta que o veículo reciclado é destinado para o público que não tem condições de comprar um veículo zero quilômetro, mas quer um caminhão com garantia.

A empresa faz reciclagem dos caminhões há seis anos. Esse processo evita que o veículo acabe no mercado clandestino ou no meio ambiente. Paulo Turci, executivo da Dex, conta que em escala industrial, a empresa consegue recuperar veículos que são inviáveis para as seguradoras. No ano passado, 60 caminhões foram reciclados.

O preço final de um veículo reciclado varia segundo o modelo e o ano, mas geralmente custa 20% mais que o veículo usado similar vendido por intermediários. Para os casos de caminhões muito velhos ou acidentados sem perda total, ainda não há processo de reciclagem.

Fonte: Gazeta do Povo

Fonte: Youtruckme

 

O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou, na semana passada, o projeto de lei que altera as regras sobre a jornada profissional de motoristas de caminhão, previstas na lei 12.619/2012. A proposta ainda precisa ser apreciada pelo Senado. Conforme o texto, o tempo máximo que o caminhoneiro poderá permanecer ao volante ininterruptamente passa de 4 horas para 5,5 horas e o descanso de 30 minutos poderá ser fracionado.

O descanso obrigatório, de 11 horas para cada 24 horas de trabalho, também poderá ser fracionado e coincidir com os intervalos de 30 minutos. No entanto, o motorista deve observar que 8 horas devem ser contínuas. O projeto ainda prevê que o condutor poderá estender o tempo de direção ininterrupta o quanto for necessário para chegar a algum lugar que ofereça segurança e atendimento. Atualmente, o máximo permitido é uma hora.

A proposta também autoriza que sejam trabalhadas 12 horas seguidas, sendo 4 horas extras. Além disso, indica que, nas viagens de longa distância com duração maior que sete dias, o repouso semanal será de 35 horas e poderá ser fracionado em duas partes. Autoriza, ainda, o acúmulo de três períodos de repouso seguidos, para serem usufruídos no retorno da viagem.

O texto ainda define como tempo de espera aqueles períodos em que o motorista não estiver dirigindo por aguardar carga ou descarga do caminhão, além de fiscalização de mercadoria na alfândega. Se a pausa for maior que duas horas, o tempo será considerado como repouso.

Procargas

Outro ponto do texto cria o Programa de Apoio ao Desenvolvimento do Transporte de Cargas Nacional (Procargas) para estimular o desenvolvimento da atividade de transporte terrestre nacional de cargas. Para custear o programa, seria criada a Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide-cargas), a ser paga pelo expedidor ou embarcador de mercadorias, com alíquota de 1,25% sobre o valor do frete.

Entre as obrigações previstas no projeto para o motorista profissional está a realização periódica de exame toxicológico com janela de detecção de substâncias de 90 dias. O exame será exigido para a renovação e a habilitação das categorias C, D e E e terá de ser realizado nas clínicas cadastradas pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran).

A penalidade que poderá ser aplicada pela polícia rodoviária ao caminhoneiro por descumprir os períodos de repouso passa de grave para média, embora permaneça a retenção do veículo para cumprimento do tempo de descanso. Mas a penalidade será grave se o motorista cometeu outra infração igual nos últimos 12 meses.

O projeto determina a publicação de uma listagem com os locais de descanso e parada que estão à disposição dos caminhoneiros, como estações rodoviárias, refeitórios de empresas ou de terceiros e postos de combustíveis.  Além disso, o poder público terá cinco anos para ampliar a disponibilidade destes pontos nas estradas.

Fonte: Diário do Litoral

A impressionante força dos ventos quase acaba em acidente. Veja o vídeo abaixo:

 

Fonte: Tv Uol