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O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) divulgou circulares comunicando aos agentes financeiros regras e alterações no Programa de Sustentação do Investimento (PSI) e do Programa de Financiamento a Caminhoneiros (Procaminhoneiro). Nos documentos, o BNDES informa a alteração nos programas para possibilitar, nos financiamentos a ônibus, caminhões e carretas, entre outros, a ampliação da participação máxima do banco de fomento para até 90%. Antes, o limite era de até 50% para grandes companhias e de até 70% para micro e pequenas empresas e caminhoneiros.

A diferença agora é que a parcela que exceder os 50% ou os 70%, que pagam as taxas normais do PSI e do Procaminhoneiro, terá incidência de uma taxa “fixa” de juros, a ser divulgada periodicamente pelo BNDES. A taxa “fixa” que vigorará entre 5 e 28 de fevereiro será de 17,24% ao ano, para os beneficiários que tenham renda anual inferior ou igual a R$ 90 milhões, e de 15,74%, para aquelas cuja receita bruta anualizada supera R$ 90 milhões.

Na circular que trata especificamente do Procaminhoneiro, o BNDES também divulga outras alterações no programa. Entre elas, a alteração do prazo total dos financiamentos para 96 meses, incluindo o prazo de carência de até 6 meses, e a alteração da dotação de financiamentos com taxa de juro fixa para o equivalente a R$ 1,4 bilhão.

Setor comemora

A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) comemorou as circulares divulgadas. Para o presidente da entidade, Luiz Moan, a divulgação deve aquecer as vendas de caminhões, que encerraram janeiro com quedas de 44% ante dezembro e de 28,8% em relação ao mesmo mês do ano passado.

Isso porque as instituições financeiras só podem começar a operar as regras dos programas a partir da divulgação desses comunicados. O atraso na publicação dessas regras praticamente paralisou as vendas de caminhões, o que levou algumas empresas a começarem a lançar, nos últimos dias, pacotes próprios de financiamentos às vendas por meio de seus bancos.

Fonte: Paraná Online

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Em reunião realizada na última sexta-feira (14), o Conselho Monetário Nacional (CMN) manteve em R$ 402 bilhões o limite de contratações de empréstimos pelas empresas dentro do Programa de Sustentação do Investimento (PSI) – implementado por meio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Por meio deste programa, o governo concede crédito com juros baixos, subsidiados pelo Tesouro Nacional, em linhas de crédito voltadas para o investimentos. Apesar do limite global não ter sido alterado, houve mudança dos recursos liberados para algumas linhas de crédito, informou o Ministério da Fazenda nesta segunda-feira (17). “A razão dessa alteração é haver alguns programas com menor disponibilidade orçamentária e outros com maior”, esclareceu o governo.

A linha de crédito para aquisição de ônibus e caminhões, por exemplo, terá mais R$ 3 bilhões, ao mesmo tempo em que os financiamentos para compra de bens de capital (máquinas e equipamentos para produção) terão mais R$ 2,5 bilhões. Já o chamado PSI Rural, que financia a aquisição de máquinas e equipamentos agrícolas novos, como tratores, colheitadeiras, por exemplo, terá mais R$ 3 bilhões para empréstimos ao setor produtivo.

Por outro lado, os programas Proengenharia, PSI transformadores e PSI Inovação, terão, respectivamente, R$ 1,6 bilhão, R$ 2,6 bilhões e R$ 4 bilhões a menos em crédito, informou o Ministério da Fazenda. Os limites aprovados para estes programas foram reduzidos nesta proporção pelo Conselho Monetário Nacional.

“O Programa de Sustentação do Investimento (PSI), criado em 2009 e operado por meio de repasses do BNDES para a rede de agentes financeiros, busca estimular a produção, aquisição e exportação de bens de capital e a inovação tecnológica”, lembrou o governo federal. O CMN é formado pelos ministros da Fazenda, Guido Mantega, do Planejamento, Miriam Belchior, e pelo presidente do Banco Central, Alexandre Tombini.

Fonte: Frota & Cia

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A Caixa Econômica Federal deve iniciar nas próximas semanas as primeiras liberações de recursos aos produtores rurais para financiamento de máquinas e implementos agrícolas novos, além de caminhões. Os pedidos de empréstimo encaminhados pelos agricultores estão sob análise do banco. Os financiamentos poderão ser contratados por pessoa física, pessoa jurídica ou por cooperativas.

A linha de crédito para a aquisição de máquinas, implementos agrícolas e caminhões tem recursos do programa de Financiamento de Máquinas e Equipamentos (Finame Agrícola) do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e começou a ser operada pela CAIXA na safra atual – 2014/2015. Estas operações estão previstas dentro do Programa de Sustentação de Investimentos (PSI) do BNDES.

Pelas regras do BNDES, podem ser financiados pelo Finame Agrícola as máquinas, implementos agrícolas, caminhões, bens de informática e automação novos, incluídos conjuntos e sistemas industriais, destinados à produção agropecuária, desde que tenham sido produzidos no Brasil. Estes bens devem apresentar índice de nacionalização mínimo de 60%, em valor e peso, ou cumprir o Processo Produtivo Básico (PPB), que são as etapas de produção mínimas necessárias para a fabricação de um determinado produto como uma das contrapartidas aos benefícios fiscais.

As condições que a CAIXA oferece aos produtores, empresas agrícolas e cooperativas no Finame Agrícola são as seguintes:

– Produtores ou pessoa jurídica com faturamento anual inferior a R$ 90 milhões: juros de 4,5% e prazo de pagamento do empréstimo de até 10 anos incluída a carência neste prazo;

– Produtores ou pessoa jurídica com faturamento anual superior a R$ 90 milhões: taxa de 6% anuais com pagamento podendo ser feito em até 10 anos.

– Pessoas físicas para financiamento de caminhões: juro de 6% e prazo de pagamento de até 10 anos.

A CAIXA fixou o limite de financiamento em R$ 10 milhões por proposta. Com isso, o produtor poderá ter mais de um empréstimo para aquisição de máquinas e implementos.

No Plano de Safra 2014/2014, o governo programou recursos de R$ 4,5 bilhões para o PSI Rural, que terá os juros variando de 4,5% a 6% ao ano, sem limite de crédito por tomador. O prazo de pagamento será de 10 anos com três de carência.

Fonte: Caixa

Atuando há 15 anos no setor agrícola no Brasil, o Banco CNH Industrial Capital (Banco CNHI) inova neste mercado e lança, durante a Agrishow 2014, uma linha de crédito inédita: o Finame Agrícola destinado a caminhões da marca Iveco, com pagamentos semestrais, isto é, totalmente voltado às características sazonais do produtor rural.

A nova linha de financiamento, criada em parceria com o Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES) difere do Pro Caminhoneiro na forma de pagamento e no número de veículos a serem financiados. O Finame Agrícola para Caminhões do Banco CNHI permite a aquisição de até três caminhões Iveco, voltados ao agronegócio, por CPF. Os juros são de 6% ao ano e seguem as condições do Programa de Sustentação do Investimento (PSI). Para o diretor comercial da Iveco, Alcides Cavalcanti, essa modalidade que estreia em Ribeirão Preto, durante a Agrishow, é uma ferramenta muito importante para o produtor incrementar sua logística por meio do acesso a veículos extremamente eficientes, produtivos e com baixos custos de manutenção e de serviços.“O agronegócio é responsável por um grande número de vendas de caminhões ao longo do ano, em todos os segmentos, desde os comerciais leves aos extrapesados, utilizados para o escoamento da safra. Com a nova modalidade oferecida pelo Banco CNHI, iremos oferecer uma solução sob medida para o produtor rural, tornando a aquisição de um veículo Iveco ainda mais vantajosa”, avalia ele.
“Essa modalidade de financiamento, com pagamentos semestrais, se encaixa perfeitamente no fluxo de caixa dos produtores rurais“, explica o Diretor Comercial do Banco CNHI para o Segmento Transportes, Jucivaldo Feitosa.
O Banco CNHI pertence ao grupo CNH Industrial Capital, braço financeiro da CNH Industrial, empresa global de bens de capital para os segmentos: agrícola, construção, transportes, motores e geração de energia. Atuando há 40 anos em todo o mundo e há 15 anos no Brasil, tornou-se um dos maiores repassadores do Finame Agrícola do país e hoje tem presença em aproximadamente 160 concessionários, distribuídos em mais de 470 pontos de venda (Iveco são 110) pontos de vendas das cinco marcas que financia, 300 funcionários e escritórios em Curitiba (PR), Belo Horizonte (MG), Recife (PE), Brasília (DF), Sorocaba (SP), São Paulo (SP), Cuiabá (MT) e Garín (Argentina).
Com a incorporação da marca Iveco à sua carteira de operações de crédito de caminhões e veículos, a projeção de crescimento do Banco CNHI para 2014 é de aproximadamente 20%.
Fonte: SEGS

O BNDES enviou ofício à ANFIR onde confirma a volta do modelo simplificado para agilizar a liberação do financiamento no âmbito do PSI/Finame. No mesmo documento a instituição informa que não tem como flexibilizar o spread bancário cobrado pelos agentes financeiros e nem como realizar vistoria nos produtos, trabalho que deve ser feito aos bancos onde os contratos de crédito são assinados.
O ofício vem assinado por Claudio Bernardo Guimarães de Moraes, superintendente da Área de Operações Indiretas do BNDES.

Fonte: ANFIR