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Inovações para o Transporte

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A Anfir (Associação Nacional dos Fabricantes de Implementos Rodoviários) e o MDA (Ministério do Desenvolvimento Agrário) firmaram, no dia 18/8, um acordo de dois anos que tem como objetivo facilitar o financiamento de implementos por agricultores cadastrados no Mais Alimentos, programa do Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar).

Além disso, a Abimaq (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos) também renovou o contrato firmado com o Ministério para mais dois anos.

Com isso, os implementos, máquinas e equipamentos utilizados para fim agrícola poderão ser financiados pelos pequenos agricultores com a linha de crédito disponível pelo BNDES com juros que variam de 2,5% ao ano para compras de até R$ 10 mil; 4,5% anual para uma ou mais operações com valor entre R$ 10 mil e R$ 30 mil; e também de 5,5% ao ano para operações acima de R$ 30 mil.

Fonte: Transporta Brasil

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O BNDES autorizou os bancos a realizarem o Refinanciamento de operações contratadas no âmbito do Programa BNDES de Financiamento a Caminhoneiros (BNDES Procaminhoneiro) e do Subprograma Bens de Capital do Programa BNDES de Sustentação do Investimento (BNDES PSI), por meio da Circular nº 26/2015. Empresários do setor do transporte de cargas e caminhoneiros possuem até dezembro para fazer a solicitação. A prorrogação foi um dos pedidos da categoria durante as greves realizada entre fevereiro e abril.

De acordo com a circular do BNDES, as operações são destinadas contratos até 31 de dezembro de 2014 para aqueles que financiaram caminhões, chassis, caminhões-tratores, carretas, cavalos-mecânicos, reboques, semirreboques, incluídos os tipos dolly, tanques e afins, carrocerias para caminhões, novos ou usados, sistemas de rastreamento novos, seguro do bem e seguro prestamista.

A medida é valida para aqueles que possuem Receita Operacional Bruta anual ou anualizada até R$ 2,4 milhões, ou seja, empresários individuais, empresas individuais de responsabilidade limitada, sociedades, associações e fundações do segmento de transporte rodoviário.

Como acordado entre a categoria e o governo federal, as condições de refinanciamento tem como objeto de renegociação as 12 primeiras parcelas de amortização com vencimento a partir da formalização da operação pelo BNDES. A circular desta ainda que “Será concedida uma nova carência de 12 (doze) meses a partir da formalização da operação de refinanciamento”.

Apenas uma renegociação poderá ser realizada por operação.

Confira aqui a Circular nº 26/2015 do BNDES.

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No apagar das luzes de 2014 o governo finalmente apresentou as novas condições para 2015 do PSI, linha de crédito para investimentos do BNDES que no Brasil é responsável por financiar de 70% a 80% das compras de caminhões e ônibus. Apesar de ser uma resposta aos sucessivos apelos dos fabricantes, que aguardavam as novas regras para poder planejar o ano, as notícias não são boas: as taxas de juros subiram substancialmente, os prazos foram reduzidos e, mais importante, o banco de fomento não irá mais financiar 100% do bem, como vinha ocorrendo. Apesar de os juros ainda serem atraentes, a necessidade de entradas de 30% (pequenas e médias empresas) ou 50% (grandes empresas) deve inviabilizar parte importante dos negócios, com potencial para provocar nova queda no mercado de caminhões, que este ano já recua 12%.

As regras do PSI em 2014, que terminou na primeira semana de dezembro, liberavam financiamentos de 100% do valor do bem para compra de caminhões e ônibus, com taxa de 6% ao ano. Em reunião extraordinária na sexta-feira, 19, o Conselho Monetário Nacional (CMN) aumentou o juro da linha para 10% ao ano no caso de grandes empresas, 9.5% aa para pequenas e médias empresas e 9% aa na modalidade Pró-Caminhoneiro, destinada a autônomos.

O porcentual máximo financiável não foi expresso na resolução do CMN, mas segundo informações do Ministério da Fazenda confirmadas pelo BNDES na terça-feira, 23, o crédito via PSI passou a ser de apenas 50% do valor do bem para corporações de grande porte, e de 70% para as pequeno e médio portes. O prazo máximo, que era de 120 meses, caiu para 72 meses (seis anos), com seis meses de carência para iniciar os pagamentos. No caso do Pró-Caminhoneiro, são 96 meses (oito anos), com carência de 24 meses (dois anos).

RETRAÇÃO

Embora o PSI ainda represente a linha mais barata possível para compra de caminhões e ônibus no País, as novas regras vão contra o que vinha sendo pleiteado pelos fabricantes, que avaliam ser fundamental o financiamento de 100% do bem, pois sem isso o negócio requer o desembolso de recursos que a maioria das empresas de transporte não têm. Muitos diziam também que qualquer taxa acima de 7,5% a 8% também poderia afugentar compradores. Para piorar, a redução do prazo do financiamento eleva expressivamente o valor das mensalidades.

Em nota à imprensa, a Associação Nacional dos Fabricantes de Implementos Rodoviários (Anfir), cujos associados também dependem em grande medida das vendas financiadas pela linha do BNDES, avalia que as condições divulgadas do PSI em 2015 devem reduzir as vendas da linha pesada (reboques e semirreboques) do setor no primeiro trimestre do ano – a linha leve, de carrocerias montadas sobre chassis, não deverá sofrer o mesmo impacto, pois segundo a entidade não tem tanta dependência do PSI para vender.

A entidade destaca o impacto da redução da parte financiável pelo PSI. “Se isso acontecer, a indústria espera que os bancos comerciais entrem firmes no complemento do valor dos bens, com taxas competitivas, para motivar os clientes a fazer aquisições sem desembolso de capital de giro, pois 2014 não foi bom para a maioria dos negócios e por isso as empresas terão dificuldades em adquirir novos produtos ou mesmo renovar suas frotas”, diz na nota Alcides Braga, presidente da Anfir.

O dirigente acrescenta, contudo, que outras medidas de reaquecimento da economia ainda podem ser tomadas pelo governo para compensar o provável recuo das vendas no primeiro trimestre, permitindo a recuperação ao longo do ano.

ANO DE AJUSTE FISCAL

Os recursos do PSI destinados a financiar caminhões e ônibus em 2015 somam R$ 16,8 bilhões, mais R$ 1,4 bilhão para o Pró-Caminhoneiro.

Segundo explicou o Ministério da Fazenda, com a necessidade de fazer ajustes fiscais e cortar gastos, o Tesouro Nacional não irá mais subsidiar os empréstimos do BNDES em 2015, o que tornou necessário aumentar as taxas cobradas pela instituição. Nesse sentido, também foi elevada a Taxa de Juro de Longo Prazo (TJLP) de 5% para 5,5% ao ano, que é usada como base para diversas linhas de financiamento do BNDES, inclusive o Finame destinado à compra de caminhões e ônibus, que com as tarifas de retorno e remuneração dos agentes financeiros deverá ter custo total ao tomador de 12% a 13% ao ano em 2015.

Fonte: Automotive Business

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No apagar das luzes de 2014 o governo finalmente apresentou as novas condições para 2015 do PSI, linha de crédito para investimentos do BNDES que no Brasil é responsável por financiar de 70% a 80% das compras de caminhões e ônibus. Apesar de ser uma resposta aos sucessivos apelos dos fabricantes, que aguardavam as novas regras para poder planejar o ano, as notícias não são boas: as taxas de juros subiram substancialmente, os prazos foram reduzidos e, mais importante, o banco de fomento não irá mais financiar 100% do bem, como vinha ocorrendo. Apesar de os juros ainda serem atraentes, a necessidade de entradas de 30% (pequenas e médias empresas) ou 50% (grandes empresas) deve inviabilizar parte importante dos negócios, com potencial para provocar nova queda no mercado de caminhões, que este ano já recua 12%.

As regras do PSI em 2014, que terminou na primeira semana de dezembro, liberavam financiamentos de 100% do valor do bem para compra de caminhões e ônibus, com taxa de 6% ao ano. Em reunião extraordinária na sexta-feira, 19, o Conselho Monetário Nacional (CMN) aumentou o juro da linha para 10% ao ano no caso de grandes empresas, 9.5% aa para pequenas e médias empresas e 9% aa na modalidade Pró-Caminhoneiro, destinada a autônomos.

O porcentual máximo financiável não foi expresso na resolução do CMN, mas segundo informações do Ministério da Fazenda confirmadas pelo BNDES na terça-feira, 23, o crédito via PSI passou a ser de apenas 50% do valor do bem para corporações de grande porte, e de 70% para as pequeno e médio portes. O prazo máximo, que era de 120 meses, caiu para 72 meses (seis anos), com seis meses de carência para iniciar os pagamentos. No caso do Pró-Caminhoneiro, são 96 meses (oito anos), com carência de 24 meses (dois anos).

Veja a tabela logo abaixo:

  GRANDES MÉDIAS E PEQUENAS AUTÔNOMO
JUROS AO ANO 10% 9,5% 9,0%
% FINANCIÁVEL 50% 70% 70%
PRAZO DE PAGAMENTO 72 meses 72 meses 96 meses
CARÊNCIA 6 meses 6 meses 24 meses

RETRAÇÃO

Embora o PSI ainda represente a linha mais barata possível para compra de caminhões e ônibus no País, as novas regras vão contra o que vinha sendo pleiteado pelos fabricantes, que avaliam ser fundamental o financiamento de 100% do bem, pois sem isso o negócio requer o desembolso de recursos que a maioria das empresas de transporte não têm. Muitos diziam também que qualquer taxa acima de 7,5% a 8% também poderia afugentar compradores. Para piorar, a redução do prazo do financiamento eleva expressivamente o valor das mensalidades.

Em nota à imprensa divulgada na terça-feira, 23, a Associação Nacional dos Fabricantes de Implementos Rodoviários (Anfir), cujos associados também dependem em grande medida das vendas financiadas pela linha do BNDES, avalia que as condições divulgadas do PSI para 2015 devem reduzir as vendas da linha pesada (reboques e semirreboques) do setor no primeiro trimestre do ano – a linha leve, de carrocerias montadas sobre chassis, não deverá sofrer o mesmo impacto, pois segundo a entidade não tem tanta dependência do PSI para vender.

A entidade destaca o impacto da redução da parte financiável pelo PSI. “Se isso acontecer, a indústria espera que os bancos comerciais entrem firmes no complemento do valor dos bens, com taxas competitivas, para motivar os clientes a fazer aquisições sem desembolso de capital de giro, pois 2014 não foi bom para a maioria dos negócios e por isso as empresas terão dificuldades em adquirir novos produtos ou mesmo renovar suas frotas”, diz na nota Alcides Braga, presidente da Anfir.

O dirigente acrescenta, contudo, que outras medidas de reaquecimento da economia ainda podem ser tomadas pelo governo para compensar o provável recuo das vendas no primeiro trimestre, permitindo a recuperação ao longo do ano.

ANO DE AJUSTE FISCAL

Os recursos do PSI destinados a financiar caminhões e ônibus em 2015 somam R$ 16,8 bilhões, mais R$ 1,4 bilhão para o Pró-Caminhoneiro.

Segundo explicou o Ministério da Fazenda, com a necessidade de fazer ajustes fiscais e cortar gastos, o Tesouro Nacional não irá mais subsidiar os empréstimos do BNDES em 2015, o que tornou necessário aumentar as taxas cobradas pela instituição. Nesse sentido, também foi elevada a Taxa de Juro de Longo Prazo (TJLP) de 5% para 5,5% ao ano, que é usada como base para diversas linhas de financiamento do BNDES, inclusive o Finame destinado à compra de caminhões e ônibus, que com as tarifas de retorno e remuneração dos agentes financeiros deverá ter custo total ao tomador de 12% a 13% ao ano em 2015.

Abaixo segue o link do site BNDS:
http://www.bndes.gov.br/SiteBNDES/bndes/bndes_pt/Institucional/Apoio_Financeiro/Programas_e_Fundos/Psi/psi_bk.html

Fonte: Automotive Business

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Apesar da queda de 14,4% nas vendas de caminhões no acumulado de janeiro a abril ante igual período de 2014, a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) se diz confiante em medidas adotadas pelo governo que facilitarão a venda de veículos pesados.

A entidade tratou como “divisores de águas” do ano a liberação do Finame PSI simplificado, que colaborou com o crescimento de 17,8% de abril sobre maio, e duas outras medidas que vão gerar impacto positivo a partir deste mês. 

No fim de abril, o BNDES enviou circular aos bancos comunicando que passa a financiar 90%, e não mais 80%, dos veículos comprados pela linha, o que na prática reduz a entrada de 20% para 10%. A instituição também aboliu o limite de crédito de R$ 200 milhões por grupo econômico, o que beneficia diretamente os grandes frotistas, justamente os maiores compradores e usuários do PSI Finame. 

Com isso, representantes dos fabricantes de pesados da Anfavea esperam a recuperação do mercado de caminhões. 

MERCADO INTERNO

Durante o mês de abril foram emplacados 10,9 mil caminhões, alta de 17,8% sobre março, quando ocorreu o carnaval, mas abril também foi afetado por causa da Páscoa, emendada com o feriado de Tiradentes. A alta acentuada sobre o mês anterior se explica pela liberação do Finame PSI simplificado.

As maiores altas mensais ocorreram para os caminhões de maior porte. A venda de pesados somou 4.175 unidades, acréscimo de 26,1% sobre março; a de semipesados atingiu 3.703 emplacamentos, evolução de 20,3%.

RECUO NA PRODUÇÃO

De janeiro a abril de 2014 foram montados no Brasil 55,1 mil caminhões, resultando em queda de 9,8% no confronto com o mesmo período do ano passado. Chama a atenção a redução de 18,9% no volume dos semipesados. No segmento de maior volume, o de pesados, houve discreta alta de 0,5%.

No mês de abril, a produção de todos os segmentos de caminhões totalizou 12,3 mil unidades, queda de 11% ante março justificada pelos estoques elevados. 

EXPORTAÇÕES DE PESADOS CAEM 19,1%

No acumulado até abril, o envio de caminhões ao exterior totalizou 1,8 mil unidades, resultando em alta de 5,9% ante igual período do ano passado. Quando olhado isoladamente, no entanto, o segmento pesado teve importante queda de 19,1%. No período foram produzidas 2,1 mil unidades, ante 2,6 mil nos mesmos meses de 2014. 

RETRAÇÃO TAMBÉM PARA ÔNIBUS 

De janeiro a abril de 2014 foram licenciados 9,2 mil ônibus, volume 11,7% menor que em igual período de 2013. O recuo é menor que o registrado para os caminhões no período, mas os emplacamentos desses veículos também caíram em abril na comparação com março. 

A produção no acumulado até abril teve queda de 2,1%. Foram fabricadas no período 13,3 mil unidades, dos quais 11,2 mil eram urbanos e 2,2, rodoviários. As exportações do setor atingiram 2.076 unidades, resultando em queda de 13,5%. 

– Veja aqui os dados completos da Anfavea.

Fonte: Automotive Business

Quem possui veículos com mais de 30 anos e presta serviço na Zona Portuária pode financiar a JURO ZERO a compra de um novo caminhão com prazo de até 96 meses para pagar, sem entrada.

A partir do dia 22 de abril até o final de agosto, os caminhoneiros da Baixada Santista que prestam serviço no Porto de Santos poderão dar entrada no financiamento do Programa Renova SP diretamente no posto do Poupatempo Santos. A Desenvolve SP – Agência de Desenvolvimento Paulista, instituição financeira do Governo do Estado que opera o programa, contará com uma base de atendimento no local para atender os caminhoneiros que desejam financiar a compra de um caminhão novo a juro zero.

O Renova SP, Programa de Incentivo à Renovação da Frota de Caminhões, foi criado para substituir veículos com 30 anos ou mais com objetivo de reduzir a emissão de gases causadores do efeito estufa e contribuir para a melhoria do trânsito na região e das condições de segurança e de qualidade de vida dos caminhoneiros. Com prazo para pagar o financiamento em até 96 meses (8 anos), sem entrada, e carência máxima de 6 meses, o programa é destinado a caminhoneiros autônomos que prestam serviços no Porto de Santos, limitando o financiamento a um caminhão por beneficiário.

Os recursos são da Linha BNDES Pró-caminhoneiro com a equalização dos juros feita pelo Governo do Estado para prestações pagas em dia. Como condição, o novo caminhão financiado terá que atender normas internacionais de emissão de poluentes e o veículo antigo deverá ser retirado de circulação e suas peças totalmente inutilizadas por empresas especializadas participantes do programa e licenciadas pela CETESB. O valor arrecadado com a pesagem da sucata é revertido para o caminhoneiro.

“Estamos trabalhando para incentivar a renovação de frotas de caminhões antigos e promover melhorias no meio ambiente, na segurança,  no trânsito e na qualidade de vida de todos. Esperamos que o novo posto no Poupatempo de Santos amplie o alcance do programa para que possamos atender mais caminhoneiros”, diz Milton Luiz de Melo Santos, presidente da Desenvolve SP.

O atendimento no posto será feito às terças e quintas, das 8h às 17h.
O Poupatempo está localizado na 
Rua João Pessoa, 246, região Central de Santos.

Em caso de dúvidas é possível ligar no Disque Poupatempo – 0800 772 36 33 ou para a Desenvolve SP (11) 3123-0464.

Até o momento, a Desenvolve SP já realizou mais de R$ 12 milhões em financiamentos por meio do Renova SP. No site da instituição, o interessado pode simular seu financiamento para saber exatamente quanto irá pagar em cada parcela, além de baixar uma cartilha elaborada com todas as informações e condições para participar e dar início à solicitação do crédito: www.desenvolvesp.com.br/portal.php/renova-sp. Também é possível buscar mais orientações na COOPSLOG (Cooperativa de Transporte e Logística De Santos), na Acesp (Associação dos Caminhoneiros do Estado de São Paulo) e no Sindicam-Santos (Sindicado dos Caminhoneiros Autônomos da Baixada). Os atendimentos prestados pela Desenvolve SP e parceiros não são cobrados.

Sobre a Desenvolve SP

A Desenvolve SP – Agência de Desenvolvimento Paulista é uma instituição financeira do governo do Estado de São Paulo que promove, desde 2009, o desenvolvimento sustentável do Estado por meio de operações de crédito consciente e de longo prazo para pequenas e médias empresas paulistas.

Sobre o Poupatempo

O Poupatempo é um programa do Governo do Estado, coordenado pela Secretaria de Gestão Pública que, desde a inauguração do primeiro posto, em 1997, já prestou mais de 391,5 milhões de atendimentos. Atualmente conta com 39 unidades de atendimento instaladas na capital, Grande São Paulo, interior e litoral.

Fonte: Segs