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Inovações para o Transporte

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As Leis nº 12.619, de abril de 2012, e 13.103, de março de 2015, popularmente conhecidas como “Lei dos Caminhoneiros”, tratam sobre o exercício da profissão de motorista profissional de transporte de cargas e de passageiros com especial enfoque no regramento da jornada de trabalho e do tempo de direção. Tratam também sobre os locais de parada e descanso.

A existência de locais de parada e descanso, denominado como Pontos de Parada e Descanso (PPD), à beira da estrada, que permitam a parada segura do veículo e possibilitem o repouso necessário ao profissional, é essencial para o efetivo cumprimento da Lei.

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Dentro das diversas ações a serem desenvolvidas nas esferas federal, estadual e municipal para o cumprimento da Lei dos Caminhoneiros, coube ao Ministério dos Transportes (MT), juntamente com suas entidades vinculadas, Agência nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), realizar o levantamento e a divulgação dos trechos das rodovias federais que dispõem de locais de descanso adequados, ou seja, atendem aos requisitos de segurança, sanitárias e de conforto.

As condições de segurança, sanitárias e de conforto desses locais foram estabelecidas pela portaria do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) nº 944, de julho de 2015.

De acordo com a avaliação de gestores do Ministério dos Transportes, a implantação dos PPD trará benefícios não só para os profissionais, como também para os estabelecimentos e à sociedade. Entre as vantagens destacam-se: diminuição dos acidentes por falhas humanas devido ao cansaço; redução de roubos e furtos; desestímulo às práticas de prostituição e uso de drogas; e estímulo à modernização dos estabelecimentos.

  Relação dos Trechos com Pontos de Parada e Descanso

Tamanho do arquivo: 39,50 KB
  Mapa dos Pontos de Parada e Descanso

Tamanho do arquivo: 228,39 KB
Fonte: ANTT

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A Industria Metalúrgica Pastre é finalista em um dos prêmios mais importantes e disputados do segmento automotivo no Brasil: o Prêmio Autodata 2015. A empresa foi indicada para a categoria de Produtora de Implementos Rodoviários, sendo que a divulgação da vencedora será anunciada no mês de novembro.

O Prêmio AutoData, um dos reconhecimentos mais importantes e disputados da indústria automotiva brasileira, chega neste ano à sua décima-quinta edição. O corpo de jornalistas da AutoData Editora escolheu na terça-feira, 7, aqueles que foram eleitos como Os Melhores do Setor Automotivo 2015. Entraram para o seleto rol de escolhidos 51 empresas em 21 categorias, além de quatro executivos em Personalidade do Ano e mais dezenove veículos, em suas categorias respectivas.

Esta é considerada a primeira fase da premiação, também conhecida como o Oscar do setor automotivo nacional. A partir de agora estes concorrerão, em segunda etapa, ao reconhecimento máximo do Prêmio AutoData 2015, por meio de voto direto dos assinantes da revista AutoData e da Agência AutoData de Notícias, bem como dos participantes do Congresso AutoData Perspectivas 2016, que ocorrerá em 20 e 21 de outubro.

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O plenário da Câmara aprovou na noite da última quarta-feira a medida provisória que corrige progressivamente a tabela do imposto de renda, com reajustes escalonados de 6.5%, 5,5%, 5% e 4,5%. A correção progressiva beneficia as faixas de renda menor, que terão correção maior da tabela, de 6,5%. Para quem tem renda salarial maior, a correção é de 4,5%. O governo, no entanto, sofreu duas derrotas: o texto original enviado ao Congresso foi alterado para dar aos professores o direito de deduzir do IR despesas com compras de livros. Também foi aprovada a isenção de PIS/Cofinspara óleo diesel, uma reivindicação dos caminhoneiros.

A oposição tentou modificar o texto e garantir a correção retroativa a janeiro deste ano, mas foi derrotada. A correção retroativa apenas a primeiro de abril deste ano foi mantida. Também foi derrotada a emenda que dava correção de 6.5% para todos. A MP segue agora para votação no Senado.

O governo tentou evitar a aprovação da isenção de PIS/ Cofins para diesel, lembrando que esse tema está em discussão em outra comissão, além não ter a ver com Imposto de Renda. Mas não conseguiu evitar a aprovação da emenda. Foram 231 votos a favor e 143 contra. Deputados da base aliada ajudaram a derrotar o governo.

“Esse MP é fruto de acordo que fizemos lá atrás”, apelou o líder do governo na Câmara, José Guimarães (PT-CE).

A emenda que beneficia os professores, de autoria do líder do PPS, Rubens Bueno (PR) foi aprovada por 222 votos sim e 199 votos não. Segundo a emenda, os professores e seus dependentes poderão deduzir, até o limite do desconto com educação, os gastos com a compra de livros. Bueno afirmou que a medida beneficiará 2,3 milhões de professores.

O governo foi obrigado a negociar com sua base aliada a edição dessa MP depois que a presidente Dilma Rousseff vetou a correção de 6,5% do IR aprovada pelo Congresso no ano passado. O governo trabalhava por uma correção de 4,5%, mas pressionado pelos parlamentares, acabou cedendo depois de longa negociação. Os parlamentares ameaçavam derrubar o veto da presidente Dilma.

As negociações foram feitas por ministros do governo, entre eles o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, que deslocou-se ao Congresso pessoalmente, várias vezes, para conversar com os presidente das duas Casas e parlamentares aliados. O acordo foi patrocinado pelo PMDB. Com a correção escalonada, o governo deixará de arrecadar cerca de R$ 6 bilhões em 2015. O governo também aceitou modificar a vigência da correção: queria que o reajuste só valesse a partir de maio, mas cedeu e permitiu correção a partir de abril.

Fonte: Jornal Globo

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Nesta quinta-feira (4), o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) apresentou o novo modelo de placa veicular, que entrará em vigor no Mercosul em janeiro de 2016, por meio da Resolução 510, publicada no Diário Oficial da União.

As novas placas prometem ser mais seguras e conter dispositivos para dificultar a sua falsificação ou produção clandestina. No Brasil, a clonagem de placas veiculares é elevada. Além da sua utilização criminosa por quadrilhas de roubos de veículos, há inúmeros casos de proprietários que utilizam placas frias para driblar a fiscalização eletrônica e, assim, evitar as multas de trânsito.

O coordenador Rone Barbosa explicou que futuramente será possível uma integração entre os dados dos países do grupo Mercosul. “Essa ação permitirá um controle mais rigoroso do transporte de cargas, transporte de passageiros e também de carros particulares entre esses países”, afirmou.

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As novas placas terão o fundo branco, com quatro letras e três números, utilizadas na maioria dos países devido ao contraste com a combinação alfanumérica, o que permite melhor visualização e leitura pela fiscalização eletrônica.

A categoria dos veículos será indicada pela cor da combinação alfanumérica: particular (preta), comercial/aprendizagem (vermelha), oficial (azul), experiência (verde), diplomático (dourado) e colecionador (prateado). Será utilizado um filme na cor da categoria dos veículos com inscrições de segurança.

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Atualmente, as placas de identificação veicular são produzidas livremente e sem qualquer controle na sua forma semiacabada. Depois, são vendidas para pequenas e médias empresas credenciadas pelos Detran’s que estampam e pintam a numeração alfanumérica. As placas semiacabadas do Mercosul serão fabricadas por empresas credenciadas pelo Denatran. Estas empresas, integradas ao Denatran, serão responsáveis por controlar sistematicamente o uso de cada chapa.

Não haverá troca de placas dos veículos já emplacados no Brasil. As novas placas do padrão Mercosul serão obrigatórias a partir de 01/01/2016 para os veículos novos, aqueles transferidos de município e com troca de categoria.

Fonte: Carplace
 Semirreboque Extensível Pastre

Semirreboque Extensível Pastre

Começou a funcionar o primeiro parque eólico de um fabricante de veículos no Brasil. A aposta é que a força dos ventos de Xangri-lá (RS), que no verão costuma incomodar os turistas em férias no litoral gaúcho, seja suficiente para suprir com folga todo o consumo de energia elétrica de 70 mil megawatts por ano da fábrica de automóveis da Honda em Sumaré (SP). “Este investimento (de R$ 100 milhões) vai reduzir em 30% as emissões de CO2 da nossa planta e evitar a emissão de 2,2 milhões de toneladas por ano”, explica Carlos Eigi, presidente da Honda Energy, subsidiária criada especialmente para administrar o novo negócio, único da companhia em todo o mundo.

“Nosso foco não é financeiro, mas atender nossas metas de sustentabilidade (de reduzir em 30% das emissões globais de CO2 no período de 2000 a 2020 em todas as operações do grupo)”, destacou Eigi durante a inauguração do primeiro parque eólico da Honda no mundo, na quarta-feira, 26.

Mesmo que a intenção não seja essa, a geração eólica parece ser um bom negócio também. O executivo não revela o custo da energia gerada em Xangri-lá, mas admite que o preço do megawatt “é de 40% a 45% mais barato do que a energia comprada hoje da CPFL para Sumaré”. Segundo ele, o investimento deverá ser pago em sete anos. Como Xangri-lá tem capacidade para gerar 95 mil MW por ano e Sumaré consome 70 mil, se os ventos gaúchos forem favoráveis podem ainda sobrar 25 mil MW/ano que entram como crédito na conta de luz da Honda.

“Há cerca de dois anos começamos a estudar formas de mudar nossa matriz energética para fontes mais limpas nas operações no Brasil e chegamos à conclusão que a geração eólica era o melhor caminho”, explica o presidente da Honda Energy. Ele cita que essa fonte tem pouco impacto ambiental e está entre as mais baratas, além de gerar menos emissões de gases de efeito estufa. “Enquanto um parque eólico emite apena 7 kg de CO2 por MW gerado, uma hidrelétrica gera 24 kg e uma usina térmica a diesel chega a 180 kg”, explica. A energia solar também foi considerada, “mas é muito cara e menos eficiente, emite 36 kg por MW”.

Xangri-lá foi o local escolhido pela constância dos ventos na região e a proximidade com a rede elétrica, o que reduziu os custos de transmissão. Toda a energia gerada percorre uma linha de 1,2 km até a estação Atlantida 2 da Eletrosul, a companhia de eletricidade do Rio Grande do Sul, e de lá é injetada no Sistema Interligado Nacional (SIN), com crédito para a Honda. A capacidade máxima do parque eólico é de 27 MW/hora (95 mil megawatts por ano), com nove geradores eólicos de 3 MW/hora cada um trabalhando em tempo integral. Tudo depende da intensidade dos ventos, mas é energia suficiente para sustentar o consumo de uma cidade de 35 mil habitantes.

Cada aerogerador comprado da dinamarquesa Vestas custou perto de R$ 9 milhões. “O equipamento consumiu 75% do investimento”, diz Eigi. A instalação das turbinas levou 10 meses para ser concluída dentro do terreno de 3,27 milhões de metros quadrados, que foi arrendado por 20 anos com extensão de mais 10 anos de um proprietário particular – que vai continuar plantando arroz ao redor das torres. A área construída do parque eólico ocupa apenas 55 mil metros quadrados – além das nove turbinas há uma pequena estação de controle e uma subestação que transforma os 34,5 mil Volts gerados em 65 mil para a transmissão até a Eletrosul.

Todo o equipamento é importado: as torres de 94 metros de altura vieram da China, as hélices de três pás, com 55 metros de diâmetro e 15 toneladas, foram compradas nos Estados Unidos e os nove aerogeradores, cada um do tamanho de um ônibus, foram embarcados diretamente da Vestas na Dinamarca. O conjunto tem 150 metros de altura no total e foi assentado sobre uma fundação com 18 estacas que, dependendo do solo, têm de 10 a 18 metros de profundidade e consumiu 40 caminhões de concreto e 33 toneladas de aço para manter a enorme estrutura de pé diante da força dos ventos.

EXPANSÃO

A Honda já estuda a expansão do negócio para fornecer energia limpa a outras operações no Brasil, a fábrica de motos de Manaus (AM), que deverá ser integrada ao SIN em futuro próximo, e a nova planta de automóveis no interior paulista, em Itirapina, que começa a produzir até o fim de 2015. “Itirapina tem a mesma capacidade de Sumaré, em torno de 120 mil carros/ano em dois turnos, portanto precisaríamos de mais um parque igual a este de Xangri-lá. Já para Manaus seria necessário quase o dobro disso, entre 18 e 20 geradores”, prevê Eigi.

O executivo admite a intenção da Honda em ampliar sua geração eólica, mas não confirma quando isso pode acontecer. Ele avalia que não seria possível colocar mais turbinas no mesmo terreno de Xangri-lá: “É necessária distância mínima entre as torres de mil metros, porque se colocar uma muito perto da outra gera turbulência e perde eficiência de geração”, explica. “Por isso provavelmente teremos de procurar outros lugares para instalar um novo parque.”

A eletricidade gerada pela força dos ventos passa por momento de forte expansão, segundo informa Elbia Melo, presidente da Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeólica): “O Brasil é o terceiro país que mais investiu em geração eólica em 2014, atrás só da China e Alemanha. É o segundo país mais atrativo em regime de ventos para este tipo de energia. Com os investimentos feitos este ano passaremos do 13º para o 10º lugar no mundo em capacidade eólica instalada, são 15 gigawatts por ano, o suficiente para abastecer uma capital como Porto Alegre. A perspectiva é de grande crescimento. Em breve essa será a segunda maior fonte de eletricidade no mercado brasileiro”, afirma.

“A Honda é a primeira autoprodutora de energia eólica no Brasil e esse exemplo pioneiro deverá ser seguido por outras empresas”, acredita a presidente da Abeólica. “O vento nordeste que chega a incomodar os turistas aqui agora trabalha para gerar energia limpa. Outros com certeza verão essa oportunidade”, comemora Cilon Rodrigues, prefeito de Xangri-lá, que agora vê fonte de renda para o município onde antes só havia arroz, brejos e ventania.

Fonte: Automotive Business

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Capitalizados após uma sequência de safras lucrativas nos últimos anos, os Estados Unidos têm combatido os preços baixos segurando as vendas. No momento em que a colheita da safra 2014/15 entra na reta final no país, a comercialização de grãos no mercado físico norte-americano fica restrita à soja, apurou a Expedição Safra 2014/15 durante o roteiro de mais de 2 mil quilômetros que cumpriu pelo Corn Belt na última semana. Apesar de ter perdido quase um terço de seu valor no pior momento do ano, a oleaginosa ainda tem preços mais remuneradores que os do milho, que já não cobrem os custos de produção no país.

A estratégia tem beneficiado o Brasil, que acumula estoques recordes do cereal após dois anos de safras cheias e agora aproveita a oportunidade para desovar seus excedentes no mercado internacional. A resistência dos produtores norte-americanos em se desfazer de sua produção possibilitou ao Brasil sustentar exportações acima da marca das 2 milhões de toneladas num período em que, historicamente, a competição com o produto dos EUA tende a desacelerar os embarques nacionais.

Somente em outubro, 3,18 milhões de toneladas de milho saíram dos portos brasileiros rumo ao exterior – a marca deve ser mantida nos próximos meses. Produtores norte-americanos relataram aos técnicos e jornalistas da Expedição que pretendem segurar o milho em seus armazéns pelo menos até fevereiro, o que poderia ajudar o Brasil a manter suas exportações aquecidas também no primeiro semestre de 2015, a exemplo do que ocorreu nos últimos dois anos.

“Vendi o pouco que consegui colher até o início de outubro para aproveitar os prêmios de entressafra. Mas, agora, com o bushel a menos de US$ 3,50 no mercado físico, esse milho que está da lavoura vai direto para o armazém”, relata Bill Rhea. Com espaço suficiente para estocar 15 mil toneladas de grãos na propriedade que mantém em Arlington (Nebraska), ele afirma estar preparado para segurar a produção por até um ano, à espera de preços melhores. Apenas para cobrir os custos de produção, precisaria vender o cereal a US$ 4 por bushel.

Mais armazém

Do campo ao armazém: Matt McGinnis, de Indianola, investe em silos para estocar a produção recorde
Os preços em queda incentivaram Matt McGinnis a investir na compra de um complexo de cinco silos com capacidade para estocar perto de 2 mil toneladas em Indianola, na região central de Iowa. “Vou estrear os armazéns com lotação total. Guardar a produção também tem custo, mas a esses preços não tem como vender. É prejuízo na certa”, diz o produtor.

Com capacidade estática para armazenar cerca de 600 milhões de toneladas de grãos, os EUA teriam, em tese, espaço de sobra para guardar toda a safra 2014/15, estimada pelo USDA em 474,4 milhões de toneladas. Na prática, contudo, não é o que vem ocorrendo. Pilhas de milho a céu aberto e silos-bolsa lotados de grãos – uma imagem bastante comum no Cerrado brasileiro e nos Pampas argentinos – é um cenário cada vez mais frequente no Corn Belt. “Com área e produtividade recorde, essa é sem dúvida a nossa maior safra de soja de todos os tempos. Mesmo no milho, que teve o plantio reduzido, a produção será gigantesca. Vai ser difícil arranjar espaço para tanto grão”, resume Terry Bline, gerente em uma unidade de recebimento de grãos em Roanoke, na região central de Illinois.

Preços

Rick (esq.) e Grant Kimberly finalizam a colheita da soja em Iowa com produtividade acima de 4 mil kg/ha
Em meio a produção recorde, mercado encontra fôlego para subir

Apesar da chuva, que continua interrompendo os trabalhos no campo, os produtores norte-americanos conseguiram tirar o atraso e praticamente encerrar a colheita da soja na última semana e agora avançam para a metade final da tarefa no milho. Mas, mesmo diante da confirmação de uma safra histórica no país, as cotações dos grãos têm encontrado espaço para reagir no mercado internacional nas últimas semanas.

Os preços da soja, que no pior momento do ano chegaram a ameaçar romper a barreira dos US$ 9 por bushel na Bolsa de Chicago, hoje trabalham acima dos US$ 10, com os contratos referentes à colheita sul-americana sinalizando cotações próximas aos US$ 10,50/bushel. O milho, que em setembro chegou a bater em US$ 3,20/bushel, ganhou cerca de US$ 0,50 desde então e retomou o patamar de US$ 3,70, com os vencimentos mais distantes já de volta à casa dos US$ 4/bushel.

“Nas vendas antecipadas, conseguimos negociar soja a US$ 12/bushel e milho a US$ 5/bushel. Quando o mercado começou a cair, interrompemos a venda, mas talvez essa seja uma boa hora para voltar ao mercado e comercializar mais uma parcela da produção”, detalha Rick Kimberly, de Maxwell (Iowa).

No Brasil, o mercado doméstico acompanhou o movimento e, alentado também pelo dólar (que bate nos R$ 2,50), oferece aos produtores mais de R$ 60 pela saca de soja e perto de R$ 20 pela saca de milho em várias praças do Paraná. Com a safra recorde nos EUA já precificada, o mercado olha agora para a América do Sul e, diante do atraso nos trabalhos de plantio da nova safra, adiciona o chamado prêmio de risco às cotações.

Fonte: Gazeta do Povo

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A presidente Dilma Rousseff afirmou em entrevista coletiva nesta terça-feira (23), durante a Cúpula do Clima, em Nova Iorque, que o Brasil terá a segunda maior expansão em energia solar do mundo no ano que vem, se os demais países mantiverem a expansão atual. Em 2014 a produção de energia solar brasileira era 4.557 megawatts e a projeção para 2015 é de 10.473 megawatts.

Segundo ela, esse avanço é muito significativo, porque que marca a presença de uma fonte alternativa importante, que está estabilizando o seu custo. “Está reduzindo seu custo de kilowatt instalado e também aumentando seu grau de eficiência, que antes era baixo”, comentou.

Ela explicou que, geralmente, as fontes de energia alternativas têm grau de eficiência baixo. Ou seja, a diferença entre a capacidade instalada e o que é efetivamente produzido, é menor do que nas hidrelétricas, por exemplo. Já as térmicas têm aproveitamento ainda maior, mas são mais caras e mais poluentes.

Ela lembrou que o Brasil é um dos poucos países do mundo, ao lado do Canadá, a ter uma forte presença de energia renovável em sua matriz energética, a maior parte dela produzida por hidrelétricas. “Nós, hoje, temos 79% da matriz elétrica brasileira sendo fornecida por fontes renováveis”, disse. E lembrou que essa é uma energia de base, enquanto a energia eólica e solar são complementares da matriz.

Fonte: Blog Planalto

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As rodovias pedagiadas do país registraram em agosto o pior fluxo de veículos pesados dos últimos dois anos. Desde julho de 2012 não se via um movimento tão fraco de caminhões nas estradas, segundo a Associação Brasileira das Concessionárias de Rodovias (ABCR). O indicador, útil para estimar a tendência do Produto Interno Bruto (PIB), reflete a morosidade da atividade econômica nos últimos meses.

INFOGRÁFICO: Veja a evolução do fluxo de caminhões no Brasil e no Paraná desde 2010

Queda no movimento amplia defasagem do frete

A busca pela manutenção do mercado em um momento de queda no número de pedidos aumenta ainda mais a defasagem no reajuste das tarifas de frete de cargas no país. Segundo um estudo da Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC&Logística), a discrepância chega a 9,66%.

Neste ano, o preço do frete de caminhão teve a menor alta desde 2011, e o aumento médio foi menor que a inflação. O custo da carga fracionada subiu 2,79% e a carga única, 4,85%.

A associação realizou uma pesquisa com 400 empresas do setor e 13,3% dos entrevistados ofereceram descontos aos seus clientes, ao invés de realizarem reajustes. “É uma briga de mercado característica para estes momentos de crise”, diz Sebastião Almagro, membro do conselho de infraestrutura da MV Consultoria.

Segundo o assessor técnico e engenheiro de transportes da NTC, Lauro Valdívia, além da disputa de mercado, a desaceleração do aumento ocorre por causa da estabilidade no preço do diesel, da queda no preço dos caminhões e da desoneração da folha salarial.

“Existem fatores positivos e negativos para a estagnação dos preços, mas ainda existe uma defasagem que desequilibra os custos e receitas”, completa Valdívia.

O índice da ABCR mostra uma queda gradual no fluxo dos veículos pesados, a partir de março deste ano. De julho para agosto, a queda foi de 0,5%. “Coincide com o período em que a indústria se afundou no pior momento da crise. Em julho houve respiro para a atividade industrial, mas, de resto, vemos uma trajetória de enfraquecimento”, afirma a economista Alessandra Ribeiro, da Tendências, consultoria que auxilia a associação de concessionárias a realizar os cálculos de fluxo.

Segundo a economista, o fluxo mais baixo de caminhões é uma consequência da queda de pedidos de frete, causada pela queda na produção industrial e a desaceleração do comércio. “O índice é mais um dos que funciona como um termômetro da economia no país, assim como os índices de confiança da indústria, consumo de energia e produção de veículos. Todos estão bastante baixos e antecipam que a recuperação econômica pode tardar para acontecer”, completa.

Em relação a agosto do ano passado, o fluxo de veículos pesados caiu 6,5% no país. No acumulado do ano, a queda é de 2,6%.

Os dados do Paraná acompanham o movimento nacional. De janeiro a agosto, a movimentação dos veículos pesados no estado apresentou uma queda de 3,3%. No confronto de agosto com o mesmo mês de 2013, o fluxo caiu 4,3%.

Menos pedidos

Segundo o diretor da transportadora MC Cargas, Marcel Carvalho, a queda no fluxo é reflexo do arrefecimento nos pedidos e até do cancelamento de contratos. “Isso varia muito de empresa para empresa, mas tem clientes que trabalham com dois ou três fornecedores de transporte e estão cancelando parte dos contratos por causa da queda de volume”, afirma.

Segundo ele, isso afeta principalmente transportadoras que atuam como terceirizadas de indústrias que também contam com frota própria. “Essas indústrias ajustam sua logística para depender menos das transportadoras terceirizadas. Com isso, menos caminhões rodam nas estradas”, completa.

Para o membro do conselho de infraestrutura da MV Consultoria, Sebastião Almagro, a indústria deve se recuperar nos próximos meses e, com isso, o movimento nas estradas tende a aumentar. “Ainda serão momentos difíceis, mas o pior momento foi nesta transição de semestre”, completa.

Fonte: GazetadoPovo

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A Caixa Econômica Federal deve iniciar nas próximas semanas as primeiras liberações de recursos aos produtores rurais para financiamento de máquinas e implementos agrícolas novos, além de caminhões. Os pedidos de empréstimo encaminhados pelos agricultores estão sob análise do banco. Os financiamentos poderão ser contratados por pessoa física, pessoa jurídica ou por cooperativas.

A linha de crédito para a aquisição de máquinas, implementos agrícolas e caminhões tem recursos do programa de Financiamento de Máquinas e Equipamentos (Finame Agrícola) do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e começou a ser operada pela CAIXA na safra atual – 2014/2015. Estas operações estão previstas dentro do Programa de Sustentação de Investimentos (PSI) do BNDES.

Pelas regras do BNDES, podem ser financiados pelo Finame Agrícola as máquinas, implementos agrícolas, caminhões, bens de informática e automação novos, incluídos conjuntos e sistemas industriais, destinados à produção agropecuária, desde que tenham sido produzidos no Brasil. Estes bens devem apresentar índice de nacionalização mínimo de 60%, em valor e peso, ou cumprir o Processo Produtivo Básico (PPB), que são as etapas de produção mínimas necessárias para a fabricação de um determinado produto como uma das contrapartidas aos benefícios fiscais.

As condições que a CAIXA oferece aos produtores, empresas agrícolas e cooperativas no Finame Agrícola são as seguintes:

– Produtores ou pessoa jurídica com faturamento anual inferior a R$ 90 milhões: juros de 4,5% e prazo de pagamento do empréstimo de até 10 anos incluída a carência neste prazo;

– Produtores ou pessoa jurídica com faturamento anual superior a R$ 90 milhões: taxa de 6% anuais com pagamento podendo ser feito em até 10 anos.

– Pessoas físicas para financiamento de caminhões: juro de 6% e prazo de pagamento de até 10 anos.

A CAIXA fixou o limite de financiamento em R$ 10 milhões por proposta. Com isso, o produtor poderá ter mais de um empréstimo para aquisição de máquinas e implementos.

No Plano de Safra 2014/2014, o governo programou recursos de R$ 4,5 bilhões para o PSI Rural, que terá os juros variando de 4,5% a 6% ao ano, sem limite de crédito por tomador. O prazo de pagamento será de 10 anos com três de carência.

Fonte: Caixa

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Na próxima quarta-feira, dia 20, dirigentes de entidades de classe ligadas ao setor de transportes irá se reunir com o ministro Mauro Borges, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, para entregar oficialmente a proposta do Plano de Renovação de Frota elaborada pelo grupo, em conjunto com o governo. Foi o que o informou o Conselheiro do Sindipeças, Renato Simenauer, durante palestra sobre o tema realizada no 24º Congresso da Fenabrave, encerrado ontem em Curitiba.

“É a primeira vez que uma coalizão de entidades se une em torno da proposta”, comentou Renato, ao adiantar que o Plano prevê a substituição de 30 mil caminhões a cada ano, a partir do 7º ano de implantação. Os veículos deverão ter mais de 30 anos de uso e serão obrigatoriamente sucateados, para impedir sua volta ao mercado, entre outras exigências.

Outra novidade do programa, segundo o vice-presidente da Anfavea, Luiz Carlos Gomes Moraes, é a criação de uma tabela de preços para veículos usados, acrescida de um valor adicional, para estimular a venda e o sucateamento do bem. A iniciativa conta com o apoio do assessor da diretoria do BNDES, Samy Kopit, que também participou do debate. “O delta desse fator de indução ainda não está definido, mas é consenso que isso tem uma função social”, explicou o executivo, ao afirmar que o Plano não cria nenhum déficit fiscal. Ao seu ver, o Programa é estruturante, pelo fato de melhorar a condição do transporte e possibilitar a redução do Custo Brasil. Em complemento, Samy explica que a iniciativa vai aumentar a arrecadação e reduzir as despesas com acidentes, seguros e emissões de poluentes.

Margarete Gandini, coordenadora geral da Indústria Automotiva do MDIC disse, por sua vez, que todas as minutas dos atos legais para aprovação do Plano já estão prontas. Mas, ressalva, “por força da legislação eleitoral, nada disso poderá ser aprovado antes das eleições de outubro”, insinuando que, em caso de reeleição, esta seria uma das primeiras medidas da presidente Dilma em seu segundo mandato.

Fonte: Frota&cia