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A Pastre entregou no mês de julho mais um Semirreboque Carrega Tudo exclusivo para a WEG. Esse equipamento foi desenvolvimento especialmente para esse cliente e toda a sua customização foi feita com base na necessidade apresentada.

Além de possuir uma plataforma vazada e o pescoço mais baixo, possuí suspensão pneumática, rodas de alumínio e capacidade técnica para 45 toneladas.

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Sempre à procura de novas tendências e preocupada com a geração de energia através de fontes limpas e renováveis, a PASTRE desenvolveu um semirreboque exclusivo para atender o mercado de energia eólica.

Produzido com tecnologia de ponta 100% brasileira, oferece uma solução inteligente e inovadora para o transporte das pás de todos os tamanhos.

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Semirreboque Carrega Tudo Extensível Lagartixa 5 eixos.

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A resolução Contran Nº 520, de 29 de janeiro de 2015 que revoga a Resolução 603/82 e estabelece os requisitos mínimos para a circulação de veículos com dimensões excedentes aos limites estabelecidos pelo departamento, o que inclui desde CVC’s (rodotrem, bitrem, treminhão, etc) até os veículos usados no transporte de cargas indivisíveis excedentes em peso e/ou dimensões.

A principal novidade trazida por essa resolução é a possibilidade do uso de placas de sinalização de advertência bi-partida, que, aliás, trata-se de um pleito encaminhado ao Denatran pelo Sindipesa.

Essa era uma reclamação permanente de muitas transportadoras que sofriam com uma interpretação equivocada da legislação, principalmente por agentes da PRF, lembra João Batista Dominici, vice-presidente executivo do Sindipesa.

Clique aqui e confira a Resolução 520/2015 na íntegra.

Fonte: Frota&Cia
 Semirreboque Extensível Pastre

Semirreboque Extensível Pastre

Começou a funcionar o primeiro parque eólico de um fabricante de veículos no Brasil. A aposta é que a força dos ventos de Xangri-lá (RS), que no verão costuma incomodar os turistas em férias no litoral gaúcho, seja suficiente para suprir com folga todo o consumo de energia elétrica de 70 mil megawatts por ano da fábrica de automóveis da Honda em Sumaré (SP). “Este investimento (de R$ 100 milhões) vai reduzir em 30% as emissões de CO2 da nossa planta e evitar a emissão de 2,2 milhões de toneladas por ano”, explica Carlos Eigi, presidente da Honda Energy, subsidiária criada especialmente para administrar o novo negócio, único da companhia em todo o mundo.

“Nosso foco não é financeiro, mas atender nossas metas de sustentabilidade (de reduzir em 30% das emissões globais de CO2 no período de 2000 a 2020 em todas as operações do grupo)”, destacou Eigi durante a inauguração do primeiro parque eólico da Honda no mundo, na quarta-feira, 26.

Mesmo que a intenção não seja essa, a geração eólica parece ser um bom negócio também. O executivo não revela o custo da energia gerada em Xangri-lá, mas admite que o preço do megawatt “é de 40% a 45% mais barato do que a energia comprada hoje da CPFL para Sumaré”. Segundo ele, o investimento deverá ser pago em sete anos. Como Xangri-lá tem capacidade para gerar 95 mil MW por ano e Sumaré consome 70 mil, se os ventos gaúchos forem favoráveis podem ainda sobrar 25 mil MW/ano que entram como crédito na conta de luz da Honda.

“Há cerca de dois anos começamos a estudar formas de mudar nossa matriz energética para fontes mais limpas nas operações no Brasil e chegamos à conclusão que a geração eólica era o melhor caminho”, explica o presidente da Honda Energy. Ele cita que essa fonte tem pouco impacto ambiental e está entre as mais baratas, além de gerar menos emissões de gases de efeito estufa. “Enquanto um parque eólico emite apena 7 kg de CO2 por MW gerado, uma hidrelétrica gera 24 kg e uma usina térmica a diesel chega a 180 kg”, explica. A energia solar também foi considerada, “mas é muito cara e menos eficiente, emite 36 kg por MW”.

Xangri-lá foi o local escolhido pela constância dos ventos na região e a proximidade com a rede elétrica, o que reduziu os custos de transmissão. Toda a energia gerada percorre uma linha de 1,2 km até a estação Atlantida 2 da Eletrosul, a companhia de eletricidade do Rio Grande do Sul, e de lá é injetada no Sistema Interligado Nacional (SIN), com crédito para a Honda. A capacidade máxima do parque eólico é de 27 MW/hora (95 mil megawatts por ano), com nove geradores eólicos de 3 MW/hora cada um trabalhando em tempo integral. Tudo depende da intensidade dos ventos, mas é energia suficiente para sustentar o consumo de uma cidade de 35 mil habitantes.

Cada aerogerador comprado da dinamarquesa Vestas custou perto de R$ 9 milhões. “O equipamento consumiu 75% do investimento”, diz Eigi. A instalação das turbinas levou 10 meses para ser concluída dentro do terreno de 3,27 milhões de metros quadrados, que foi arrendado por 20 anos com extensão de mais 10 anos de um proprietário particular – que vai continuar plantando arroz ao redor das torres. A área construída do parque eólico ocupa apenas 55 mil metros quadrados – além das nove turbinas há uma pequena estação de controle e uma subestação que transforma os 34,5 mil Volts gerados em 65 mil para a transmissão até a Eletrosul.

Todo o equipamento é importado: as torres de 94 metros de altura vieram da China, as hélices de três pás, com 55 metros de diâmetro e 15 toneladas, foram compradas nos Estados Unidos e os nove aerogeradores, cada um do tamanho de um ônibus, foram embarcados diretamente da Vestas na Dinamarca. O conjunto tem 150 metros de altura no total e foi assentado sobre uma fundação com 18 estacas que, dependendo do solo, têm de 10 a 18 metros de profundidade e consumiu 40 caminhões de concreto e 33 toneladas de aço para manter a enorme estrutura de pé diante da força dos ventos.

EXPANSÃO

A Honda já estuda a expansão do negócio para fornecer energia limpa a outras operações no Brasil, a fábrica de motos de Manaus (AM), que deverá ser integrada ao SIN em futuro próximo, e a nova planta de automóveis no interior paulista, em Itirapina, que começa a produzir até o fim de 2015. “Itirapina tem a mesma capacidade de Sumaré, em torno de 120 mil carros/ano em dois turnos, portanto precisaríamos de mais um parque igual a este de Xangri-lá. Já para Manaus seria necessário quase o dobro disso, entre 18 e 20 geradores”, prevê Eigi.

O executivo admite a intenção da Honda em ampliar sua geração eólica, mas não confirma quando isso pode acontecer. Ele avalia que não seria possível colocar mais turbinas no mesmo terreno de Xangri-lá: “É necessária distância mínima entre as torres de mil metros, porque se colocar uma muito perto da outra gera turbulência e perde eficiência de geração”, explica. “Por isso provavelmente teremos de procurar outros lugares para instalar um novo parque.”

A eletricidade gerada pela força dos ventos passa por momento de forte expansão, segundo informa Elbia Melo, presidente da Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeólica): “O Brasil é o terceiro país que mais investiu em geração eólica em 2014, atrás só da China e Alemanha. É o segundo país mais atrativo em regime de ventos para este tipo de energia. Com os investimentos feitos este ano passaremos do 13º para o 10º lugar no mundo em capacidade eólica instalada, são 15 gigawatts por ano, o suficiente para abastecer uma capital como Porto Alegre. A perspectiva é de grande crescimento. Em breve essa será a segunda maior fonte de eletricidade no mercado brasileiro”, afirma.

“A Honda é a primeira autoprodutora de energia eólica no Brasil e esse exemplo pioneiro deverá ser seguido por outras empresas”, acredita a presidente da Abeólica. “O vento nordeste que chega a incomodar os turistas aqui agora trabalha para gerar energia limpa. Outros com certeza verão essa oportunidade”, comemora Cilon Rodrigues, prefeito de Xangri-lá, que agora vê fonte de renda para o município onde antes só havia arroz, brejos e ventania.

Fonte: Automotive Business