CONTRAN Archives - Blog PastrinhoBlog Pastrinho

Inovações para o Transporte

Blog Pastrinho


Arquivo
Tag "CONTRAN"

cinta-para-amarracao-de-carga

Com atraso de 18 anos, o Contran acaba de publicar a resolução 552 de 2015, que regulamenta a amarração e contenção de cargas em caminhões. Essa lei está no código de trânsito desde 1997, mas faltava a regulamentação. As normas passam a valer a partir de 1º de Janeiro de 2017, para veículos novos, que deverão ter na sua estrutura os dispositivos obrigatórios para contenção da carga. Para caminhões fabricados antes de 2017, as normas passarão a vigorar a partir de 2018.

Dentro das normas, as que mais se destacam são a proibição de amarração de carga diretamente nas travessas de madeira da carroceria, sendo obrigatória a amarração em ganchos fixados no chassi. Também ficará proibida a amarração com cordas, sendo permitidas apenas as cintas, correntes ou cabos de aço.

O painel frontal da carroceria também deverá ser mais alto que a carga, quando as cargas transportadas possam deslizar uma sobre a outra, como no caso de tubos e chapas de metal e outros. Os reboques sider deverão ter dispositivos de amarração internos, pois a lona lateral não será mais considerada dispositivo de contenção de carga.

Veja a resolução na íntegra, CLICANDO AQUI.

Fonte: Blogdocaminhoneiro

1544956_801156296605654_8172904385723436910_n

A resolução Contran Nº 520, de 29 de janeiro de 2015 que revoga a Resolução 603/82 e estabelece os requisitos mínimos para a circulação de veículos com dimensões excedentes aos limites estabelecidos pelo departamento, o que inclui desde CVC’s (rodotrem, bitrem, treminhão, etc) até os veículos usados no transporte de cargas indivisíveis excedentes em peso e/ou dimensões.

A principal novidade trazida por essa resolução é a possibilidade do uso de placas de sinalização de advertência bi-partida, que, aliás, trata-se de um pleito encaminhado ao Denatran pelo Sindipesa.

Essa era uma reclamação permanente de muitas transportadoras que sofriam com uma interpretação equivocada da legislação, principalmente por agentes da PRF, lembra João Batista Dominici, vice-presidente executivo do Sindipesa.

Clique aqui e confira a Resolução 520/2015 na íntegra.

Fonte: Frota&Cia

pastre-blog-2015-agronegocio

Em dezembro de 2014, o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) decidiu adiar por dois anos o prazo de emplacamento das máquinas agrícolas. Dessa forma, os tratores e outros equipamentos deverão estar emplacados para transitar em vias públicas a partir de 1º de janeiro de 2017.

O objetivo do adiamento é possibilitar a adequação do Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavan) e dos sistemas estaduais para receberem as novas informações.

Para conferir a resolução na íntegra, clique aqui.

Fonte: Administradores

pastre-blog-obrigatoriedade-extintor_abc

ERRATA

A Resolução 223 corrigiu a 157 e eliminou a exigência do extintor para Reboque e Semirreboque.

Segue link do documento, RESOLUCAO_223.

__________________________________________________________________________________

O CONTRAN (Conselho Nacional de Trânsito) publicou em 11 de novembro de 2009 a Resolução nº 333, de 06 de novembro de 2009, onde restabeleceu a vigência da Resolução nº 157 22 de abril de 2004, que trouxe nova redação ao artigo 8º, o qual fixou especificações para os extintores de incêndio, sendo equipamentos de uso obrigatório nos veículos automotores, elétricos, reboque e semi-reboque.

Na Resolução definiu-se que o extintor de incêndio com carga de pó do tipo BC deveria ser substituído por um novo extintor de incêndio com carga de pó do tipo ABC até 31de dezembro de 2014, de acordo com  as especificações da tabela 2 da Resolução anexa.

A alteração no pó do equipamento foi feita necessariamente em razão  dos  tipos de materiais utilizados na fabricação dos  veículos, quando há  sólidos, líquidos inflamáveis e equipamentos elétricos energizados, a exemplo da as borrachas e estofamentos (Classe A), da  gasolina (Classe B)  e da parte elétrica (Classe C). Daí a necessidade da fabricação do tipo de extintor ABC. Este equipamento deve ser substituído a cada 5 anos, ou nos casos de rompimento quebra do lacre ou ainda  se o indicador estiver na faixa vermelha.

A Obrigatoriedade de Uso de Extintores ABC aos veículos automotores começa a valer em 1º de janeiro de 2015.

Confira a Resolução aqui.

Fonte: Contran

27211187

Uma resolução do Contran – Conselho Nacional de Trânsito – publicada no Diário Oficial desta terça-feira (2), adia a obrigatoriedade do enlonamento dos caminhões canavieiros para o dia 1º de setembro de 2016. A decisão do Contran leva em conta pleito do setor através do Fórum Nacional Sucroenergético, organismo que reúne os sindicatos e entidades representativas do setor da bioenergia, dentre elas a UDOP.

A resolução, de número 449 e datada de 28 de agosto de 2014, altera a resolução 441, de 28 de maio de 2013, que dispõe sobre o transporte de cargas de sólidos a granel nas vias abertas à circulação pública em todo o território nacional, concedendo prazo para exigência de lona ou dispositivo similar no transporte de cana-de-açúcar.

Com isto, os caminhões canavieiros passam a ser autorizados a circular pelas rodovias municipal, estaduais e federais, sem o uso obrigatório da lona.

Fonte: MidiaNews

blog-pastre-exame-toxicologico

A resolução do Contran (Conselho Nacional de Trânsito) que determina a exigência de exame toxicológico para obter renovação da CNH (Carteira Nacional de Habilitação) das categorias C, D e E entrará em vigor no dia 1º de setembro. A regra foi publicada no ano passado e começaria a valer no começo de 2014, mas o início da validade foi adiado pelo Conselho.

O objetivo da medida é verificar o indício de substâncias psicoativas no organismo, como maconha, cocaína, crack e merla, substâncias derivadas do ópio como codeína, morfina e heroína, ecstasy, anfetamina e metanfetamina.  

Atualmente, são exigidos apenas o exame de aptidão física e mental e a avaliação psicológica.

Para que os motoristas profissionais obtenham a renovação, os exames deverão apresentar resultados negativos para um período mínimo de 90 dias retroativos à data da coleta do material. Para garantir o resultado, as análises serão feitas com cabelo, pelos ou unhas. Se não apresentar o laudo que nega a presença das substâncias, a renovação do documento não será feita pelo Detran. 

Caso o motorista esteja utilizando algum medicamento prescrito que contém alguma das substâncias na composição, deve comprovar com o receituário e a aptidão do profissional deve ser avaliada por médico credenciado pelo Departamento de Trânsito (Detran). Se for considerado temporariamente inapto, poderá fazer um novo exame 90 dias depois do primeiro e, caso o resultado seja negativo, poderá obter a renovação da carteira. 

Fonte: Agência CNT

pastre-blog-pastrinho-rastreadores-satelite

A novela que já vem se arrastando desde o ano passado, envolvendo a obrigatoriedade de instalação de rastreadores nos veículos novos teve novo capítulo.

Após o Governo acatar a solicitação das montadoras, adiando a introdução do dispositivo em mais dois anos – o projeto inicial previa começar a implantação em 1º de julho de 2014, os fornecedores de tecnologia já se manifestaram, alegando que o setor estava investindo R$ 400 milhões na produção desses equipamentos para veículos, a fim de atender à demanda extra das montadoras.

Segundo eles, a decisão de Dilma, certamente, impactará as operações dessas empresas. O Governo ainda não se manifestou em relação a essa questão levantada pelos fabricantes de rastreadores.

Fonte: Na Boléia

pastre-blog-pastrinho-insulfilm

Os vidros originais do veículo já têm uma “transmissão luminosa mínima”, mesmo sem a utilização da película (insulfilm). Geralmente é de 75% para o para-brisa incolor, 70% para o para-brisa colorido e 70% para vidros laterais e traseiro – porcentagens assinaladas pelo fabricante em cada vidro do automóvel.

Portanto, ao aplicar uma película no vidro, é necessário levar em conta a transmitância luminosa do conjunto, que será do vidro mais a da película — e é esse o valor que deve vir marcada na chancela da oficina especializada que realizar a aplicação. (Vale ressaltar: os valores corretos de transmissão luminosa informados nas chancelas de responsabilidade do estabelecimento que faz a instalação!)

Para um melhor atendimento da resolução 254 do Contran, de 26 de outubro de 2007, e da resolução 386, de 2 de julho de 2011, que definem a transmissão luminosa mínima permitida por lei, confira as informações a seguir.

pastre-blog-vidro-insufilm

Áreas indispensáveis à dirigibilidade
Para-brisas: como a porcentagem mínima luminosa para os para-brisas incolores é se 75% e de 70% para os coloridos, conforme a Resolução 254/07 do Contran, não é possível fazer a aplicação da película escurecida nesse vidro.

Vidros laterais dianteiros: como a porcentagem mínima de transmissão luminosa para os vidros laterais dianteiro, tanto esquerdo quanto direito, é de 70%, não é possível fazer a aplicação de películas escurecidas nesses vidros.

Demais áreas envidraçadas
Vidros laterais traseiros: como a porcentagem mínima de transmissão luminosa para os vidros laterais traseiros, tanto esquerdo quanto direito, é de 28%, é possível fazer a aplicação de películas escurecidas, desde que o conjunto “vidro + película” obedeça aos valores estabelecidos na resolução.

Vidro traseiro: como a porcentagem mínima de transmissão luminosa para o vidro traseiro é de 28% (para veículos dotados de espelho retrovisor externo direito), é possível fazer a aplicação.
Para veículos sem espelho retrovisor externo direito, fica estabelecido fica estabelecido que a transmissão luminosa mínima dos vidros laterais traseiros e do vidro traseiro é de 70%, não sendo possível a aplicação de película escurecida.

Você sabia?
A medida da transmissão luminosa das áreas envidraçadas é feita com um equipamento chamado Medidor de Transmitância Luminosa. Esse equipamento é destinado a medir, em valores percentuais, a transmitância luminosa de vidros, películas filmes e outros materiais simples e compostos.

Fique alerta
O mercado de assessórios oferece uma gama de tipos de películas. Dependendo do tipo, a combinação com a transmissão luminosa já presente no vidro pode ficar inferior ao que é permitido pela Resolução 254/07.
Preste atenção a esses valores e só faça aplicação de películas que atendam à resolução. Não comprometa a sua visibilidade e a segurança na condução do veículo com vidros mais escurecidos do que deviam ser.

E LEMBRE-SE: É proibida a aplicação de películas refletivas nos vidros.

Fonte: Na Boleia

pastre-blog-pastrinho-pickup-carga

É cada vez maior a quantidade de picapes compactas circulando no País, o que sinaliza o sucesso desse segmento, que é quase exclusivo do Brasil. Além da praticidade e do consumo de carros menores, esses veículos oferecerem uma capacidade de carga satisfatória, tanto para demandas comerciais quanto para o lazer. No entanto, não é raro o transporte irregular e perigoso de variados tipos de carga, desrespeitando a legislação de trânsito. A Resolução 349, do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), que trata sobre o transporte eventual de cargas em automóveis, caminhonetes e utilitários, estabelece algumas regras e dá orientações de como realizar os procedimentos corretos para garantir a segurança no trânsito.

Confira algumas orientações.

• O condutor deve observar o peso máximo da carga especificado para o veículo, que nessa categoria gira em torno de 500 quilos. A carga transportada não pode ser arrastada ao chão nem representar risco aos demais motoristas, assim como não pode provocar ruído ou poeira. Dessa forma, o condutor deve providenciar o acondicionamento e a amarração corretos dos objetos a serem transportados, para que a carga não caia sobre a via.

Não é permitido que a carga exceda a largura máxima do veículo, sem qualquer tipo de tolerância, e muito menos ultrapasse a parte frontal. Os objetos transportados não podem obstruir a visão do motorista e também não devem ocultar as luzes de sinalização do carro.

• No caso de bicicletas transportadas em caçamba ou carga indivisível, é admitida a circulação do veículo com a tampa do compartimento de carga aberta, mas apenas durante o transporte da carga que ultrapasse o comprimento da caçamba. Caso a carga se sobressaia ou se projete além dos limites da tampa traseira, deverá estar bem visível e sinalizada. Pode-se levar carga com a tampa da caçamba rebatida ou deitada. No período noturno, essa sinalização deverá ser feita por meio de uma luz vermelha e um dispositivo refletor de cor vermelha. Caso a carga ou bicicleta prejudiquem a visibilidade parcial ou total da placa de identificação do veículo é obrigatório o uso de uma segunda placa, que será lacrada em sua parte estrutural do veículo (para-choque ou carroceria). Essa segunda placa será fixada pelo órgão de trânsito.

Fonte: Na boleia

pastre-blog-pastrinho-rastreadores-satelite

Atendendo uma solicitação da presidente Dilma Rousseff ao Ministério das Cidades, o Conselho Nacional de Trânsito (Contranadiou na semana passada mais uma vez a inclusão obrigatória de rastreadores nos veículos vendidos no País, norma que estava prevista para entrar em vigor a partir de 30 de junho próximo, após vários adiamentos desde a criação da medida, em 2007.  A obrigatoriedade foi postergada por mais 24 meses, segundo a Resolução 485 do Contran publicada no Diário Oficial da União na última quinta-feira, 8. 

Dilma teria aceitado o argumento de que o equipamento deve ser opcional e atendeu ao pleito das montadoras, feito em reunião no fim de abril. Os fabricantes alegaram que a medida iria encarecer desnecessariamente os carros, o que poderia aprofundar ainda mais a queda nas vendas. Outra argumentação que pesou a favor das montadoras é de que o rastreador viria desativado e o consumidor precisaria comprar o serviço de rastreamento para fazer o sistema funcionar. Assim muitos iriam adquirir o produto sem de fato usá-lo. 

Quem não gostou nem um pouco do novo adiamento foram os fornecedores de rastreadores. Segundo calculam fontes ligadas ao setor, os fabricantes do equipamento no País estavam investindo quase R$ 400 milhões para desenvolver produtos e linhas de produção, com o objetivo de atender à demanda extra que seria gerada pela obrigatoriedade de instalação em todos os veículos. 

No fim de 2013, usando o mesmo argumento do aumento de preços, as montadoras tentaram adiar a obrigatoriedade de inclusão de airbags frontais e freios com ABS em 100% dos veículos vendidos no País a partir de janeiro deste ano. Daquela vez, no entanto, por se tratar de equipamentos de segurança, houve reação negativa de entidades da sociedade civil e o Contran barrou a tentativa de prorrogação. Desta vez, como não houve manifestações contrárias conhecidas, os rastreadores foram novamente empurrados para frente.

Fonte: Automotive Business