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Safety truck samsung

Na Argentina, uma pessoa morre em acidente de carro por hora, de acordo com dados apresentados pela Samsung. E a maioria dessas mortes acontece em estradas, quando motoristas tentam realizar ultrapassagem, afirma a empresa. Motivada a salvar vidas, a companhia coreana instalou uma tecnologia para instalar em caminhões próprios, criando o chamado “Samsung Safety Truck” (caminhão de segurança Samsung, em tradução livre).

Trata-se de um veículo de carga equipado com uma câmera na parte frontal, que se conecta a quatro telas instaladas nas portas de trás do caminhão por meio de um sistema sem-fio. Assim, os painéis transmitem em tempo real a motoristas que estejam atrás o que acontece na estrada à frente do caminhão, o que facilita a ultrapassagem.

A câmera dos veículos também possuem tecnologia de visão noturna, para que motoristas atrás do caminhão também possam enxergar o que vem na estrada à noite. Confira abaixo o vídeo de apresentação produzido pela Samsung:

Imagem de Amostra do You Tube

A tecnologia foi desenvolvida em parceria com a empresa argentina de tecnologia Ingematica. Por enquanto, não foi divulgado se os recursos serão aplicados em outros países onde a Samsung atua.

 

Fonte: Caminhões e Carretas

Depois de um domingo de protestos em vários estados das regiões Norte, Centro-Oeste, Sudeste e Sul, caminhoneiros mantêm nesta segunda-feira (2) interdições totais ou parciais em estradas do Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul, de São Paulo e Santa Catarina.

Em nota divulgada no domingo (1º), o governo federal afirmou que ampliará a presença de policiais nas estradas para assegurar o cumprimento de decisões judiciais que determinaram o desbloqueio de rodovias.

Uma nova reunião foi marcada entre caminhoneiros e empresários, com mediação do governo, para o dia 10 de março. O encontro servirá para que as duas partes cheguem a um acordo sobre uma tabela que calculará os novos preços dos fretes.

VEJA COMO ESTÁ A SITUAÇÃO EM CADA ESTADO:

Mato Grosso
Dois trechos da BR-163, em Lucas do Rio Verde e Sinop, a 360 e a 503 km de Cuiabá, encontram-se bloqueados na manhã desta segunda-feira (2), após trégua durante a noite.

Conforme a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e a concessionária Rota do Oeste, responsável pela administração da rodovia, os manifestantes impedem o tráfego de veículos pesados, no km 686, em Lucas do Rio Verde, e no 839 km, em Sinop. É permitida a passagem de veículos de passeio e ônibus.

A região Norte do estado tem sido a mais afetada com esse protesto, já que as interdições em trechos da BR-163 impedem a chegada de combustíveis e de outros alimentos a diversas cidades.


Manifestantes durante protesto em Ponta Porã, MS (Foto: Martim Andrada/ TV Morena)Manifestantes durante protesto em Ponta Porã, MS
(Foto: Martim Andrada/ TV Morena)

Mato Grosso do Sul
Caminhoneiros voltaram a bloquear rodovias estaduais de Mato Grosso do Sulna manhã desta segunda-feira. Segundo a Polícia Militar Rodoviária, protestos com interdições estão acontecendo na MS-156, em Dourados, e na MS-134, em Nova Andradina.

Na MS-156, em Dourados, manifestantes estão concentrados no km 2. Conforme a PMR, o bloqueio começou por volta das 8h (de MS) e cerca de 15 caminhões estão no local. O movimento no trecho ainda é tranquilo.

Manifestantes também estão concentrados na MS-164, em Ponta Porã, e na MS-040, em Campo Grande, mas não há bloqueios nesses trechos.


Caminhoneiros bloquearam uma das faixas dos dois lados da rodovia  (Foto: Guilherme Tavares/ TV TEM)Caminhoneiros bloquearam uma das faixas da
Raposo (Foto: Guilherme Tavares/ TV TEM)

São Paulo
Caminhoneiros que integram a manifestação nacional fecham parcialmente, desde às 7h45 desta segunda, a SP-270 Raposo Tavares, no município de Palmital, na região de Assis (SP).

Segundo a Polícia Rodoviária, entre 100 e 150 caminhões estavam parados, por volta das 10h, em uma das pistas dos dois sentidos da rodovia, que é duplicada, e também no acostamento, a partir do km 420. A retenção de veículos é de 1 km no sentido Assis-Ourinhos e 2 km no sentido Ourinhos-Assis.

Um grupo de pelo menos 30 caminhoneiros iniciou uma paralisação no km 658 da Rodovia Comandante João Ribeiro de Barros (SP-294), no trevo de Tupi Paulista, na manhã desta segunda. De acordo com informações da Polícia Militar Rodoviária, os manifestantes permanecem no acostamento. Conforme a corporação, os veículos de passeio e de emergência passam normalmente.


Depois das 8h30, ônibus do transporte coletivo de Foz do Iguaçu (PR) retornaram às garagens, de onde saem apenas próximo das 16h30 (Foto: Tarcísio Silveira / RPC)Depois das 8h30, ônibus do transporte coletivo
de Foz do Iguaçu (PR) retornaram às garagens
(Foto: Tarcísio Silveira / RPC)

Paraná
Os caminhoneiros, que bloqueavam pelo menos quatro rodovias federais durante a madrugada, liberaram os trechos na manhã desta segunda-feira (2). No entanto, elesseguiam protestando no acostamento e, segundo a polícia, poderiam retomar os bloqueios a qualquer momento.

Em Guarapuava, os caminhões que passam pela BR-277 foram obrigados a parar no acostamento no início da manhã. O km 343 foi liberado pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) pouco tempo depois. Foi preso um manifestante que estava jogando pedras contra os caminhoneiros que passavam pela rodovia. A fila de veículos parados na beira da estrada chegou a 3 km.

A falta de combustíveis, em razão dos protestos, afeta o transporte público em Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná. Nesta segunda, os ônibus vão circular em horários reduzidos: das 5h às 8h30 e das 16h30 às 19h. Conforme o diretor do Instituto de Transportes e Trânsito de Foz do Iguaçu (Foztrans), Carlos Juliano Budel, a medida foi necessária para garantir o transporte da população ao menos até o final da semana. Caso os estoques nos postos sejam normalizados, os horários normais voltarão a ser cumpridos.

O transporte escolar está suspenso por tempo indeterminado na região. Em Santo Antônio do Sudoeste, 1,7 mil alunos estão sem aulas desde segunda-feira (23). Já em Realeza mesmo sem transporte as aulas continuam, e os estudantes prejudicados terão as aulas repostas quando o serviço for normalizado.


Rio Grande do Sul
No início da madrugada desta segunda (2), motoristas voltaram a fazer bloqueios. Em Camaquã,manifestantes atearam fogo a quatro pneus de caminhão empilhados.

Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), há manifestações em seis trechos de estradas federais, com bloqueios parciais. Já nas rodovias estaduais, a previsão era de transtornos em pelo menos 17 pontos, o que acabou não se confirmando, conforme o Comando Rodoviário da Brigada Militar (CRBM).

Na tarde de domingo, a Polícia Rodoviária Federal havia informado que não havia mais pontos de bloqueios nas rodovias do estado. No entanto, no fim da tarde de domingo eles bloquearam o km 407 da BR-116, em  Camaquã e, no início da madrugada desta segunda, o km 297 da BR-392, em São Sepé, e o km 265 da BR-157, Julio de Castilhos, também foram bloqueados. Esta segunda é o oitavo dia de protesto nas estradas do estado.

SIGA em tempo real a situação no Rio Grande do Sul

No domingo, foi enterrado o corpo do caminhoneiro atropelado durante um protesto em São Sepé. Ele tentava impedir a passagem de um caminhão na BR-392.


Santa Catarina
Pelo menos três rodovias federais de Santa Catarina registram interdições em quatro pontos.
O estado já chega ao 13º dia de protestos. Segundo a Polícia Rodoviária Federal, às 8h30 desta segunda (2) havia 11 pontos com bloqueios em 10 cidades de Santa Catarina.

Neste domingo, os bloqueios aconteceram na BR-158, BR-163 e BR-282. A operação de desbloqueio da BR-158, na noite de domingo (1º), terminou em confronto entre caminhoneiros e agentes da Polícia Rodoviária Federal. Nas rodovias estaduais também há pontos de interdição.

Fonte: G1

atoleiros-03-02

O transporte rodoviário é o principal modal da matriz logística do Rio Grande do Sul. Corresponde a 85,3% da movimentação no Estado, índice superior à média nacional, que depende 68,9% das rodovias. Dos 8 mil quilômetros de rodovias estaduais, apenas 4,7 mil são pavimentados e somente 126 duplicados, segundo dados do Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (Daer). No momento, 1,1 mil quilômetros estão em obras — para pavimentação ou duplicação. Nas rodovias federais, a situação é semelhante. Dos 5,3 mil quilômetros, 307 estão duplicados e 345, em obras. 

Além de colocarem em risco a vida dos motoristas, estradas sem pavimentação ou não duplicadas provocam gastos com pneu, combustível e peças. Em média, o custo repassado aos produtos transportados representa 30% do valor da mercadoria. “A solução para isso seria investimento maciço em infraestrutura. Pode até ter pedágio, desde que tenhamos estradas em condições para transitar”, afirma o presidente do Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas e Logística (Setcergs), Sérgio Neto. Ele aponta que em países que investem em infraestrutura, como a China, apresentam um Produto Interno Bruto (PIB) superior ao brasileiro. No RS, o custo com transporte de cargas representa 17,3% do PIB, índice semelhante ao brasileiro. Nos Estados Unidos, encontra-se em 8% e, na Ásia, em 9,5%. 

As dificuldades não se restringem às condições de infraestrutura. Para quem vai começar um negócio, os principais problemas são a burocracia e a tributação. Após a formalização no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ), a questão tributária toma tempo. “Depois da burocracia para abrir a empresa, o empreendedor tem que fazer um estudo para saber como tornar o negócio viável”, afirma Neto. 

O roubo de cargas também provoca prejuízos. Em média, as empresas de transporte gastam 12% do seu faturamento investindo em equipamento de segurança. “Isso tem forte impacto no custo logístico”, diz Neto. No Brasil, cerca de R$ 1 bilhão é roubado ao ano em mercadorias e caminhões não recuperados. No RS, são mais de R$ 100 milhões em perdas, com cerca de 300 ocorrências em 2012.

Outro ponto que impacta principalmente quem vai começar um negócio no setor logístico é a falta de motoristas qualificados para o transporte de cargas, problema que atinge também empresários já consolidados no ramo. Estima-se que, no Brasil faltem cerca de 120 mil profissionais e, no Rio Grande do Sul, em torno de 15 mil.

Logística cara desanima empresários

O déficit histórico infraestrutural no Rio Grande do Sul encarece a logística e desencoraja aqueles que querem empreender no setor dos transportes de carga. Comparado ao estado vizinho, Santa Catarina, e a São Paulo, o RS ficou anos sem investimentos em rodovias. “A grande obra que tivemos foi a construção da freeway. A mais recente é a BR 448, que tem 22 quilômetros de extensão”, lembra Francisco Cardoso, diretor da Interlink Cargo e vice-presidente de Transporte Internacional do Setcergs. Ele afirma que, se as estradas brasileiras fossem como as dos Estados Unidos, os custos variáveis do transporte (combustível, pneus, peças e manutenção dos caminhões) poderiam ser reduzidos em 20%. “Não é a dependência do modal rodoviário que encarece a logística brasileira, mas a condição das rodovias”, comenta ele. 

O Brasil conta com cerca de 200 mil quilômetros de estradas, dessas apenas 11 mil são duplicadas. “Para termos condições de concorrer com as economias desenvolvidas, temos também que aumentar nossa malha viária”, opina Cardoso. 

Outra barreira assinalada pelo empresário dirige-se não apenas ao transporte. Segundo Cardoso, apesar de o crédito estar mais acessível e barato em comparação a anos anteriores, é muito difícil abrir uma empresa e mantê-la, visto a quantidade de regulamentações que devem ser cumpridas. O setor de logística está entre os que mais pagam impostos no país. “Quanto mais uma empresa cresce, mais cara ela fica e mais obrigações tem. Por isso que a maioria das empresas são de pequeno porte e não conseguem crescer.”

Cardoso considera ainda que um desafio para que o país evolua economicamente é o enfrentamento das leis trabalhistas. O decreto da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) data de 1943. “Temos uma legislação antiga e engessada. Nos Estados Unidos, paga-se por hora de trabalho. No Brasil, não pode. A pessoa precisa trabalhar no mínimo seis horas por dia.” 

Quanto aos prejuízos com o roubo de cargas, o setor empresarial propõe que as autoridades aprovem leis que punam os receptadores de mercadorias e caminhões. “Segurança é dever do Estado, mas a gente não a tem. Por isso, as empresas precisam investir em gerenciamento de risco e isso custa até 8% da tarifa do frete”, diz Cardoso. 

Outros modais logísticos do Estado

•  No Brasil, apenas 28% dos transportes são efetuados por ferrovias. Há 28 mil quilômetros de malha ferroviária, mas apenas 12 mil são utilizadas com frequência. No Rio Grande do Sul, a malha é administrada pela América Latina Logística do Brasil S/A (ALL) desde 1997. A empresa opera 3,1 mil quilômetros.

• Quanto às hidrovias, o Rio Grande do Sul tem 2,1 mil quilômetros de vias em condições navegáveis, mas apenas 1.100 mil são utilizadas, segundo a Agência Nacional de Transporte Aquaviário (Antaq). A parte mais ativa do sistema hidroviário no interior é a bacia do Sudeste, integrada pelo complexo lacustre Patos-Guaíba e pelos rios Gravataí, Jacuí, Sinos, Caí e Taquari. O trecho movimenta cerca de 6,5 milhões de toneladas por ano. 

• O Aeroporto Internacional Salgado Filho opera apenas um terminal de logística e cargas. Com capacidade para 37 mil toneladas por ano, é o 7º no ranking em transporte de mercadorias dentre os estados brasileiros. Para este ano, está prevista a inauguração de um novo terminal, com capacidade para transportar 100 mil toneladas por ano. 

Fonte: Correio do Povo

Bus at Sunset

Segundo uma estimativa da Abrati (Associação Brasileira de Empresas de Transporte Terrestre de Passageiros), expectativa é que pelo menos 1,1 milhão de pessoas procurem as linhas de ônibus interestaduais, intermunicipais para se deslocar entre as cidades-sede da Copa do Mundo. Isso representa um acréscimo de 20% a 30% no fluxo de passageiros, se comparado a períodos normais de transportes.

Uma análise da entrada de estrangeiros sul-americanos no País feita pelo Depes (Departamento de Pesquisa do Ministério do Turismo) mostra que pelo menos 27% deles chegam ao Brasil por via terrestre – seja de carro ou ônibus. A maioria são argentinos, uruguaios, paraguaios além de colombianos e chilenos.

“A pesquisa sobre demanda turística internacional mostra que 49% dos turistas internacionais que vêm ao Brasil são da América do Sul”, afirma o diretor do Depes, José Francisco Lopes.

O transporte rodoviário interestadual e internacional no Brasil é responsável por uma movimentação superior a 140 milhões de usuários por ano. Segundo a Abrati, a frota de transporte de passageiros pelas rodovias ultrapassa os 16 mil ônibus que se dividem na prestação dos serviços regulares pelas empresas permissionárias e autorizadas. Já no transporte fretado, mais de 22 mil veículos estão habilitados.

Fonte: Midia Truck

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O DER-RJ (Departamento de Estradas de Rodagem) está ampliando a utilização da tecnologia doasfalto borracha na pavimentação de estradas Fluminenses. A previsão é de que mais de 235 quilômetros de rodovias sejam atendidos com o material, que é mais resistente, econômico e, principalmente, menos agressivo ao meio ambiente. Diversas cidades das regiões Norte, Noroeste e Sul Fluminense serão beneficiadas com o asfalto ecológico. O Governo do Estado investe R$ 658 milhões na aplicação da tecnologia.

– Fomos pioneiros no Brasil na utilização de um novo material em termos de pavimentação de rodovias. É o resultado de um grande trabalho de pesquisa e desenvolvimento de tecnologias por parte dos engenheiros do DER. Fomos, inclusive, premiados e reconhecidos internacionalmente por este projeto inovador e sustentável – afirmou o presidente do departamento, Henrique Ribeiro.

Pioneiro no estado, o asfalto borracha foi usado na pavimentação dos 36 quilômetros da RJ-122, entre Guapimirim e Cachoeiras de Macacu. A técnica também foi aplicada nos 5,3 quilômetros da RJ-151, em Mauá-Maringá, distritos dos municípios de Resende e Itatiaia, respectivamente.

No Sul Fluminense, três estradas foram contempladas com este tipo de pavimentação. Entre elas, a RJ-145, rodovia que liga as cidades de Rio Claro e Rio das Flores. A via tem 108 quilômetros de extensão e passa pela intervenção no trecho de 28 quilômetros entre Barra do Piraí e Valença. O Estado vai investir R$ 94,7 milhões na execução da obra, que tem conclusão prevista para outubro.

Outra via beneficiada é a RJ-151. A estrada é uma das responsáveis pela ligação dos estados do Rio e de Minas Gerais. Com 180 quilômetros de extensão, a RJ-151 receberá o asfalto borracha no trecho entre a RJ-147, em Parapeúna, e o entroncamento com a RJ-137 (Divisa Rio-Minas), no município de Valença. Na intervenção, serão aplicados R$ 97,5 milhões, com previsão de término em julho de 2015.

A RJ-125 é o principal elo de ligação da Via Dutra com os municípios de Japeri, Miguel Pereira, Paty do Alferes e Vassouras. A rodovia possui 85 quilômetros de extensão e passa por obras de restauração do pavimento com asfalto borracha, fresagem, drenagem, terraplenagem, contenção e alargamento de ponte no trecho entre Miguel Pereira e Japeri. A recuperação da RJ-125 está recebendo recursos que totalizam R$ 85,7 milhões. A previsão de conclusão das melhorias é dezembro deste ano.

Fonte: Correio do Brasil

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Anos atrás, quando a expressão “aquecimento global”começou a ganhar popularidade, o casal de americanos Julie e Scott Brusaw teve a ideia de substituir o asfalto e superfícies de concreto por painéis fotovoltaicos para gerar energia solar no próprio meio urbano.

Nascia assim o projeto Solar Roadways, painéis rodoviários solares que podem ser instalados em estradas, estacionamentos, calçadas, ciclovias, parques infantis ou em qualquer superfície onde incida sol.

A fim de chegar às vias comerciais, o projeto busca apoio no site de financiamento coletivo Indiegogo para angariar US$ 1 milhão até o final do mês.

O casal afirma que, se todas as rodovias dos EUA fossem cobertas por esses painéis, seria possível gerar três vezes mais energia do que o país consome hoje. Em 2009, a dupla assinou um contrato com a Administração Rodoviária Federal dos EUA para construir o primeiro protótipo, que deu origem a um estacionamento solar, forte o suficiente para aguentar veículos pesados.

Segundo a descrição do projeto, a estrutura serve a outros propósitos além de gerar energia solar.

Em dias de neve, é capaz de aquecer para evitar o acúmulo de gelo, tem ainda LEDs para criar linhas e sinalização rodoviária, e um corredor adjunto para armazenar e tratar águas pluviais.

Fonte: Planeta Sustentável

 

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Mais de 60 passagens de fauna das Rodovias Raposo Tavares e João Baptista Cabral Rennó vão ser reformadas ou construídas, conforme informa a Concessionária Auto Raposo Tavares (Cart), que administra as estradas.

De acordo com a Cart, especialistas afirmam que a principal causa de morte de animais vertebrados no Brasil é o atropelamento. As passagens de fauna são túneis construídos ou adaptados sob o asfalto para evitar que os animais cruzem a pista.

Ainda segundo a concessionária, nos pontos de incidência de animais de médio e grande porte, também são fixadas telas dos dois lados da rodovia, formando uma barreira que guia o animal até a passagem segura debaixo da pista.

“Alguns túneis já existiam e vão ser reformados, mas outros novos serão construídos. A escolha dos pontos foi feita a partir de um levantamento realizado durante cinco anos pela Cart, que mostrou a concentração das maiores incidências de animais atropelados. Também foi levado em consideração um estudo do ecossistema da região, que apontou onde as populações de mamíferos e répteis são maiores – em geral, perto de rios”, explica a concessionária.

Na Rodovia Raposo Tavares serão construídos ou adaptados 54 pontos de passagem. Entre os quilômetros 471 e 542 (de Maracaí a Regente Feijó), a obra já está na fase de instalação das telas. Já entre os quilômetros 576 e 654 (de Álvares Machado a Presidente Epitácio), os túneis ainda estão sendo construídos ou adaptados. Neste trecho ainda, são previstas mais 226 secções nas barreiras “New Jersey” (que separam as pistas), para possibilitar a travessia de animais que eventualmente adentrem a pista de rolamento. A previsão é de que as obras terminem até o final de 2014.

Na rodovia João Baptista Cabral Rennó, outras sete passagens de fauna serão entregues até 2015.

Sinalização

Dentro do projeto Passagem de Fauna, a CART considerou também o reforço da sinalização na rodovia e vai instalar placas de advertência do tipo “Animais Selvagens” locadas entre 50 e 80 metros das proximidades das regiões com maior incidência de animais. Conforme prevê o Código de Trânsito Brasileiro, estas placas advertem aos condutores da possibilidade de presença, adiante, de animais nas pistas. E o dever do motorista é reduzir a velocidade no trecho.

Ao avistar algum animal na pista, algumas dicas podem ser seguidas. Não é indicado buzinar ou acender o farol alto, já que a reação do animal é imprevisível. O motorista também deve reduzir a velocidade e ultrapassá-lo pelas costas. Por fim, pode comunicar a Cart pelo telefone 0800 773 0090. A concessionária possui viaturas e equipes treinadas para resgatar os animais e soltá-los em segurança na natureza.

Fonte: Ifronteira

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A circulação de carretas pode ter restrição nas rodovias federais em Mato Grosso durante o período dos jogos da Copa do Mundo na capital Cuiabá. A medida ajudaria no tráfego dos turistas pelas rodovias federais, em especial a BR-364/163, com destino a capital mato-grossense. A restrição ou não de veículos pesados em virtude dos jogos está sendo estudada pela Superintendência da Polícia Rodoviária Federal em Mato Grosso.

Conforme informado ao Jornal A TRIBUNA, competirá ao superintendente da PRF em Mato Grosso, Kellen Arthur Preza Nogueira, decidir se essa restrição será necessária ou não. Contudo, vale dizer que essa proibição nas rodovias federais em Mato Grosso seria apenas nos dias em que houvesse jogos do Mundial em Cuiabá. Mesmo assim, avalia-se a possibilidade que essa restrição seja por algumas horas que antecedem e precedem esses jogos.

Para avaliar a necessidade de uma decisão nesse sentido, o superintendente da PRF tem feito uma sondagem junto às transportadoras e agricultores sobre como deve estar o tráfego de veículos pesados nos dias dos jogos do Mundial em Cuiabá, baseado na demanda de cargas do período. Caso seja necessária, a restrição de tráfego nas BRs deve ser apenas para veículos que precisam de autorização especial de trânsito, a exemplo de bitrens, rodotrens, treminhões, cegonhas e pranchas.

A restrição do tráfego nas BRs vem sendo apontada por segmentos do turismo como uma necessidade, uma vez que uma expressiva quantia de turistas ficará hospedada nos municípios em um raio de 200 quilômetros da capital, como Jaciara e Rondonópolis. O deslocamento se dará para Cuiabá, em grande parte, por via terrestre. Também há um grande número de turistas chilenos que chegará à capital pela BR-163/364.

A Secretaria de Estado de Desenvolvimento do Turismo estima que cerca de 800 carros do Chile, especialmente em traillers, virão pela BR-163, a partir do dia 10 de junho, com direção a Cuiabá. Também calcula-se que mais de 150 ônibus vindos do Chile usarão a rodovia.

Fonte: A Tribuna MT

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Você já parou para pensar na rotina de um caminhoneiro? Esses profissionais passam dias, às vezes até semanas, longe da família, dirigindo e transportando o alimento que você come ou o combustível que você usou para encher o tanque do seu carro. O fato é que essas pessoas passam muito tempo na estrada, tendo que tomar banho em banheiros públicos todos os dias e comer o que for mais fácil de ser feito. Vida difícil? Não para quem é criativo, como os caminhoneiros que você vai ver no vídeo a seguir.

Os amigos reunidos decidiram mostrar uma maneira diferente de preparar comida quando se está na estrada. Eles fizeram uma espécie de tutorial, que ensina como assar uma peça de costela na turbina de um caminhão, durante quatro horas de viagem. Nos primeiros momentos do vídeo é bem provável que você questione o sucesso da ideia, mas nós não vamos contar o que acontece. Assista às imagens e depois nos conte o que achou dessa gambiarra.

Fonte: Megacurioso

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Nem só de rodovias mal conservadas é feito o gargalo rodoviário brasileiro. As condições de fiscalização também são responsáveis pela lentidão do transporte de carga nas estradas. O controle de peso, fundamental para a segurança e conservação das rodovias, é lento e pouco eficiente. Estima-se que a frota nacional de carga fique parada 800 horas por ano nos postos de pesagem. Em 2012, foram cerca de 10,8 milhões de veículos fiscalizados no país quanto ao peso e foram feitas 528 mil autuações. Até julho de 2013, haviam sido aproximadamente 6 milhões de verificações e 359 mil notificações.

Para acelerar o processo, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) vem implementando o Plano Nacional de Pesagem. Em sua primeira etapa, foram instaladas 73 novas balanças: 42 fixas, com operação 24 horas por dia, e 31 móveis, que operam 8 horas diárias. Outros 94 postos fixos e 67 móveis estão previstos para a segunda etapa do plano, mas a licitação foi suspensa pela Controladoria Geral da União.

Para Bruno Batista, diretor-executivo da Confederação Nacional dos Transportes, a implementação rápida do plano é importante para dar mais eficiência às rodovias e aliviar o gasto nas estradas federais. “Se isso é feito com eficiência, o escoamento da produção fica mais rápido e sobram mais recursos para obras de manutenção e expansão da malha”, diz.

Batista, no entanto, considera que o esforço ainda é insuficiente para atender à demanda do país. “Em 2013, havia apenas 117 balanças em operação para mais de 60 mil quilômetros de rodovias federais, e sem controle de desvios”, lamenta. “E pelo ritmo histórico de execução do orçamento, infelizmente, não estamos otimistas.”

O DNIT avalia que a primeira etapa do Plano Nacional de Pesagem foi positiva, apesar das falhas apontadas na operação pelas auditorias da CGU e do Tribunal de Contas da União. Segundo o departamento, foram justamente os prós e contras da primeira fase que permitiram desenvolver um novo conceito de fiscalização de peso, o Piaf (Postos Integrados Automatizados de Fiscalização). “O Brasil será o primeiro país a adotar o conceito de automatização e de monitoramento e operação através de Centros de Controle Operacionais para os processos de fiscalização do excesso de peso”, informa o DNIT.

O sistema permitirá fiscalizar veículos em movimento, na velocidade de operação definida para o segmento a ser fiscalizado – ônibus ou caminhão. Com isso, 93% da frota de veículos de carga e ônibus, que hoje trafegam dentro do limite de peso permitido, não precisarão reduzir a velocidade para ser fiscalizados. Somente veículos com sobrepeso serão dirigidos ao pátio de fiscalização. A expectativa do DNIT é fiscalizar 100% da frota circulante nos corredores onde o novo modelo será implantado, permitindo concentrar esforços nos veículos que de fato apresentam algum tipo de problema.

Com o Piaf, também será possível aumentar a velocidade dos veículos nas balanças de pesagem, de 5 Km/h para 12 Km/h, o que facilitará o processo. “É difícil manter uma velocidade tão baixa de forma constante nas pesagens”, diz Rogério Cunha, presidente da Associação do Transporte Rodoviário do Brasil.

Fonte: Valor Econômico