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Tag "implementos rodoviários"

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A Industria Metalúrgica Pastre é finalista em um dos prêmios mais importantes e disputados do segmento automotivo no Brasil: o Prêmio Autodata 2015. A empresa foi indicada para a categoria de Produtora de Implementos Rodoviários, sendo que a divulgação da vencedora será anunciada no mês de novembro.

O Prêmio AutoData, um dos reconhecimentos mais importantes e disputados da indústria automotiva brasileira, chega neste ano à sua décima-quinta edição. O corpo de jornalistas da AutoData Editora escolheu na terça-feira, 7, aqueles que foram eleitos como Os Melhores do Setor Automotivo 2015. Entraram para o seleto rol de escolhidos 51 empresas em 21 categorias, além de quatro executivos em Personalidade do Ano e mais dezenove veículos, em suas categorias respectivas.

Esta é considerada a primeira fase da premiação, também conhecida como o Oscar do setor automotivo nacional. A partir de agora estes concorrerão, em segunda etapa, ao reconhecimento máximo do Prêmio AutoData 2015, por meio de voto direto dos assinantes da revista AutoData e da Agência AutoData de Notícias, bem como dos participantes do Congresso AutoData Perspectivas 2016, que ocorrerá em 20 e 21 de outubro.

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A Caçamba Basculante Meia-Cana já é um produto consagrado de nossa linha desde o ano de 2006, desenvolvida especialmente para a Votorantim é considerada uma “caçamba conceito”. Resume-se em uma caçamba com diversos itens opcionais customizados especialmente para este nosso parceiro, visando maiores produtividade, resistência e segurança durante a operação.

Todo o nosso know how no mercado de mineração nos permitiu desenvolver este projeto único, que mostra nossa capacidade em atender não somente grandes volumes, mas também, demandas específicas de cada cliente, com níveis de exigência e qualidade altos.

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Sua Caixa de Carga possui assoalho em madeira de lei, construída em chapa de aço ESTRUTURAL em perfil “U” com a porta traseira com abertura em duas folhas.

Dimensões que variam de 11.6 m (até 992 botijões – 04 fileiras) até 15.15 m (até 1.640 botijões – 05 fileiras).

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No apagar das luzes de 2014 o governo finalmente apresentou as novas condições para 2015 do PSI, linha de crédito para investimentos do BNDES que no Brasil é responsável por financiar de 70% a 80% das compras de caminhões e ônibus. Apesar de ser uma resposta aos sucessivos apelos dos fabricantes, que aguardavam as novas regras para poder planejar o ano, as notícias não são boas: as taxas de juros subiram substancialmente, os prazos foram reduzidos e, mais importante, o banco de fomento não irá mais financiar 100% do bem, como vinha ocorrendo. Apesar de os juros ainda serem atraentes, a necessidade de entradas de 30% (pequenas e médias empresas) ou 50% (grandes empresas) deve inviabilizar parte importante dos negócios, com potencial para provocar nova queda no mercado de caminhões, que este ano já recua 12%.

As regras do PSI em 2014, que terminou na primeira semana de dezembro, liberavam financiamentos de 100% do valor do bem para compra de caminhões e ônibus, com taxa de 6% ao ano. Em reunião extraordinária na sexta-feira, 19, o Conselho Monetário Nacional (CMN) aumentou o juro da linha para 10% ao ano no caso de grandes empresas, 9.5% aa para pequenas e médias empresas e 9% aa na modalidade Pró-Caminhoneiro, destinada a autônomos.

O porcentual máximo financiável não foi expresso na resolução do CMN, mas segundo informações do Ministério da Fazenda confirmadas pelo BNDES na terça-feira, 23, o crédito via PSI passou a ser de apenas 50% do valor do bem para corporações de grande porte, e de 70% para as pequeno e médio portes. O prazo máximo, que era de 120 meses, caiu para 72 meses (seis anos), com seis meses de carência para iniciar os pagamentos. No caso do Pró-Caminhoneiro, são 96 meses (oito anos), com carência de 24 meses (dois anos).

RETRAÇÃO

Embora o PSI ainda represente a linha mais barata possível para compra de caminhões e ônibus no País, as novas regras vão contra o que vinha sendo pleiteado pelos fabricantes, que avaliam ser fundamental o financiamento de 100% do bem, pois sem isso o negócio requer o desembolso de recursos que a maioria das empresas de transporte não têm. Muitos diziam também que qualquer taxa acima de 7,5% a 8% também poderia afugentar compradores. Para piorar, a redução do prazo do financiamento eleva expressivamente o valor das mensalidades.

Em nota à imprensa, a Associação Nacional dos Fabricantes de Implementos Rodoviários (Anfir), cujos associados também dependem em grande medida das vendas financiadas pela linha do BNDES, avalia que as condições divulgadas do PSI em 2015 devem reduzir as vendas da linha pesada (reboques e semirreboques) do setor no primeiro trimestre do ano – a linha leve, de carrocerias montadas sobre chassis, não deverá sofrer o mesmo impacto, pois segundo a entidade não tem tanta dependência do PSI para vender.

A entidade destaca o impacto da redução da parte financiável pelo PSI. “Se isso acontecer, a indústria espera que os bancos comerciais entrem firmes no complemento do valor dos bens, com taxas competitivas, para motivar os clientes a fazer aquisições sem desembolso de capital de giro, pois 2014 não foi bom para a maioria dos negócios e por isso as empresas terão dificuldades em adquirir novos produtos ou mesmo renovar suas frotas”, diz na nota Alcides Braga, presidente da Anfir.

O dirigente acrescenta, contudo, que outras medidas de reaquecimento da economia ainda podem ser tomadas pelo governo para compensar o provável recuo das vendas no primeiro trimestre, permitindo a recuperação ao longo do ano.

ANO DE AJUSTE FISCAL

Os recursos do PSI destinados a financiar caminhões e ônibus em 2015 somam R$ 16,8 bilhões, mais R$ 1,4 bilhão para o Pró-Caminhoneiro.

Segundo explicou o Ministério da Fazenda, com a necessidade de fazer ajustes fiscais e cortar gastos, o Tesouro Nacional não irá mais subsidiar os empréstimos do BNDES em 2015, o que tornou necessário aumentar as taxas cobradas pela instituição. Nesse sentido, também foi elevada a Taxa de Juro de Longo Prazo (TJLP) de 5% para 5,5% ao ano, que é usada como base para diversas linhas de financiamento do BNDES, inclusive o Finame destinado à compra de caminhões e ônibus, que com as tarifas de retorno e remuneração dos agentes financeiros deverá ter custo total ao tomador de 12% a 13% ao ano em 2015.

Fonte: Automotive Business

Ao final do último ano a Pastre realizou a entrega do Semirreboque Basculante 40 anos. O implemento foi personalizado para a data e é considerado símbolo das quatro décadas de fundação da Indústria Metalúrgica Pastre.

Originária da Oficina Pastre, a Indústria Metalúrgica foi fundada em 21 de novembro de 1974 pelo Sr. Lauro Pastre e iniciou suas atividades com a industrialização do 3º eixo veicular auxiliar. Mais tarde, já em 1976, iniciou a fabricação de caçambas basculantes sobre chassi. Em 1983 desenvolveu-se também na linha pesada, passando a fabricar reboques e semirreboques nos modelos basculante, transporte de toras, base e outros implementos especiais.

Desde então, a Pastre tem se destacado dentre os fabricantes de implementos rodoviários como uma empresa inovadora. Foi responsável pela criação de diversos produtos como o bitrem basculante e também, foi a empresa que iniciou no Brasil o uso dos aços de alta e altíssima resistência, na fabricação de reboques e semirreboques.

Hoje em dia a Pastre tem como maior representatividade em sua linha de produção os semirreboques basculantes, onde se posiciona como uma das maiores fabricantes e é reconhecida em todas as regiões do país. E nada melhor do que simbolizar essa história de sucesso com um implemento desta linha.

O dia 19 de dezembro de 2014 ficará marcado na história da empresa com a entrega do Semirreboque Basculante 40 anos. Um semirreboque basculante de 35m³, todo fabricado em chapa de aço de alta e altíssima resistência – portanto um implemento considerado “super leve” – projetado já com os conceitos de inovação que toda linha 2015 da Pastre receberá. Linhas arredondadas que proporcionam ganhos em fabricação, produtividade e obviamente, beleza. O semirreboque foi pintado no tom de azul que remete à marca Pastre, recebeu identificações dos 40 anos da empresa e referente à certificação ISO 9001, conquistada também no ano de 2014.

O cliente contemplado foi a MC Castro Transportes, sediada em Candeias – MG. Este é o 1º produto Pastre da MC Castro, o início de uma parceria que desejamos que seja longa e duradoura. Confira abaixo as fotos do bonito conjunto, que conta também com um belo caminhão Scania Streamline, da mesma cor do implemento.

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I

Na década de 50 o filho de agricultores de Araras – SP, Lauro Pastre, não queria saber de lavrar a terra. Sua vocação era a mecânica e ouvira falar que a região Sul do País era o lugar ideal para desenvolver o novo ofício. Fez as malas e migrou para Curitiba – PR, com paradas estratégicas em algumas cidades no caminho com intuito de realizar pequenos trabalhos e garantir recursos para continuar a jornada.

Chegando lá se casou, abriu uma oficina na Rua Padre Anchieta, aprendeu a soldar e começou a fabricar terceiro-eixo para caminhões que passavam por ali. Nascia a futura Indústria Metalúrgica Pastre Ltda, especializada em implementos rodoviários.

Nos anos 60 a oficina PASTRE Ltda cresceu e precisou de mais espaço. Durante este período, iniciou-se a soldagem de peças para recuperação, serviços de solda em chassi, alongamento e encurtamento. Começava o interesse pelo trabalho em caminhões.Em 1968 a oficina está tão bem que o espaço disponível está pequeno. Muda-se então para a Rua Brasílio Itiberê, onde ficou até 1974.

Fundada em 1974, originária da Oficina PASTRE Ltda, a Indústria Metalúrgica PASTRE Ltda iniciou suas atividades com a industrialização de 3º Eixo Veicular Auxiliar (truck arrastão) em uma nova planta: na Rua Francisco Nunes. A meta era fabricar 20 3º eixos / mês.

Estendeu-se mais tarde (1976) à fabricação de Caçambas Basculantes, atuando no segmento de implementos rodoviários para as mais diversas aplicações. De 1979 começa a fabricação e fornecimento de componentes para a VOLVO e NEW HOLLAND e foi até 1986.

Em maio de 1983, certifica-se no INMETRO para fabricação do 3º eixo veicular auxiliar (EVA) e desenvolveu-se a linha pesada, passando a fabricar REBOQUES e SEMIRRREBOQUES, modelos: Basculante, Transporte de Toras, Base para Furgão, Base para Tanque, Transportes de Carga Viva, Botijões de Gás e outros implementos especiais.

Em 1986 o Sr. Pastre iniciou a concretização do sonho de uma nova sede industrial com maior espaço e que concentrasse todos os serviços prestados pela PASTRE. Iniciava-se a construção da fábrica, na cidade de Quatro – Barras, região metropolitana de Curitiba, onde está instalada atualmente.

Em 1994 iniciou-se as exportações, enviando para Argentina Semirreboques e Reboques.

No ano 2000 a PASTRE entra para o mercado dos Semirreboques Carrega-Tudo e em 2005 inova o mercado de implementos com a introdução dos aços de alta resistência.

Em 2001, revolucionou o mercado sendo a criadora do Bitrem Basculante. No início muito contestado pelos concorrentes, hoje uma realidade inquestionável.

Porém, a grande revolução ainda estava por vir. Em 2005 a PASTRE trouxe para o Brasil a tecnologia de produção de implementos rodoviários, com aços de alta e altíssima resistência.

Recebeu em 2006, o prêmio internacional “Swedish Steel Prize” pela inovação, na qual reduziu a tara/peso do Bitrem Basculante em 2ton.

Em 2010 a Pastre lançou o Semirreboque Basculante Slider. Uma “Vanderléia” basculante com eixos deslizantes, capaz de transportar 35ton. de carga líquida. Até hoje é um grande sucesso!

Iniciada em 2008, a compra da empresa de furgões frigoríficos BOREAL, foi concluída em setembro de 2012.

Em 2012 a PASTRE homologou seu primeiro distribuidor fora do Brasil, em Puntas de Valdéz, no Uruguai.

Como a PASTRE está sempre em busca da inovação, novos produtos surgem a cada dia. Em 2013 apresentamos ao mercado produtos que prometem revolucionar mais uma vez o mercado de implementos rodoviários no Brasil.

Hoje a PASTRE conta com duas sedes, totalizando aproximadamente 128.000 m² e cerca de 500 colaboradores, onde são fabricados os mais diversos modelos de implementos rodoviários.

Hoje a PASTRE conta com sede de 94.000 m², aproximadamente 400 colaboradores e é sócia majoritária da fabricante de frigorificados BOREAL, que tem cerca de 130 colaboradores e fabrica em torno de 40 produtos por mês, dentre eles 13 Semirreboques.

Atualmente são produzidos os mais diversos tipos de implementos rodoviários para transporte de cargas, com alta tecnologia em matéria prima e maquinário.

Veja logo abaixo algumas imagens que retratam o caminho percorrido pela Pastre nesses 40 anos:

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É cada vez maior a quantidade de picapes compactas circulando no País, o que sinaliza o sucesso desse segmento, que é quase exclusivo do Brasil. Além da praticidade e do consumo de carros menores, esses veículos oferecerem uma capacidade de carga satisfatória, tanto para demandas comerciais quanto para o lazer. No entanto, não é raro o transporte irregular e perigoso de variados tipos de carga, desrespeitando a legislação de trânsito. A Resolução 349, do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), que trata sobre o transporte eventual de cargas em automóveis, caminhonetes e utilitários, estabelece algumas regras e dá orientações de como realizar os procedimentos corretos para garantir a segurança no trânsito.

Confira algumas orientações.

• O condutor deve observar o peso máximo da carga especificado para o veículo, que nessa categoria gira em torno de 500 quilos. A carga transportada não pode ser arrastada ao chão nem representar risco aos demais motoristas, assim como não pode provocar ruído ou poeira. Dessa forma, o condutor deve providenciar o acondicionamento e a amarração corretos dos objetos a serem transportados, para que a carga não caia sobre a via.

Não é permitido que a carga exceda a largura máxima do veículo, sem qualquer tipo de tolerância, e muito menos ultrapasse a parte frontal. Os objetos transportados não podem obstruir a visão do motorista e também não devem ocultar as luzes de sinalização do carro.

• No caso de bicicletas transportadas em caçamba ou carga indivisível, é admitida a circulação do veículo com a tampa do compartimento de carga aberta, mas apenas durante o transporte da carga que ultrapasse o comprimento da caçamba. Caso a carga se sobressaia ou se projete além dos limites da tampa traseira, deverá estar bem visível e sinalizada. Pode-se levar carga com a tampa da caçamba rebatida ou deitada. No período noturno, essa sinalização deverá ser feita por meio de uma luz vermelha e um dispositivo refletor de cor vermelha. Caso a carga ou bicicleta prejudiquem a visibilidade parcial ou total da placa de identificação do veículo é obrigatório o uso de uma segunda placa, que será lacrada em sua parte estrutural do veículo (para-choque ou carroceria). Essa segunda placa será fixada pelo órgão de trânsito.

Fonte: Na boleia