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Inovações para o Transporte

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A Anfir (Associação Nacional dos Fabricantes de Implementos Rodoviários) e o MDA (Ministério do Desenvolvimento Agrário) firmaram, no dia 18/8, um acordo de dois anos que tem como objetivo facilitar o financiamento de implementos por agricultores cadastrados no Mais Alimentos, programa do Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar).

Além disso, a Abimaq (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos) também renovou o contrato firmado com o Ministério para mais dois anos.

Com isso, os implementos, máquinas e equipamentos utilizados para fim agrícola poderão ser financiados pelos pequenos agricultores com a linha de crédito disponível pelo BNDES com juros que variam de 2,5% ao ano para compras de até R$ 10 mil; 4,5% anual para uma ou mais operações com valor entre R$ 10 mil e R$ 30 mil; e também de 5,5% ao ano para operações acima de R$ 30 mil.

Fonte: Transporta Brasil

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Sua Caixa de Carga possui assoalho em madeira de lei, construída em chapa de aço ESTRUTURAL em perfil “U” com a porta traseira com abertura em duas folhas.

Dimensões que variam de 11.6 m (até 992 botijões – 04 fileiras) até 15.15 m (até 1.640 botijões – 05 fileiras).

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O plenário da Câmara aprovou na noite da última quarta-feira a medida provisória que corrige progressivamente a tabela do imposto de renda, com reajustes escalonados de 6.5%, 5,5%, 5% e 4,5%. A correção progressiva beneficia as faixas de renda menor, que terão correção maior da tabela, de 6,5%. Para quem tem renda salarial maior, a correção é de 4,5%. O governo, no entanto, sofreu duas derrotas: o texto original enviado ao Congresso foi alterado para dar aos professores o direito de deduzir do IR despesas com compras de livros. Também foi aprovada a isenção de PIS/Cofinspara óleo diesel, uma reivindicação dos caminhoneiros.

A oposição tentou modificar o texto e garantir a correção retroativa a janeiro deste ano, mas foi derrotada. A correção retroativa apenas a primeiro de abril deste ano foi mantida. Também foi derrotada a emenda que dava correção de 6.5% para todos. A MP segue agora para votação no Senado.

O governo tentou evitar a aprovação da isenção de PIS/ Cofins para diesel, lembrando que esse tema está em discussão em outra comissão, além não ter a ver com Imposto de Renda. Mas não conseguiu evitar a aprovação da emenda. Foram 231 votos a favor e 143 contra. Deputados da base aliada ajudaram a derrotar o governo.

“Esse MP é fruto de acordo que fizemos lá atrás”, apelou o líder do governo na Câmara, José Guimarães (PT-CE).

A emenda que beneficia os professores, de autoria do líder do PPS, Rubens Bueno (PR) foi aprovada por 222 votos sim e 199 votos não. Segundo a emenda, os professores e seus dependentes poderão deduzir, até o limite do desconto com educação, os gastos com a compra de livros. Bueno afirmou que a medida beneficiará 2,3 milhões de professores.

O governo foi obrigado a negociar com sua base aliada a edição dessa MP depois que a presidente Dilma Rousseff vetou a correção de 6,5% do IR aprovada pelo Congresso no ano passado. O governo trabalhava por uma correção de 4,5%, mas pressionado pelos parlamentares, acabou cedendo depois de longa negociação. Os parlamentares ameaçavam derrubar o veto da presidente Dilma.

As negociações foram feitas por ministros do governo, entre eles o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, que deslocou-se ao Congresso pessoalmente, várias vezes, para conversar com os presidente das duas Casas e parlamentares aliados. O acordo foi patrocinado pelo PMDB. Com a correção escalonada, o governo deixará de arrecadar cerca de R$ 6 bilhões em 2015. O governo também aceitou modificar a vigência da correção: queria que o reajuste só valesse a partir de maio, mas cedeu e permitiu correção a partir de abril.

Fonte: Jornal Globo

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Segundo fontes ligadas às negociações, já está sobre a mesa do demissionário ministro da Fazenda, Guido Mantega, e do futuro ainda a ser oficialmente nomeado, Joaquim Levy, um pedido da indústria para estender até o fim de março de 2015 a linha de crédito do PSI, com juros subsidiados pelo Tesouro para a compra de veículos comerciais e implementos rodoviários. A ideia seria manter o programa como está, com taxa de 6% ao ano e 100% do valor do bem financiável, para evitar o “buraco” de mercado que seria gerado com a falta de financiamento para o setor, como já aconteceu no início de 2014. Os últimos contratos de PSI só serão aceitos pelo BNDES até esta sexta-feira, 5. O governo já prometeu que o programa seria adotado também em 2015, mas até agora não determinou as condições de taxas, prazos e parcela financiável para o próximo ano, o que deixa o setor mais uma vez, com o pires na mão em Brasília.

A associação dos fabricantes de veículos, a Anfavea, com o apoio de outros setores interessados, tenta demonstrar à nova equipe econômica – que se mostra relutante em renovar subsídios do Tesouro aos empréstimos do BNDES – que a paralisação dos financiamentos via PSI neste momento causaria profundo impacto negativo ao setor pelo segundo ano consecutivo, provocando interrupção na produção de caminhões e ônibus (que respectivamente já cai 24,2% e 15,9% este ano de janeiro a novembro) e prováveis demissões. Os negociadores entendem que os futuros ministros não terão tempo de avaliar o programa ainda este ano para renová-lo com novas bases. Por isso, a proposta é deixar o PSI como está até 31 de março, para reformatar o programa no primeiro trimestre do ano.

“Poderia ser adotada a extensão do atual programa até 31 de março, por exemplo, de maneira a dar mais tempo à nova equipe para analisar o programa e seus efeitos no mercado. Dessa forma os negócios não sofreriam paralisia”, afirmou em nota distribuída à imprensa Alcides Braga, presidente da Anfir, a associação dos fabricantes de implementos rodoviários, também diretamente interessada e afetada pela linha de crédito do BNDES, que financia cerca de 80% das vendas assim como acontece com caminhões e ônibus.

Todo o setor de veículos comerciais tornou-se altamente dependente dos financiamentos com juros subsidiados pelo governo, que agora precisa ajustar suas contas e reduzir os subsídios ao mínimo. Nessa equação, os negociadores vão tentar segurar ao máximo os juros do PSI, mas entendem que, mesmo com um aumento substancial da taxa, ainda seria melhor do que ficar sem o programa. Mesmo que o custo da linha de crédito subisse para 9% ou 10% ao ano, não existe no mercado brasileiro nenhum outro financiamento mais barato do que isso. Outro fator, até mais importante do que a taxa em si, é manter a parcela financiável em 100% do valor do bem, o que incentiva muito mais clientes a comprar, mesmo com juro maior.

O esforço dos negociadores é para convencer a equipe econômica que, a um custo relativamente barato para o Tesouro, já contando com aumento de taxa e redução do subsídio ao PSI, seria possível manter um programa importante para incentivar o investimento em bens de capital, justamente a parcela do PIB que mais precisa crescer no País para mitigar os efeitos da contração da economia em 2015.

Fonte: Automotive Business

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Esse tipo de carreta já existe desde a década de 70.

Na época em que foi criada, essa carreta não apresentava estabilidade adequada dos eixos, o que fazia o primeiro eixo da carreta ficar “dançando” fora do alinhamento normal, lembrando uma dançarina do ponto de vista do retrovisor.

Outra característica dessa carreta é ter os eixos espaçados/ distanciados um dos outros, lembrando alguém dançar com as pernas abertas.

Por ter essas duas características , o dito popular comparava com uma cantora famosa dessa época = Vanderleia.

Vanderleia foi uma das principais personagem da Jovem Guarda ,a qual tinha Roberto Carlos como um dos lideres.

Logico que ambas são conotações machistas ,ridículas e injustas para com a querida cantora Vanderleia.

Tudo começou em 1978, quando, no governo Geisel, foi baixado o Decreto 82.925. Este permitia o PBTC subir a 45 toneladas, mas sem alterar os limites por eixo. A configuração articulada mais comum na época rodava sobre cinco eixos e tinha o teto legal de 40,5 t de PBTC.

O remédio procurado foi o cavalo-mecânico mal identificado por LS (6×2), capaz de totalizar 47,5 t pela soma aritmética dos por-eixo, aproveitando melhor as 45 t legais.

Mas o ideal, visto por outros, seria não ter de trucar o cavalo. Só adequar o implemento, cuja única opção era a apenas pensada carreta de três eixos distanciados.

Nos cerca de 20 anos seguintes, ao contrário da celebridade que lhe emprestou o nome, a carreta Vanderleia ficou esquecida.

Algumas empresas de implementos rodoviários se aventuraram nessa trilha. Com um projeto de 12,37 m de comprimento, três eixos a 2,40 m entre si, sendo o primeiro, direcional e de suspensão a ar. Pesava 8,450 kg de tara, com sua carroceria aberta. Isto foi no segundo semestre de 1982, conforme teste prático realizado pelo Jornal Veículo, hoje descontinuado.

Em 2010 em resposta à uma Resolução que entraria em vigor no ano seguinte, exigindo que bitrens passassem a ser tracionados por caminhões 6×4 (o que reduziria em mais de uma tonelada a carga líquida deste produto), a Pastre inovou mais uma vez. Este ano marcou o lançamento do SEMIRREBOQUE BASCULANTE SLIDER, um implemento que possibilitaria ao transportador carregar uma carga similar à do Bitrem Basculante, sem a necessidade de investir em um caminhão trator mais caro.

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Já existiam no mercado outras “Vanderléias” basculantes (apelido que é dado aos semirreboques basculante com eixos distanciados), mas, nenhuma com a solução desenvolvida pela Pastre. Visando o ganho do transportador, criamos um semirreboque que atingisse os dezesseis metros de comprimento exigidos por lei, porém, com segurança e praticidade. Foi aí que surgiu o nome “Slider”. A Pastre foi a 1ª empresa brasileira a adicionar um chassi deslizante em um Semirreboque Basculante, diferentemente do que é feito pela concorrência, onde o que desliza é a caixa de carga, gerando mais custos e manutenção. Desta vez não houveram muitas críticas dos concorrentes, ao contrário disso, muitos destes copiaram nosso conceito, adaptando aos seus projetos. O Semirreboque Basculante Slider foi o implemento mais vendido pela Pastre entre os anos de 2010 e 2011 e até hoje, tem sua representatividade em nosso faturamento.

Fonte: Guia do TRC / Pastre

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Diante de cenário retraído para o mercado nacional de bens de capital, dentre eles caminhões, ônibus, implementos rodoviários e máquinas agrícolas e de construção, o BNDES, Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico, publicou no Diário Oficial da União da terça-feira, 19, medida importante que estimula o financiamento desses bens via PSI/Finame. 

Por meio da circular 35 (leia aqui), o PSI passa a financiar 100% do valor do bem de capital. Portanto, o percentual financiável que era 80% do valor do bem para empresas com receita operacional bruta (ROB) acima de R$ 90 milhões ao ano e 90% para companhias com ROB igual ou inferior a esse valor, com a medida foi unificado em 100%, independente do ROB. Os juros anuais de 6% praticados pela linha PSI/Finame foram mantidos. 

“Trata-se de uma medida que poderá trazer reflexos positivos às vendas de implementos, mas não terá capacidade para reverter a expectativa de balanço negativo em 2014”, explica em nota Alcides Braga, presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Implementos Rodoviários, a Anfir. O segmento de implementos acumula queda de 9% nas vendas de janeiro a julho em relação a igual intervalo do ano passado. A entidade prevê retração ainda maior, de 10%, até o fim do ano (leia aqui). 

Mesmo sem conseguir reverter a situação atual, na visão de Mario Rinaldi, diretor executivo da Anfir, as medidas poderão ajudar no desempenho do mercado em 2015. Mas para isso é necessário continuidade. “O governo que tomará posse em 1º de janeiro precisa estar atento à importância da manutenção dessas medidas de incentivo à indústria”, avalia. 

No segmento de caminhões, a retração nas vendas dos primeiros sete meses foi de 13,6%, para pouco mais de 77 mil unidades licenciadas. No de ônibus, é ainda maior: 15,3% na comparação com o ano passado, totalizando 15,5 mil emplacamentos. O segmento de máquinas agrícolas e de construção entregou 39,3 mil unidades até julho, o que representa queda anual de 19,2%. Os números são da Anfavea, associação nacional dos fabricantes de veículos.

Fonte:  Automotive Business

A CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara dos Deputados rejeitou no mês passado o projeto que tornavam obrigatórias aulas em simuladores de direção para quem deseja tirar a CNH (Carteira Nacional de Habilitação). Como tramitava em caráter conclusivo, o projeto deve ser arquivado, a não ser que haja requerimento para que o Plenário reveja a decisão.

Para o diretor-geral do CFC (Centro de Formação de Condutores) Água Viva, de Joinville, Marcio Ruzanowsky, a situação ainda permanece incerta. “Não havíamos adquirido o simulador ainda principalmente pela incerteza de saber se a Resolução nº 444/13 do CONTRAN, permaneceria vigente”, disse.

A resolução do CONTRAN (Conselho Nacional de Trânsito) sobre o uso dos simuladores em todo o Brasil, embora tenha sido rejeitada, serviu para aproximar e fortalecer os laços entre os profissionais da categoria. Em Joinville, 15 CFCs se uniram e formaram a ACFCJ (Associação dos Centro de Formação de Condutores de Joinville e Região). Ainda está em fase de constituição, foi criada para debater questões e incertezas do governo sobre a categoria. “Nós queremos representar os interesses de Joinville e Região, além de nos fortalecermos um pouco mais para as lutas e conquistas”, explica Roberto de Oliveira, presidente da associação.

Quanto à decisão da votação da CCJ da Câmara, que extingue a exigência do simulador, Oliveira disse que vai aguardar a palavra final do plenário. “Nós vamos continuar aguardando, esperamos que as autoridades façam a sua parte e não nos deixem tão desamparados.”

Fonte: Ric Mais

O tráfego intenso e a má condição das pistas representam um desafio para quem cruza as rodovias federais do Tocantins e do Maranhão. Em um trecho de quase mil quilômetros entre os municípios de Pedro Afonso (TO) e Presidente Dutra (MA), a reportagem da revista Globo Rural se deparou com uma intensa buraqueira, longos trechos sem acostamento, sinalização deficiente e “pedágios” informais.

Na Belém-Brasília, uma das mais importantes e movimentadas do país, diversos trechos estavam interrompidos parcialmente por obras de restauração. Nas proximidades da divisa com o Maranhão, no município de Aguiarnópolis (TO), uma cratera provocou a interdição total da via, obrigando os motoristas a tomar um desvio de quase 60 quilômetros por estradas estaduais em péssimo estado.

Na BR-226, a sensação de abandono é agravada nos 120 quilômetros que separam os municípios maranhenses de Grajaú e Barra do Corda. O trecho, que corta a Terra Indígena Canabrava , dos índios Guajajara, está em ruínas. Nos trechos mais críticos, pouco sobrou do asfalto e a erosão já corroeu o que havia de acostamento.

O cenário é mais impactante pelo grande número de crianças indígenas que se colocam perigosamente à beira da rodovia e, muitas vezes, à frente dos caminhões. Com enxadas nas mãos e baldes cheios de terra, “fecham” a pista com um pedaço de corda e pedem retribuição dos motoristas pelo trabalho de tapa-buracos que encenam em meio ao tráfego pesado.

O cenário se repete em diversos pontos da travessia e reúne dezenas de crianças, adolescentes, mulheres com crianças de colo e idosos. “Um Real! Um Real!”, gritam os meninos e meninas, enquanto erguem os braços. Alguns motoristas se comovem e distribuem poucos trocados. Outros buzinam e avançam sobre as frágeis “cancelas” de barbante.

Fonte: Globo Rural

O feriadão do Dia do Trabalhador vem com a promessa de estradas cheias novamente. Assim, a partir das 14h desta quarta, a Polícia Rodoviária coloca nas ruas uma operação especial para reforçar a segurança nas rodovias estaduais – só pelo Sistema Anchieta-Imigrantes devem passar até 370 mil carros.

Na ação estadual, serão empregados diariamente 1,6 mil policiais em 700 viaturas dos cinco batalhões de Polícia Militar Rodoviária, além de policiais do Grupamento de Radiopatrulha Aérea.

A fiscalização da velocidade dos carros nas rodovias será feita por meio de 61 radares móveis inteligentes – que podem ser utilizados de dentro da viatura, mesmo em movimento -, 125 radares portáteis e 93 fixos, além de sistemas integrados de câmeras.

A Polícia Rodoviária contará com 349 bafômetros para a realização de testes de embriaguez da Operação Direção Segura, que também serão usados em ocorrências de acidentes.

A ação, que vai até a meia-noite de domingo (4 de maio), tem como objetivo evitar acidentes e garantir a fluidez do trânsito.

A PM alerta que o motorista que for flagrado dirigindo embriagado será multado em R$ 1.915,40 e poderá ter o veículo apreendido e a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) retida por 12 meses. O condutor terá ainda que responder criminalmente a uma pena de seis meses a três anos de prisão.

Casa segura / Para quem pretende viajar durante o feriado prolongado, a Polícia Militar recomenda cuidados especiais com a casa. Avisar os vizinhos de que sua família estará fora é útil e poderá evitar que sua casa seja furtada, por exemplo.

Muita gente

A Ecovias, concessionária que administra o Sistema Anchieta-Imigrantes, estima que entre 250 mil e 370 mil veículos devem descer a serra pelas rodovias do Sistema Anchieta-Imigrantes durante o feriado do Dia do Trabalhador, o 1° de Maio.

faixas estarão  abertas no sentido Litoral e três  no sentido Capital hoje à tarde.

Para o 7×3

Nessa operação, a pista Norte da Anchieta, que normalmente opera no sentido São Paulo, será invertida e usada também para descida. Na quinta-feira (1), de 0h às 3h e das 6h às 17h59, entra em vigor novamente a Operação Descida. Para facilitar o retorno à Capital, das 16h de sábado até a 1h de domingo, a Ecovias deve trabalhar com a Operação Subida 2×8.

Após mais uma rodada de negociações intermediadas pelo prefeito Arthur Neto, o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Amazonas (Sinetram) se comprometeu, ontem (3), a elaborar, com o auxílio do secretário municipal de Finanças, proposta para o pagamento da Participação nos Lucros e Resultados (PLR) aos trabalhadores rodoviários.

Além da PLR, foi discutida, ainda, a questão da insalubridade, apresentada pelos trabalhadores.

Durante as mais de quatro horas de negociações, ficou acordado também que a partir de agora os problemas de menor potencial, como a falta de bebedouros, copos descartáveis e papel higiênico nas garagens serão repassados à Superintendência Municipal de Transportes Urbanos (SMTU). As demandas devem ser apresentadas ao diretor-presidente, Pedro Carvalho, que ficará responsável por intermediar a solução junto ao Sinetram.

Para o prefeito Arthur Neto, a discussão calorosa, em muitos momentos bastante tensa, serviu para que os sindicalistas entrem em um consenso e busquem resolver os problemas e divergências, que vêm ocasionando sucessivas greves na cidade. De acordo com o chefe do executivo municipal, é fundamental que tanto o Sindicato dos Rodoviários quanto o Sinetram cumpram o que for acordado a partir de agora para não prejudicar a população.

Uma das maiores preocupações dos rodoviários é exatamente a questão da PLR. De acordo com o prefeito, a participação nos lucros será amplamente elaborada pelas empresas com o auxílio do secretário da Semef, Ulisses Tapajós, e também pela Fundação João Cabral, de Minas Gerais, especializada no assunto.

Tapajós apresentou aos sindicalistas o modelo implantado em empresas do Distrito Industrial, que tiveram êxito. “Temos certeza de que vamos chegar a um modelo empresarial no qual o colaborador vai contribuir para que sua empresa cresça e ele cresça junto”, comentou.

Para o presidente do Sindicato dos Rodoviários, Givanci Oliveira, o trabalho de intermediação da prefeitura está sendo bastante proveitoso e começa a dar bons resultados para a categoria.  “Graças a Deus começamos a chegar a um entendimento. Vamos esperar as próximas reuniões e acreditamos que a categoria vai sair satisfeita com esse acordo firmado entre a prefeitura e o Sinetram”, afirmou, se comprometendo a não criar novos movimentos de greve por motivos menores.

Os trabalhadores já aceitaram a proposta que prevê o reajuste salarial de 6%, reajuste de cesta básica para R$ 195 e 10% no tíquete refeição e no lanche. Novas rodadas técnicas de negociação devem acontecer nos próximos dias para continuar discutindo a PLR.

Liminar
O Tribunal Regional do Trabalho (TRT) concedeu liminar impedindo que ocorra nova paralisação em Manaus. A decisão é da juíza Maria das Graças Alecrim Marinho, após analisar o pedido feito pelo Sinetram. Segundo a juíza, não é possível deflagrar greve por conta da Convenção Coletiva dos trabalhadores, que está em curso e tem como data limite o dia 30 para ser resolvida. Ela ainda afirma que os trabalhadores, ao decidirem pela paralisação, desrespeitam a Lei 7783/89.