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Inovações para o Transporte

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O Porto de Paranaguá promove nesta terça-feira (15), no Centro Receptivo do Pátio de Triagem, mais uma ação integrada de promoção da saúde e bem-estar dos caminhoneiros. Das 9h às 17h, gratuitamente, os motoristas que aguardam para descarregar grãos vão receber corte de cabelo, exames e informação.

 A ação é uma parceria com o Senac, 1ª Regional de Saúde, Pastoral Rodoviária, Prefeitura Municipal e Polícia Militar. Nesta data – em que se comemora, no Brasil, o Dia do Homem -, o motivo do encontro é especial. Por isso, uma das palestras será com o médico Rubens Bendlin – chefe da Divisão de Atenção à Saúde do Homem, da Secretaria de Estado da Saúde.

Segundo o especialista, a conversa desta terça-feira será para fazer um alerta. “Desde 2008, no mundo inteiro, equipes multidisciplinares, de várias especialidades da medicina, vêm se dedicando ao estudo da saúde do homem. Em alguns desses estudos chegamos a dados como o de a cada três mortes, na faixa etária de 20 a 59 anos, duas são de homens; ou de que o homem vive sete anos e meio menos que as mulheres. Isso se reproduz totalmente no Paraná. Seja porque o homem não se cuida, só procura ajuda quando está mal ou porque chamamos de estereótipos de gênero: por machismo, por medo da exposição, por achar que nunca vai ficar doente. Com isso, o que estamos vendo são cada vez mais jovens com diabetes, hipertensão, tendo AVC ou infarto; ou ainda, morrendo no trânsito ou vítimas de agressão. Portanto, diante dessa realidade, queremos aproveitar a oportunidade para chamar os caminhoneiros à reflexão”, disse o médico.

Outras ações

No Porto em Ação, o Senac Paranaguá vai participar desta edição com o corte de cabelo. Divididos em duas turmas, alunos dos cursos profissionalizantes da área, de todo o Litoral do Estado, prestarão o serviço. A Equipe da Educação Ambiental da Appa fará um bate-papo com o tema do gerenciamento dos resíduos dos caminhões, das estradas e do Pátio de Triagem e entregará um Kit com informações importantes sobre as operações portuárias; haverá ainda ginástica laboral, missa e culto.

Além dessas atividades, durante todo o período, a 1ª Regional de Saúde vai fornecer exames para DSTs e Aids; testes de glicemia e aferição de pressão.

Caminhoneiros

Em média, o fluxo durante um dia, no Pátio de Triagem, é de 1,2 mil caminhões. Este ano, no primeiro semestre, deram entrada no local 222.120 caminhoneiros vindos, principalmente, do Paraná, Mato Grosso, Goiás, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Minas Gerais.

São esses motoristas que, durante um dia, todo mês, participam do Porto em Ação.

Fonte: Blog do Caminhoneiro

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Segundo estimativa do Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas e Logística de Mato Grosso do Sul (Setlog MS), a cada mês partem do Estado 23 mil carretas transportando sojaou milho para os portos de Santos (SP) e Paranaguá (PR). O número sobe para 30 mil caminhões com a soma de açúcar e cana. Em 2014, também segundo o Setlog MS, os transportadores daquele Estado devem comprar entre 5 mil e 6 mil caminhões extrapesados (vejaaqui).

Para falar sobre alguns aspectos do transporte de carga daquele Estado, Automotive Businessentrevistou Airton Dall’Agnol, diretor-geral da Lontano. “Para este semestre não poderei renovar parte da frota por causa do destino dos usados. Preciso vender 47 caminhões e não consigo. As pequenas empresas e os autônomos pagam juros altos pelos usados (entre 1,3% e 1,4%, segundo especialistas) e não podem usar o Finame para caminhões de 2008 ou mais antigos”, recorda Dall’Agnol, que precisa repassar ao mercado alguns de seus caminhões fabricados entre 2004 e 2007. 

A Lontano planeja aumentar a frota entre 2015 e 2018 em 50 novos caminhões a cada ano. “Esse número é só de ampliação anual, sem mencionar as substituições”, diz o diretor-geral da companhia, cuja frota estaria em aproximadamente 300 veículos. 

A dificuldade de conseguir mão de obra capacitada também afeta a companhia. “Tenho 27 caminhões parados por falta de motorista (…) Estamos colocando ar-condicionado e geladeira nos bitrens. Se o caminhão não estiver bom o motorista vai embora para o concorrente”, diz Dall’Agnol. 

O ganho líquido dos motoristas da região estaria entre R$ 2 mil e R$ 4 mil segundo Dall’Agnol, que gostaria que o governo federal fornecesse capacitação aos condutores por causa da segurança e também porque a eletrônica embarcada é cada vez mais presente nos caminhões. Também pleiteia empenho maior das montadoras: “Acredito que elas têm de se preocupar em fazer melhor”, diz, usando como exemplo a simplicidade das entregas técnicas quando vende um veículo. 

Segundo Airton, a Lontano prefere levar as carretas de soja para o porto de Paranaguá. Citou a dificuldade de coordenar os agendamentos de descarga no porto de Santos. Quando se olha o pátio de um posto de combustível em Mato Grosso do Sul, é difícil encontrar no meio de um mar de caminhões algum que não puxe uma carreta graneleira, mas nem só de soja e milho vivem essas transportadoras. 

“A soja está entre 60% e 70% do que transportamos. Também levamos milho e açúcar para os portos e fertilizantes para Mato Grosso, Minas Gerais e Goiás. E trazemos gesso agrícola, empregado para aprofundar as raízes da planta”, explica.

Fonte: Automotive Business

Começou na tarde desta segunda-feira (05), e segue até quinta-feira, a 18ª edição da Exposafra, Feira de Negócios para Transportadores, evento promovido pela revista Caminhoneiro com apoio da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (APPA). A expectativa é que mais de cinco mil pessoas prestigiem o evento que traz as mais recentes novidades do setor de transporte rodoviário de cargas.

O estande dos portos paranaenses, este ano, foi montado em parceria com a Polícia Rodoviária Federal, Ecovia e Guarda Municipal. “Este evento vem se somar ao trabalho que temos feito com o caminhoneiro ao longo do ano. Queremos que ele se sinta bem e seja bem tratado e fazemos isso diminuindo cada vez mais o tempo de espera nas descargas e oferecendo serviços úteis”, aplica o diretor técnico da Appa, Paulinho Dalmaz.

Além de repassar informações sobre a importância de se manter a cidade limpa, no estande dos portos os caminhoneiros podem fazer aferição de pressão, cortar cabelo e receber informações sobre prevenção ao uso de drogas.

Novidades – Orivaldo Quatrini, gerente de promoção e eventos da Revista Caminhoneiro, que promove a Exposafra, disse que para este ano, a grande novidade da feira é a diversidade de caminhões disponíveis para test drive. Ao todo são seis montadoras com seus mais novos modelos disponíveis para que os caminhoneiros façam seus testes.

“Trata-se de uma oportunidade única para os caminhoneiros aproveitarem o tempo de espera para visitar empresas do setor, cuidar da saúde, realizar testes. Aqui eles podem se deparar, no mesmo cenário, com diferentes montadoras e também comparar as categorias, falar diretamente com o fabricante, tirar as suas dúvidas e, muitas vezes, realizar um negócio”, disse. Quatrini

Entre as montadoras presentes está a holandesa DAF, que instalou em Ponta Grossa sua primeira fábrica fora da Europa. Com o objetivo de ganhar mercado e cair no gosto dos caminhoneiros, a empresa está trazendo para a feira o caminhão que produz aqui no Paraná. “Trouxemos este modelo especial para viagens de longa distância e que temos certeza de que irá agradar. Nosso objetivo é tornar o nosso produto cada vez mais conhecido, uma vez que se trata de um grande desafio competir com marcas que estão no mercado brasileiro há mais de 40 anos”, afirma Rúbia Ribeiro, analista de marketing da empresa.

A 18ª Exposafra é aberta ao público em geral das 15 às 21h. até a próxima quinta-feira (08). 

Fonte: AEN PR

O Brasil triplicou a exportação de soja e milho em contêineres organizando uma estrutura de embarque e despacho pelo país afora. Nos cinco principais portos exportadores, 23,3 mil compartimentos que atravessariam os oceanos Atlântico e Índico vazios foram carregados em 2013, ante 6,6 mil em 2012. Os grãos “encaixotados” seguiram principalmente para China e dispensaram 14 navios graneleiros.

O maior impulso ocorreu no Paraná e foi puxado pela oleaginosa. O Terminal de Contêineres de Paranaguá (TCP) havia movimentado 1.880 compartimentos de grãos (cada um com 27 toneladas) em 2012 e atingiu 10.850 unidades no último ano – 70% com soja e 30% com milho. Isso significa que 2,6% e 2% das exportações dessas commodities, respectivamente, estão saindo do Porto de Paranaguá estufados em embalagens de aço.

A prática, que era uma exceção, veio para ficar, aponta o superintendente do TCP, Juarez Moraes e Silva. Em contêineres, o transporte marítimo de grãos é tradicionalmente 50% mais barato, mas faltava ajustar o embarque da produção. Postos de recepção que remetem a soja com toda a documentação pronta para exportação estão funcionando em Cambé (Norte), Maringá (também Norte), Cascavel (Oeste), Guarapuava (Centro) e Paranaguá (Litoral). Novos pontos de carregamento devem funcionar ainda em 2014 em Ponta Grossa (Campos Gerais) e Campo Largo (Região de Curitiba).

A previsão é que, neste ano, o embarque de grãos “conteinerizados” aumente 68% no Paraná, para 18 mil unidades. Com isso, o país deve estufar mais de 30 mil contêineres. Esses números equivalem a 11 e a 20 navios graneleiros.

Os exportadores Para­­naenses esperam deixar de gastar R$ 20 milhões com transporte marítimo. Em todo o país, a economia tende a chegar a R$ 33,5 milhões, considerando diferença de custo de R$ 1,1 mil por contêiner.

Quando os compartimentos não voltam para a Ásia vazios, os transportadores e os exportadores também lucram com a alternativa. “O transportador consegue colocar o contêiner lá fora novamente rentabilizando o negócio”, aponta o diretor comercial do Porto de Itapoá (SC), Marcos Harwardt. No ano passado, da movimentação de longo curso do terminal catarinense, 10% eram grãos em 1.785 contêineres.

Limitação

O limite da exportação de grãos por contêiner é justamente o número de compartimentos disponíveis, uma vez que a soja e o milho ainda não são o foco desse tipo de transporte. Além disso, os exportadores nem sempre estão dispostos a comprar contêineres.

No TCP, 6 mil contêineres vazios deixam o Porto de Paranaguá todo mês. A estimativa é que, por questões de tamanho e destino, 40% podem receber soja. Isso significa que há espaço para que o carregamento cresça 22% (ou 64,5 mil toneladas).

Economia de tempo está relacionada a filas de navios

O carregamento de um navio contêiner por contêiner parece mais demorado que o feito por esteiras, mas não é: dura de um dia e meio a dois dias. Mas o importador que recebe soja “encaixotada” espera um mês a menos na Ásia. Isso porque há menos filas de embarcações para atracar no Terminal de Contêineres de Paranaguá (TCP). O importador asiático que depende do Corredor de Exportação aguarda mais de dois meses.

Por outro lado, quando o transporte no interior do Brasil é feito de trem, pode demorar mais que o dobro que o de caminhão. Metade dos contêineres seguem de trem a Paranaguá, enquanto que para o embarque a granel o uso de ferrovias é exceção. Cada contêiner leva 27 toneladas de grão e cada caminhão cerca de 45 t.

Conteinerização

A exportação de soja por contêineres exige despacho no interior do estado, carregamento marítimo de unidade por unidade, mas pode ser mais rápida

4 a 4

Os grãos exportados em navios graneleiros saem dos silos (1) em caminhões ou trens (2) e, em Paranaguá, passam por depósitos (3) para, finalmente, chegar às esteiras carregadoras (4). Os que seguem para navios de contêineres saem dos silos (1) de caminhão (2), são despejados nos contêineres (3) para viagem por rodovia ou ferrovia. Na sequência, ficam empilhados em Paranaguá (4) até a hora do carregamento final.

Fluxo contínuo

Uma das vantagens logísticas da soja em contêiner é que o carregamento dos navios não precisa ser interrompido quando está chovendo. Perto da metade dos contêineres carregados com grãos no interior do Paraná segue até Paranaguá de trem e, nas ferrovias (menos usadas para carregar navios graneleiros), o risco de interrupções no tráfego é menor.

Custo

Os exportadores de grãos pagam US$ 500 por contêiner (US$ 18,5 ou R$ 41,5 por tonelada), preço pelo menos 50% abaixo da cotação dos navios de granéis para esse mesmo volume.

 Fonte: Gazeta do Povo

A movimentação de cargas pelos portos de Paranaguá e Antonina atingiu a marca das 11 milhões de toneladas neste primeiro trimestre de 2014. O volume é 15% maior do que o registrado no mesmo período de 2013.

Entre os destaques está a exportação de soja, que já é 157% superior à verificada nos três primeiros meses de 2013, totalizando 2,7 milhões de toneladas exportadas. A exportação de farelo de soja apresentou alta de 8%, com 883,7 mil toneladas.

A exportação de açúcar também registrou crescimento, com 1 milhão de toneladas de janeiro a março deste ano, o que representou alta de 19% em relação ao primeiro trimestre de 2013.

Outro número que chamou a atenção no fechamento do trimestre foi o da exportação de veículos, que em 2014 está 115% maior do que o registrado em 2013. Até agora, foram exportados 14,8 mil unidades de veículos, contra 6,9 mil no mesmo período de 2013. Na importação, a alta dos veículos foi de 3%, totalizando 16,3 mil unidades importadas.

Ainda entre os produtos importados, outro destaque foi o fertilizante – 2,2 milhões de toneladas até agora, o que representa alta de 8%.

Para o superintendente dos portos paranaenses, Luiz Henrique Dividino, os números expressivos registrados pela movimentação dos portos de Paranaguá e Antonina reforçam a necessidade de agilidade nos processos de concessão nos portos do Paraná. “Estamos realizando melhorias operacionais, mas que são limitadas. Para continuarmos atendendo a contento a demanda nacional é preciso aumentar a capacidade operacional do porto”, avalia.

O secretário de Infraestrutura e Logística do Paraná, José Richa Filho, acredita que a demora do Governo Federal em promover as novas concessões para novos terminais portuários coloca todo o setor produtivo em alerta. “Com o contínuo crescimento da produção agrícola no Sul do país, precisamos de providencias urgentes do Governo Federal no sentido de estabelecermos condições para o escoamento dos produtos do nosso Estado”, afirma.

Fonte: Na Boléia