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Inovações para o Transporte

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Tag "transporte"

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Sua Caixa de Carga possui assoalho em madeira de lei, construída em chapa de aço ESTRUTURAL em perfil “U” com a porta traseira com abertura em duas folhas.

Dimensões que variam de 11.6 m (até 992 botijões – 04 fileiras) até 15.15 m (até 1.640 botijões – 05 fileiras).

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O BNDES autorizou os bancos a realizarem o Refinanciamento de operações contratadas no âmbito do Programa BNDES de Financiamento a Caminhoneiros (BNDES Procaminhoneiro) e do Subprograma Bens de Capital do Programa BNDES de Sustentação do Investimento (BNDES PSI), por meio da Circular nº 26/2015. Empresários do setor do transporte de cargas e caminhoneiros possuem até dezembro para fazer a solicitação. A prorrogação foi um dos pedidos da categoria durante as greves realizada entre fevereiro e abril.

De acordo com a circular do BNDES, as operações são destinadas contratos até 31 de dezembro de 2014 para aqueles que financiaram caminhões, chassis, caminhões-tratores, carretas, cavalos-mecânicos, reboques, semirreboques, incluídos os tipos dolly, tanques e afins, carrocerias para caminhões, novos ou usados, sistemas de rastreamento novos, seguro do bem e seguro prestamista.

A medida é valida para aqueles que possuem Receita Operacional Bruta anual ou anualizada até R$ 2,4 milhões, ou seja, empresários individuais, empresas individuais de responsabilidade limitada, sociedades, associações e fundações do segmento de transporte rodoviário.

Como acordado entre a categoria e o governo federal, as condições de refinanciamento tem como objeto de renegociação as 12 primeiras parcelas de amortização com vencimento a partir da formalização da operação pelo BNDES. A circular desta ainda que “Será concedida uma nova carência de 12 (doze) meses a partir da formalização da operação de refinanciamento”.

Apenas uma renegociação poderá ser realizada por operação.

Confira aqui a Circular nº 26/2015 do BNDES.

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Sempre à procura de novas tendências e preocupada com a geração de energia através de fontes limpas e renováveis, a PASTRE desenvolveu um semirreboque exclusivo para atender o mercado de energia eólica.

Produzido com tecnologia de ponta 100% brasileira, oferece uma solução inteligente e inovadora para o transporte das pás de todos os tamanhos.

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Semirreboque Carrega Tudo Extensível Lagartixa 5 eixos.

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Acontece, entre os dias 19 e 20 de março, das 10hrs às 16hrs, na Rodovia Castello Branco, km 57, no sentido São Paulo, o projeto “Caminhão 100%” que ofecere uma vistoria e análise técnica e de segurança para os caminhões que trafegam pelas estradas.

Na Rodovia Dutra, a checagem gratuita acontecerá, nos dias 26 e 27 de fevereiro, no Posto Graal Embaixador – Rodovia Presidente Dutra, km 299 – Pista Sul – Resende/RJ.

A intenção do GMA – Grupo de Manutenção Automotiva – é de poder avaliar a condição em que os caminhões estão, e assim, poderem auxiliar e alertar os carreteiros sobre a condição de seus veículos.

As avaliações gratuitas do Caminhão 100% também permitem a checagem de itens do motor para identificar vazamentos (medição de emissão de gases, cubos de rodas, nível e qualidade dos fluidos de freio e embreagem), além de faróis, lanternas, piscas, iluminação de placa e interna, limpador de pára-brisa, extintor de incêndio, pneus e buzina.

Fonte: Frota&Cia

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Mesmo com o recuo nas cotações das commodities, o governo espera elevar em 6,2% as exportações nacionais de grãos neste ano. Isso porque a desvalorização de 18% no preço da soja é parcialmente compensada pela alta de 15% na cotação do dólar, explicou ontem a ministra da Agricultura, Kátia Abreu. “Não tenho preocupação em relação ao comércio exterior”, garantiu.

Kátia Abreu e os ministros dos Portos, Edinho Araújo, e dos Transportes, Antônio Carlos Rodrigues, anunciaram ontem (13) medidas para evitar que o escoamento da nova safra seja marcado por filas de caminhões nos portos de Santos (SP) e Paranaguá (PR). Mesmo não sendo a opção mais econômica, as duas instalações ainda são as mais utilizadas para a exportação de grãos no País.

Para esses dois terminais, o governo promete aperfeiçoar o sistema de agendamento que, no ano passado, ajudou a reduzir o custo do frete em 7%, segundo cálculos oficiais. De manual, o sistema passará a ser eletrônico. O governo também promete credenciar mais um pátio para que os caminhões aguardem autorização até ingressar nos terminais. “Essa iniciativa lançada no ano passado deu resultados positivos”, disse Edinho Araújo. A ministra Kátia Abreu estimou uma economia de 70% na taxa paga às embarcações pela demora no carregamento.

Nos portos do Norte, o problema é acesso aos terminais. Uma das principais vias, a BR-163, ainda não está totalmente asfaltada até o porto fluvial de Miritituba (PA). O asfaltamento dessa rodovia se arrasta há 40 anos, como reconheceu o secretário executivo dos Transportes, Anivaldo Vale. As obras de pavimentação estão contratadas, mas estima-se que só estejam concluídas no fim de 2016. Por ora, o governo lançará mão de soluções paliativas, como o cascalhamento da via e a oferta de tratores para desencalhar caminhões.

O governo deverá também ampliar as áreas disponíveis no porto de Vila do Conde (PA), próximo de Belém, para a construção de novos terminais privados. Está na Casa Civil da Presidência uma minuta de decreto presidencial modificando a demarcação de área (chamada “poligonal”), de forma que poderão ser implantados mais três ou quatro terminais privados na área.

O plano do governo prevê ações integradas das três pastas para enfrentar o desafio de exportar parte das 202 milhões de toneladas de grãos previstas para a safra 2014/2015. A estimativa é de que apenas o complexo soja seja responsável pelo embarque de 64,2 milhões de toneladas de grão e farelo neste ano.

Entre as ações anunciadas pelos ministros está a utilização de 426 embarcações nas hidrovias Madeira e Tapajós. As barcaças compõem o sistema de transporte do chamado Arco Norte, corredor logístico que o governo tenta fomentar na região para reduzir a pressão sobre os portos de Santos e Paranaguá.

Fonte: Frotacia

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A linha de caminhões 797 da Caterpillar é famosa por oferecer alguns dos maiores veículos terrestres do planeta. Esses gigantes de mais de 7 metros de altura e quase 15 metros de comprimento são usados na mineração, sendo extremamente importantes para o transporte de cargas que variam de 360 a 400 toneladas.

Somando essa carga com seu peso estrutural, os caminhões 797 podem chegar a pesar quase 624 toneladas. Em contrapartida, eles não são nada velozes, atingindo velocidades máximas que giram em torno de 65 km/h.

Mas você já parou para pensar como esses enormes veículos chegam até as áreas de mineração? Como você deve imaginar, todo esse peso pode ser muito prejudicial para as estradas convencionais. Assim, a circulação desse tipo de caminhão é proibida em muitos países fora das regiões de escavação.

A saída de transporte do Caterpillar 797 foi evidenciada por um vídeo divulgado no YouTube em 2010, mas que ainda se faz atual. Outros caminhões convencionais são utilizados para distribuir de maneira mais eficiente o peso desse veículo monstruoso, evitando que o asfalto seja danificado.

Fonte: Tecmundo

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Os produtores paranaenses de soja gastaram, em setembro do ano passado, entre 14% e 17% de sua receita bruta com a logística para armazenar e escoar suas colheitas destinadas à exportação. O transporte das cargas em si foi o fator que mais pesou nessa conta. Representou, em média, 8,76% do custo de escoamento das fazendas ao porto de Paranaguá, a depender da distância da propriedade rural até o litoral do Estado.

Os cálculos foram feitos pela Esalq-Log (Grupo de Pesquisa e Extensão em Logística Agroindustrial da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”) a pedido da Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep). Além do transporte da produção, majoritariamente rodoviário, o produtor também arca com o peso da armazenagem – que, em média, chega a 6,38% de sua receita bruta – e de movimentações no próprio no porto (2,58%).

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Para chegar a esses resultados, a Esalq-Log tomou como base o dia 12 de setembro de 2013, quando a cotação da soja para entrega em janeiro deste ano era de US$ 10,45 por bushel (medida equivalente a 27,21 quilos) na bolsa de Chicago e o dólar equivalia a R$ 2,26. O preço da saca de 60 quilos da soja na fazenda estava, em média, em R$ 43,30, e em Paranaguá saía por R$ 52,07. Por meio de simulações, o trabalho também comprovou que a queda da cotação do grão na bolsa americana e a desvalorização do dólar diante do real ampliam consideravelmente os custos logísticos dos sojicultores.

Com o dólar a R$ 1,56, por exemplo, o gasto médio de transporte do produtor/exportador paranaense subiria de 8,76% para 12,63%, em média, mas os custos de armazenagem e portuário teriam pouca alteração. Nessa simulação, o valor da soja na origem seria de R$ 28,72 a saca. “Embora o frete não seja diretamente influenciado pelo dólar, a redução no preço do produto no mercado internacional faz o custo do transporte ter um peso maior na rentabilidade do produtor”, afirma o pesquisador Fernando Vinícius da Rocha, da Esalq-Log.

Já com o dólar a R$ 2,39, a saca de soja na fazenda seria, em média, de R$ 46 e o gasto com o transporte recuaria para 8,28%. “Nesse caso, a representatividade desse custo na geração de receita aos exportadores se torna menor”, diz Rocha.

Quando a simulação leva em conta as alterações da cotação da soja na bolsa de Chicago, e não o câmbio, as diferenças de custo são sentidas nas três pontas da logística: porto, transporte e armazenagem. Com a soja cotada a US$ 7,835 por bushel, o preço da saca na origem ficaria em torno de R$ 31,20 no Paraná e o custo portuário subiria de 2,58% para 3,43%, o de transporte passaria de 8,76% para 11,64% e o de armazenagem cairia de 6,38% para 6,12%.

Com a soja em US$ 16,23 por bushel em Chicago, em contrapartida, o custo portuário diminuiria para 1,67%, o de transporte cairia para 5,66% e o de armazenagem subiria para 6,67% da receita bruta. Nessa simulação, afirma Rocha, a saca na fazenda estaria, em média, em R$ 70,03.

A pesquisa corrobora, portanto, que o transporte da carga tem impactos significativos na receita do produtor e que é difícil reduzi-lo nas condições estruturais atuais. De acordo com Rocha, em uma pesquisa feita anteriormente pela Esalq-Log foi detectado, por exemplo, que o transporte de soja pelas ferrovias do Paraná é 13% mais caro que o escoamento realizado exclusivamente por caminhões.

“A partir de Cascavel ou Guarapuava, é preciso migrar da malha ferroviária da Ferroeste para a da ALL, que fica em Ponta Grossa. Essa troca de vagão tem custo. Além disso, estudos mostraram que o preço do frete ferroviário é maior que o rodoviário”, afirma Rocha. Os contratos com a ALL normalmente são feitos com grandes cooperativas ou tradings. Nesse contexto, os pequenos produtores têm menos possibilidades.

Sobre armazenagem, o pesquisador afirma que não há padrão para negociação de preços e tampouco similaridade entre os valores cobrados. “Não digo que deveria haver uma tabela; mas, como não existe padrão, cada proprietário de armazém cobra o que acha certo e muda o valor a cada safra ou contrato. Isso deixa o produtor refém de terceiros”. Já os custos do porto para os paranaenses, embora oscilem muito em função do dólar, não são considerados tão altos.

Fonte: Valor

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Algumas iniciativas públicas e privadas desenvolvidas no Brasil buscam resgatar e preservar a história de todos os modais de transporte. Há iniciativas já consolidadas que, além de objetos, conservam documentos que contam detalhes desse desenvolvimento. Algumas opções também oferecem acesso a parte do acervo de maneira virtual. Assim, a visitação pode ser feita até mesmo pelos públicos mais distantes, tornando ainda mais democrático o acesso a essas informações.

Outras iniciativas, ainda em fase de execução, buscam ampliar o acesso a essas informações, de formas cada vez mais variadas e interativas, para cativar a atenção dos mais novos e ensinar mais sobre essa parte importante da história brasileira.

Na cidade de Campinas (SP), por exemplo, está em execução o projeto do Museu Brasileiro do Transporte. A estrutura, que será erguida às margens da Avenida Dom Pedro I, irá abrigar a memória do desenvolvimento de todos os modais no país. A proposta prevê um modelo inédito de exposição, moderno, que valorize a interatividade e o uso de recursos multimídia e alta tecnologia.

Atualmente já estão disponíveis os recursos necessários para os projetos de arquitetura e engenharia, limpeza e preparação do terreno, montagem do canteiro de obras, administração e pré-produção da dinâmica de exposição das obras. A expectativa é que esta etapa seja finalizada em maio de 2015, num total de R$ 10 milhões. Todo o museu está orçado em R$ 120 milhões.

O acervo deve contar a história do transporte no país por meio de uma linha do tempo e com referências fundamentais de cada modal, até o momento atual, destacando, também, sua importância para a economia e para a sociedade.

Segundo a presidente da Fundação Memória do Transporte (Fumtran), Elza Lúcia Panzan, a ideia do projeto é criar espaços dinâmicos e integrados, com livros, protótipos, comunicação digital e visual. Para ela, é essencial preservar a memória do setor: “O transporte é uma mola propulsora da economia de qualquer país. É o transporte que leva as pessoas e as mercadorias a seus destinos”, diz. Elza também reforça que “a evolução desse setor no Brasil tem, em sua essência, a força, a garra e o empenho de um número incontável de pessoas, profissionais e empreendedores. De dimensões continentais, cada etapa de evolução social tem, em sua trajetória, o braço forte do transporte”.

Museus ferroviários
Outro projeto que está em desenvolvimento quer criar um espaço para conservar a memória do sistema ferroviário brasileiro. O projeto do Museu Ferroviário Nacional foi elaborado pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Até o ano passado, o Ministério dos Transportes recebeu sugestões sobre a execução da obra e agora analisa as contribuições públicas para dar andamento na iniciativa.

O espaço cultural será sediado na Estação Barão de Mauá, no Rio de Janeiro. O edifício é uma construção da década de 20 e foi tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural.

Já em Vila Velha (ES), está localizado o Museu Vale, que também preserva parte do patrimônio ferroviário brasileiro. O acervo permanente conta a história da Estrada de Ferro Vitória a Minas, com um painel interativo, uma maquete ferroviária, fotos, equipamentos e ferramentas de trabalho dos ferroviários. Além disso, guarda documentos, artigos, publicações e cenários que retratam o passado das estradas de ferro brasileiras.

Transporte público
Um pouco da história do transporte público no Brasil pode ser conhecida em um museu mantido pela SPTrans, na cidade de São Paulo (SP). O acervo conserva relíquias desde o primeiro bonde a circular no Brasil (no Rio de Janeiro, em 1859), até o primeiro trólebus de fabricação nacional, produzido em 1960. São, ao todo, sete veículos em exposição, 1,5 mil fotos, 1,5 mil livros além de móveis, objetos e documentos sobre a evolução do transporte urbano brasileiro.

Memória da aviação
Entre os acervos que contam a história da aviação no Brasil está o da Força Aérea Brasileira (FAB). Localizado no Campo dos Afonsos (considerado berço da aviação militar), na cidade do Rio de Janeiro (RJ), o Museu Aeroespacial foi inaugurado em 1976. Entre as atrações abertas à visitação estão as exposições Santos-Dumont, Esquadrilha da Fumaça, Primórdios da Aviação Brasileira e Embraer – O Brasil na Vanguarda da Indústria Aeronáutica.

Já a Tam mantém, na cidade de São Carlos (SP), um espaço com mais de 20 mil m² de área para preservar a história do modal. Segundo a empresa, esse é considerado o maior museu de aviação do mundo mantido por uma companhia aérea privada. O acervo conta com mais de 90 aeronaves entre pioneiros, clássicos, jatos e caças, a maioria em plenas condições de vôo, além de simuladores que podem ser experimentados pelo público e da história dos uniformes das tripulações.

Transporte aquaviário
Entre as opções para se conhecer mais sobre a história do transporte aquaviário está o Espaço Cultural da Marinha, que permite uma viagem pela história do Brasil e da Navegação. Entre as peças do acervo está, por exemplo, a embarcação Galetoa D. João VI, construída em 1808, em Salvador, e que foi utilizada até os primeiros governos republicanos. O acervo está armazenado na cidade do Rio de Janeiro.

No Norte do país, onde o modal é essencial para a integração entre as comunidades, está o Memorial Amazônico da Navegação. Localizado em Belém (PA), esse museu relata a história da navegação na Amazônia, desde os primeiros contatos entre indígenas e europeus até os dias de hoje.

Conheça os horários de funcionamento e os acervos de alguns museus voltados ao transporte no Brasil:

Museu Vale

Museu dos Transportes Públicos

Memorial Amazônico da Navegação

Museu Aeroespacial

Museu da Tam

Museu Virtual do Transporte

Museu Tecnológico Ferroviário

Museu Ferroviário de Indaiatuba

Museu Ferroviário de Curitiba

Espaço Cultural da Marinha

 

Fonte: Agência CNH de Notícias

Robin Young, da Amur Minerals Corp., quer extrair níquel e cobre da Sibéria, onde o inverno proibitivo e as estradas precárias tornam o transporte difícil. Sua melhor opção: fazê-lo pelo ar, por meio de zeppelins.

Do contrário, a exploradora com sede em Londres teria que investir cerca de US$ 150 milhões para construir uma estrada de 350 quilômetros para o transporte de maquinários pesados de construção, disse o CEO Young em uma entrevista. Peter Hambro, presidente executivo da produtora de ouro Petropavlovsk Plc, disse que investiu em uma fabricante de aeronaves e prevê que a indústria de mineração as adotará.

“Construir uma ponte para que passe um Toyota Land Cruiser não é tão caro”, disse Hambro. “Construir uma ponte para que passe uma Caterpillar 777 é muito, muito caro”, disse ele, referindo-se ao caminhão basculante de 87 toneladas usado em minas.

Os fabricantes de zeppelins e dirigíveis (que, diferentemente dos primeiros, não têm uma estrutura interna) precisam dos contratos de mineração para voltarem à vida, 76 anos depois que o Hindenburg pegou fogo e caiu em Nova Jersey, extinguindo o interesse da maioria dos compradores por décadas.
Com designs melhores e um gás flutuante não inflamável, fabricantes como a Worldwide Aeros Corp. e a Hybrid Air Vehicles, do Reino Unido, dizem que estão negociando suas primeiras vendas para a indústria da mineração, de US$ 960 bilhões, para complementar o transporte por caminhões e trens.

A Polyus Gold International Ltd., maior produtora de ouro russa, estudou usar os zeppelins como uma opção para entregar equipamentos pesados em seu projeto Natalka, no extremo leste do país, disse o porta-voz Sergey Lavrinenko. “Ele foi rejeitado, no entanto, porque naquela época não pudemos encontrar uma oferta compatível com o mercado”.

A Hybrid Air, de Cranfield, Inglaterra, está em negociações com duas empresas que fornecem serviços de transporte para empresas mineradoras no Canadá e espera receber pedidos nos próximos dois meses para entrega até 2016, disse o porta-voz da empresa, Chris Daniels. A aeronave terá uma rígida estrutura sob o material inflado para carregar 48 passageiros e a carga, disse ele.

Para os investidores, a opção de uma exploradora como a Amur que use uma aeronave, em vez do levantamento de fundo para financiar uma estrada antes de começar a produção, é atrativa, disse John Meyer, analista da SP Angel Corporate Finance LLP em Londres.

A Worldwide Aeros está construindo aeronaves com cerca de 150 metros de comprimento, com uma estrutura rígida desenhada para transportar cargas de até 250 toneladas a velocidades de mais de 160 quilômetros por hora, segundo o CEO Igor Pasternak.

A empresa está planejando construir frotas de 24 zeppelins para servir setores que necessitam transportar mercadorias, incluindo o de mineração, disse Pasternak. A firma está negociando com potenciais clientes e selando compromissos para o uso do serviço, disse ele.

“Qualquer coisa que nos permita transportar cargas pesadas em terrenos difíceis sem grandes gastos de dinheiro em infraestrutura é atrativa”, disse Hambro, da Petropavlovsk.

Fonte: Exame